domingo, 23 de março de 2014

PROSPERIDADE ESPIRITUAL E FINANCEIRA





Veslaine Antônio Silva

            Concordamos com o princípio de que não há nada de errado em apreciar o dinheiro ou tudo aquilo que ele pode comprar. Todavia é de suma importância que se tenha um certo grau de consciência para criar abundância em todas as áreas da vida. Vislumbrar o que deseja em termos pessoais, materiais, financeiros e espirituais, para se sentir satisfeito.

Dinheiro é muito mais que poder aquisitivo. Ele tem uma energia complexa, influente e necessária. O dinheiro é uma força energética que transcende limites físicos por sua habilidade de modificar formas. O dinheiro é, literalmente, uma coisa diferente para diferentes pessoas. Para uma pessoa, um real, um dólar, pode significar um pedaço de doce, para outra, pode significar a única refeição do dia. Por que separar os negócios da energia? Por que separar os negócios da espiritualidade?

Falamos do dinheiro. Agora vamos falar da saúde, da felicidade, da paz interior em momentos que parece impossível. Prosperidade é um estado de espírito. É ter sucesso e sentir-se realizado e satisfeito, em diversas áreas da vida. “Com dinheiro pode-se comprar uma cama, mas não os sonhos; livros, mas não cultura; comida, mas não apetite; adornos, mas não beleza; uma casa, mas não um lar; remédios, mas não saúde; luxos, mas não simpatia, diversões, mas não felicidade; um crucifixo, mas não um Salvador. uma igreja, mas não o paraíso. E tudo que o dinheiro não é capaz de comprar, Deus nos dá de graça”.

 “Será que vale a pena? Muitos passam a vida metendo numa caixa todos os seus tesouros até que um dia, meterão seus corpos desprezíveis inteiramente nas caixas fortes, ou seja, nos seus próprios caixões, que nem eles mesmos carregarão”.

“Se uma pessoa se encontra com uma base espiritual saudável, ela não será dominada pela insanidade ou desejo de possuir bens materiais de forma desenfreada. Ela se manterá em equilíbrio, valorizando o que já tem, sem querer mais e mais”.

Já foi dito e comprovado que “não existe liberdade mental nem espiritual sem responsabilidade financeira. É por isso que a ciência das finanças deveria ser pregada nas igrejas e templos dos mais diversos. Não existe cidadania completa sem sólida competência para ganhar a subsistência. É por isso que a ciência das finanças deveria ser ensinada nas escolas, nas fábricas, nas lojas. Não existe vida doméstica confortável e tranquila, sem garantia de renda regular, ampla e honrosa. É por isso que a ciência das finanças deveria ser incluída como um dos assuntos importantes em todos os lares”.

Não terá sabor a prosperidade, quando se vê duas vezes mais rico que antes, mas também duas vezes mais atropelado. Administrar o dinheiro é fácil, difícil é administrar a falta dele. Tem também o outro lado: muitas vezes se sofre mais com desperdício de dinheiro, do que pela falta dele.

“Buscando aumentos de lucros indiscriminadamente, em jogos e negócios ilusórios, sabe-se de muitos suicídios, daqueles que não suportaram o triste saldo e o ataque da consciência. A origem de muitas fortunas, infelizmente, é resultado de corrupções e saques realizados que provocaram e ainda provocam, a falência de muitos.”

 “Quando uma pessoa está espiritualmente sadia, ela não será dominada por seduções tecnológica, pela insanidade ou desejo de possuir bens materiais de forma desenfreada. Ela se manterá em equilíbrio, valorizando o que já tem, sem querer mais e mais.”

Para uma pessoa, um real pode significar um pedaço de doce, para outra, pode significar a única refeição do dia. Um bilionário poderia usar um determinado valor para comprar um iate novo; um cidadão de classe média provavelmente, ao invés disso, com o mesmo valor compraria uma casa para morar com a família. Em todos os casos, porém, o dinheiro toca nossos sentimentos e até mesmo nosso espírito. Um bom salário traz uma sensação de segurança, enquanto o não pagamento de uma grande hipoteca pode significar noites de insônia. “Não terá sabor a prosperidade, quando se vê duas vezes mais rico que antes, mas também duas vezes mais atropelado. Administrar o dinheiro é fácil, difícil é administrar a falta dele. Tem também o outro lado: muitas vezes se sofre mais com desperdício de dinheiro, do que pela falta dele”.

