04.
CAPITAL DE GIRO
(FONTES
E APLICAÇÃO DE RECURSOS)
CONTEÚDO DO CURSO:
ABORDAGENS PRÁTICAS
01. ESTRUTURA FINANCEIRA DA EMPRESA
02. CONTABILIDADE EMPRESARIAL
03. ANÁLISE VERTICAL E HORIZONTAL
04. CAPITAL DE GIRO (FONTES E APLICAÇÃO DE RECURSOS)
05. INDICADORES FINANCEIROS INICIAIS
06. CICLO OPERACIONAL, FINANCEIRO E DE CAIXA
07.ALAVANCAGEM FINANCEIRA, OPERACIONAL E COMBINADA
08. CONCESSÃO DE CRÉDITOS
9. VIABILIDADE E CONVENIÊNCIA ECONÔMICA
10. COMPETIÇÃO MERCADOLÓGICA COM BASE
NO PONTO DE EQUILÍBRIO
11 - GRAU DE GARANTIA DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO OU GRAU DE PRESSÃO DOS CREDORES
12 - INVESTIMENTOS NA ATIVIDADE OPERACIONAL
- INDICADORES FINANCEIROS -
13 - EXPECTATIVA DE LUCROS E TAXAS DE RETORNO
14 - GRAU DE APLICAÇÃO DE RECURSOS NA ATIVIDADE OPERACIONAL
13 - EXPECTATIVA DE LUCROS E TAXAS DE RETORNO
14 - GRAU DE APLICAÇÃO DE RECURSOS NA ATIVIDADE OPERACIONAL
15 - FLUGRAMA DE CAIXA
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COLUNAS CAPITAL DE GIRO
(AUMENTO – DIMINUIÇÃO)
Somente são analisadas as contas do Ativo
Circulante e do Passivo Circulante:
Quando aumenta uma conta do Ativo
Circulante, há um aumento no Capital de Giro e quando diminui, há uma
diminuição no Capital de Giro
Quando aumenta uma conta do Passivo
Circulante, há uma diminuição do Capital de Giro e quando diminui, há um
aumento no Capital de Giro.
OBSERVAÇÃO:
•
A diferença entre a soma dos aumentos e a soma das diminuições é que
vai mostrar o valor do aumento ou da diminuição do Capital de Giro
COLUNAS MOVIMENTAÇÃO
FINANCEIRA
(APLICAÇÕES/ ORIGENS)
Somente são analisadas as contas do
Não Circulante:
(Permanente, Realizável Longo Prazo, Patrimônio Líquido Exigível a Longo Prazo.)
Quando aumenta uma conta do Ativo, é
porque houve uma aplicação de recursos financeiros e quando diminui é porque
houve uma fonte de recursos.
Quando aumenta uma conta do Passivo,
é porque houve uma fonte de recurso e quando diminui, é porque houve uma
aplicação de recurso.
OBSERVAÇÃO:
A diferença entre a soma das aplicações e a soma dos recursos, confirma o valor do aumento ou diminuição
do Capital de Giro, que deve coincidir com a diferença já encontrada.
DO PRIMEIRO PARA O SEGUNDO PERÍODO:
Houve uma entrada de recurso financeiros consequente do aumento do Capital,
do proprietário ou dos sócios, de $4.370. Entretanto, os gastos (aplicações)
foram superiores, ou seja, de $6.439. Isso provocou uma defasagem no Capital
de Giro da empresa no valor de $2.069, já encontrada quando da análise
anterior (Variação do Capital de Giro) no mesmo período.
O fator de maior influência nessa defasagem foi o aumento nas compras de
Imobilizados de $3.625, com recurso a curto prazo sem aproveitamento de
recursos a longo prazo e das vendas que diminuíram, já que Contas a Receber,
teve uma queda de $2.534.
DO SEGUNDO PARA O TERCEIRO PERÍODO:
Houve uma entrada de recursos financeiros de $3.906 com o aumento do
Exigível a Longo Prazo, outra de $4.120 com o aumento de Capital e outra, Reservas
e Lucros de $3.098, totalizando $11.200.
Entretanto, os gastos (aplicações) foram de $12.496. Isso provocou
uma defasagem no Capital de Giro no valor de $1.296, já encontrada na análise
anterior (Variação do Capital de Giro), no mesmo período. A defasagem se
deu em consequência, também aqui, do aumento nas compras de Imobilizado de
$11.362.
Continua!!!
05. INDICADORES FINANCEIROS INICIAIS










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