domingo, 6 de agosto de 2017

04/15 - FORMAÇÃO PROFISSIONAL – ADMINISTRAÇÃO/CONTABILIDADE - (GERENTE/ASSISTENTE/ANALISTA)

04. CAPITAL DE GIRO 
(FONTES E APLICAÇÃO DE RECURSOS)




















CONTEÚDO DO CURSO:

ABORDAGENS PRÁTICAS

01. ESTRUTURA FINANCEIRA DA EMPRESA

02. CONTABILIDADE EMPRESARIAL

03. ANÁLISE VERTICAL E HORIZONTAL

04. CAPITAL DE GIRO (FONTES E APLICAÇÃO DE RECURSOS)

05. INDICADORES FINANCEIROS INICIAIS

06. CICLO OPERACIONAL, FINANCEIRO E DE CAIXA

07.ALAVANCAGEM FINANCEIRA, OPERACIONAL E  COMBINADA

08. CONCESSÃO DE CRÉDITOS

9. VIABILIDADE E CONVENIÊNCIA ECONÔMICA

10. COMPETIÇÃO MERCADOLÓGICA COM BASE
NO PONTO DE   EQUILÍBRIO

11 - GRAU DE GARANTIA  DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO OU GRAU DE PRESSÃO DOS CREDORES

12 - INVESTIMENTOS NA ATIVIDADE OPERACIONAL  

 - INDICADORES FINANCEIROS -

13 - EXPECTATIVA DE LUCROS E TAXAS DE RETORNO


 14 - GRAU DE APLICAÇÃO DE RECURSOS NA ATIVIDADE OPERACIONAL



15 - FLUGRAMA DE CAIXA

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CÓPIA DOS DEMONSTRATIVOS E TABELA DE SIGLAS PARA ACOMPANHAMENTO 








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COLUNAS CAPITAL DE GIRO
(AUMENTO – DIMINUIÇÃO)

Somente são analisadas as contas do Ativo Circulante e do Passivo Circulante:

Quando aumenta uma conta do Ativo Circulante, há um aumento no Capital de Giro e quando diminui, há uma diminuição no Capital de Giro

Quando aumenta uma conta do Passivo Circulante, há uma diminuição do Capital de Giro e quando diminui, há um aumento no Capital de Giro.
OBSERVAÇÃO:

      A diferença entre a soma dos aumentos e a soma das diminuições é que vai mostrar o valor do aumento ou da diminuição do Capital de Giro

COLUNAS MOVIMENTAÇÃO FINANCEIRA
(APLICAÇÕES/ ORIGENS)

Somente são analisadas as contas do  Não Circulante:

(Permanente, Realizável Longo Prazo, Patrimônio Líquido Exigível a Longo Prazo.)

Quando aumenta uma conta do Ativo, é porque houve uma aplicação de recursos financeiros e quando diminui é porque houve uma fonte de recursos.

Quando aumenta uma conta do Passivo, é porque houve uma fonte de recurso e quando diminui, é porque houve uma aplicação de recurso.

OBSERVAÇÃO:


A diferença  entre a  soma   das   aplicações  e   a   soma   dos   recursos, confirma o valor do aumento ou diminuição do Capital de Giro, que deve coincidir com a diferença já encontrada.






DO PRIMEIRO PARA O SEGUNDO PERÍODO:

Houve uma entrada de recurso financeiros consequente do aumento do Capital, do proprietário ou dos sócios, de $4.370. Entretanto, os gastos (aplicações) foram superiores, ou seja, de $6.439. Isso provocou uma defasagem no Capital de Giro da empresa no valor de $2.069, já encontrada quando da análise anterior (Variação do Capital de Giro) no mesmo período.

O fator de maior influência nessa defasagem foi o aumento nas compras de Imobilizados de $3.625, com recurso a curto prazo sem aproveitamento de recursos a longo prazo e das vendas que diminuíram, já que Contas a Receber, teve uma queda de $2.534.

DO SEGUNDO PARA O TERCEIRO PERÍODO:

Houve uma entrada de recursos financeiros de $3.906 com o aumento do Exigível a Longo Prazo, outra de $4.120 com o aumento de Capital e outra, Reservas e Lucros de $3.098, totalizando $11.200.  Entretanto, os gastos (aplicações) foram de $12.496. Isso provocou uma defasagem no Capital de Giro no valor de $1.296, já encontrada na análise anterior (Variação do Capital de Giro), no mesmo período. A defasagem se deu em consequência, também aqui, do aumento nas compras de Imobilizado de $11.362. 

As vendas aumentaram como se pode ver com o aumento de Contas a Receber de $5.409. Entretanto, recursos foram extraídos do curto prazo já que Contas a Pagar teve um aumento de $8.080 onde, parte sem dúvida, deve ser em consequência das imobilizações.


Continua!!!
         
     05. INDICADORES FINANCEIROS INICIAIS



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