”A doação de dinheiro é simplesmente um compartilhar de energia. Afinal de contas, isso realmente é o que o dinheiro é. O ato de doar cria um circuito dinâmico de energia, sem o qual a energia monetária permanece estagnada, bloqueada e impossibilitada de crescer. Usar nosso dinheiro com consciência e também para propósitos espirituais transforma nosso destino.”

Há mais perigo no excesso de negócios que na falta deles. Não se devem expandir os negócios sem que os clientes exijam. Diante da possibilidade de empreender um negócio, Deve-se estuda-lo antes e buscar conselhos dos que tem experiência, observando ao mesmo tempo se os que aconselham triunfaram ou se encontram numa posição que merece confiança. Sabe-se de negócios que não lograram sucessos porque não se procurou conhecer os pormenores.


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Contribuíram para esse artigo os últimos lançamentos do autor: SAÚDE FINANCEIRA – SISTEMAS PRÁTICOS DE CONTROLE, VIVENDO E OBSERVANDO – PEDRADAS QUE AJUDAM e EU OPTEI POR... E MINHA VIDA MUDOU. Via Editora Seven System International Comércio e Sistemas – www.biblioteca24horas.com

CLIENTES DEMITEM EXECUTIVOS E FUNCIONÁRIOS





Veslaine Antônio Silva

O chamado “BSC - Balanced Scorecard (Cenário Balanceado)” evidencia novas formas de gerenciamento buscadas pelas empresas para enfrentar o atual ambiente globalizado de alta competitividade e acirrada concorrência.  Trata-se de um sistema capaz de atender às novas exigências de gerenciamento dentro dos cenários econômicos em constante mudanças. Até há pouco tempo bastavam os indicadores financeiros, o que não são mais suficientes e talvez nem os mais importantes. Atualmente, Complementam as medições outros três componentes chamados de perspectivas, são elas: “clientes”, “processos internos e aprendizado” e “crescimento”, Neste artigo as atenções estarão voltadas para a primeira perspectiva, a clientela.

Sem dúvida alguma, a curto, médio ou longo prazo, clientes podem demitir muitos funcionários ou até mesmos dirigentes e executivos. Em casos extremos, "podem acabar com uma empresa, simplesmente gastando seu dinheiro em algum outro lugar.”.

Tudo depende do atendimento.

O texto abaixo é uma adaptação do pronunciamento de Sam Walton, fundador do WAL MART, a maior rede de varejo do mundo, direcionado aos funcionários de todos os níveis. Veja e analise alguns comportamentos. Pode-se considerar um cursinho em forma de exemplo, sobre a importância do atendimento:

  • Uma pessoa vai a um restaurante, senta-se pacientemente à mesa e espera, enquanto o garçom faz tudo, menos atender o seu pedido com prontidão;

  • Uma pessoa vai a uma loja e espera calado, enquanto os vendedores terminam suas conversinhas particulares;

  • Uma pessoa no seu carro entra num posto de gasolina e educadamente não buzina, mas espera pacientemente que o empregado, sentado numa banqueta, termine sua leitura de jornal ou o bate-papo com o colega;

  • Uma pessoa que quando entra num estabelecimento comercial, parece estar implorando um favor, ansiando por um sorriso ou esperando apenas ser notado. Aquele “posso ajudá-lo” deixou de existir;

  • Uma pessoa entra num banco e aguarda tranqüilamente que as recepcionistas ou os caixas terminem o “papinho” com seus amigos, e espera;

  • Uma pessoa tem desesperada e imediata necessidade de uma peça, mas não reclama, aguarda pacientemente enquanto os funcionários trocam idéias entre si ou, simplesmente abaixam a cabeça e fingem não vê-lo e depois de uns tempos vem com uma pergunta ridícula: o senhor deseja alguma coisa?

E assim muitos e muitos outros comportamentos diante da clientela, sejam de empresas de grande, médio ou pequeno porte. Daí pensa-se que se tratam de pessoas quietas, pacientes, do tipo que nunca criam problemas, mas, é um erro; as consequências crescem em progressão geométrica. Veja:

  • Serão clientes que nunca mais voltarão e se divertirão vendo milhões sendo gastos todos os anos em anúncios e publicidade de toda ordem, para levá-los de novo à empresa!

São as consequências. Quando foram lá, pela primeira vez, tudo o que deviam ter feito era apenas a pequena gentileza, tão barata, de usar um pouco mais de cortesia!

É de suma importância as empresas medirem também fatores como qualidade e satisfação do cliente. Por exemplo, se num determinado exercício, uma empresa for muito bem financeiramente, mas com indicadores referentes ao atendimento a seus clientes, avaliados como abaixo do esperado, muito provavelmente, em médio prazo, irá apresentar problemas de sobrevivência.
           
A perspectiva do cliente permite aos executivos identificar segmentos de clientes e de mercado nos quais as unidades de negócio possam competir, bem como definir as medidas de desempenho das unidades nos seus segmentos-alvo.

Abaixo pontos-chaves, visando participação de mercado, retenção, captação, satisfação e lucratividade dos clientes. Este conjunto de critérios é chamado pelos autores de Medidas Essenciais dos Clientes.

  • Participação de mercado – representação da proporção de vendas da unidade de negócio no mercado em que atua, determinada em termos de número de clientes.
  • Retenção de clientes – acompanhamento, em números absolutos ou relativos, do percentual de clientes com os quais a unidade de negócio continua mantendo relações comerciais;
  • Captação de clientes – medição, em termos absolutos ou relativos, do percentual de clientes novos;
  • Satisfação dos clientes – registro do nível de satisfação dos clientes em relação a critérios preestabelecidos de desempenho ou de valor agregado.
  • Lucratividade do cliente – medição da lucratividade da empresa no negócio ou nos negócios, requeridas para atender a clientela ou o mercado.
Não há quase nada no mundo que alguns homens não façam um pouco pior para vender um pouco mais barato. E aqueles que olham somente o preço, são vítimas da pilhagem legal daqueles homens. Se quisermos ver o fim de um produto, é só fabricá-lo pior e vendê-lo mais barato.

Alguns tópicos essenciais relacionados com o produto e o atendimento – “Quanto melhor a qualidade, maior a satisfação dos clientes e maior o retorno financeiro para a empresa”.
  • Lei da matemática industrial e comercial: um grama de qualidade vale mais do que um quilo de quantidade.
  • Não há quase nada no mundo que algumas empresas não fabricam um pouco pior para vender um pouco mais barato. E aqueles que olham somente o preço, são vítimas da pilhagem legal daqueles empresários Daí, se quisermos ver o fim de um produto, é só fabricá-lo pior e vendê-lo mais barato.
  • A última razão de toda transação comercial é dar alguma coisa que valha mais do que o dinheiro e que o dinheiro não pode comprar. Todo freguês é bom amigo ou mau freguês. Obtenha a sua amizade e a sua carteira se abrirá sozinha.
  • Nenhum artigo se oferece a si mesmo. O fator humano é decisivo no mundo das vendas. Quando o vendedor melhora a qualidade de atendimento, aumenta o seu esforço e dá maior ímpeto à sua atividade. Com isso, os resultados do seu trabalho alcançam maior importância.
  • Em termos de produtos, qualidade consiste nas características que atendem às necessidades dos clientes e assim fornecem a satisfação em relação ao produto. Qualidade significa ausência de deficiências. É ser bom, bonito e barato.
  • O cliente não avalia se um produto e ou serviço possuem qualidade apenas pelo preço, ou por determinada característica, pelo contrário, a qualidade é determinada quando o produto e ou serviço atingem a expectativa do cliente. A definição de qualidade deve sempre estar relacionada com a satisfação do cliente.
Nem sempre um cargo de nível é ocupado por “qualidade” a exemplo do que ocorre na política. É importante não confundir qualidade com hipocrisia.
Bons negócios, para o crescimento do Brasil, com dignidade!

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Contribuíram para esse artigo os últimos lançamentos do autor: SAÚDE FINANCEIRA – SISTEMAS PRÁTICOS DE CONTROLE, VIVENDO E OBSERVANDO – PEDRADAS QUE AJUDAM e EU OPTEI POR... E MINHA VIDA MUDOU. via Editora Seven System International Comércio e Sistemas – www.biblioteca24horas.com