segunda-feira, 24 de julho de 2017

01/15 - FORMAÇÃO PROFISSIONAL – ADMINISTRAÇÃO/CONTABILIDADE - (GERENTE/ASSISTENTE/ANALISTA)



Estamos de Volta!!!
(SEMANAL)
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01. ESTRUTURA FINANCEIRA DA EMPRESA





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CONTEÚDO DO CURSO

ABORDAGENS PRÁTICAS:

01. ESTRUTURA FINANCEIRA DA EMPRESA

02. CONTABILIDADE EMPRESARIAL

03. ANÁLISE VERTICAL E HORIZONTAL

04. CAPITAL DE GIRO (FONTES E APLICAÇÃO DE RECURSOS)

05. INDICADORES FINANCEIROS INICIAIS

06. CICLO OPERACIONAL, FINANCEIRO E DE CAIXA

07.ALAVANCAGEM FINANCEIRA, OPERACIONAL E  COMBINADA

08. CONCESSÃO DE CRÉDITOS

9. VIABILIDADE E CONVENIÊNCIA ECONÔMICA

10. COMPETIÇÃO MERCADOLÓGICA COM BASE
NO PONTO DE   EQUILÍBRIO

11 - GRAU DE GARANTIA  DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO OU GRAU DE PRESSÃO DOS CREDORES

12 - INVESTIMENTOS NA ATIVIDADE OPERACIONAL  
 - INDICADORES FINANCEIROS -

13 - EXPECTATIVA DE LUCROS E TAXAS DE RETORNO

 
14 - GRAU DE APLICAÇÃO DE RECURSOS NA ATIVIDADE OPERACIONAL 


15 - FLUXOGRAMA DE CAIXA

oooooooooooooooooooooooooo

MENSAGEM

É CLARO QUE,
NENHUMA EMPRESA É PEQUENA QUANDO
OS DIRIGENTES SÃO GRANDES E SE INSTRUEM.

  
ADMINISTRAR
 QUALQUER EMPREENDIMENTO,
É ADMINISTRAR INFORMAÇÕES.

SE A EMPRESA
NÃO DISPÕE OU ESTÁ DISPENSADA
DE LEVANTAR BALANÇOS E/ OU BALANCETES
 E/OU DEMONSTRAÇÕES DE RESULTADOS,
NÃO SIGNIFICA QUE NÃO PODE
REGISTRAR E LEVANTAR
 INFORMAÇÕES.

PORTANTO,
O MÍNIMO QUE SE EXIGE É O REGISTRO
 DAS OPERAÇÕES DIÁRIAS.
 CASO CONTRÁRIO,
 É MELHOR ENCERRAR AS ATIVIDADES.

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Eficiência financeira de verdade,
 é quando se consegue contornar a situação,
quando o dinheiro está curto, e não quando há sobras, o que não acontece com muitos, que 

se julgam autoridades no assunto, sem 
passar pela experiência! 

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1 - ESTRUTURA  FINANCEIRA  DA  EMPRESA
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Descrição:

PESSOAS FÍSICAS:

Qualquer pessoa que dispõe de um certo capital, próprio ou de terceiros, pode--se estabelecer com uma organização ou participar de uma já constituída. Enquanto isso não ocorre, ela se encontra na condição de “pessoa física”.

PESSOAS JURÍDICAS:

Após atender aos trâmites e exigências legais, que podem ser através do auxílio de profissionais especializados, o indivíduo ou indivíduos que iniciam ou participam de uma atividade empresarial, cada um com sua parcela de Capital, passam para a condição de pessoas jurídicas, ou seja, empresa.

·        O dinheiro desembolsado, aplicado no desenvolvimento do negócio, se constitui no Capital, representando o investimento aplicado naquele negócio.        

·        Depois de certo período de funcionamento, parte do lucro esperado e apurado fica na própria empresa a fim de ser distribuído.

·        Parte do lucro, de acordo com os dispositivos legais e interesses do indivíduo ou sócios, é também deixada na empresa a título de Reserva.

PATRIMÔNIO LÍQUIDO:
       
O investimento do indivíduo ou sócios, representado pelo Capital, somado às Reservas e Lucros Acumulados, deixados na própria empresa, se constitui no Patrimônio Líquido.

O Patrimônio Líquido, portanto, partindo do Capital com o qual o indivíduo ou sócios iniciaram a sua participação no empreendimento, é aplicado na atividade operacional com expectativa de sucesso onde, parte dos lucros deverá engrossar o capital inicial, sem necessidade de novos desembolsos. Isso sempre dentro de um processo cíclico.

A administração ou gerenciamento desse processo cíclico é que vai apresentar um melhor ou pior resultado, para satisfação ou insatisfação do indivíduo ou sócios que, fisicamente, investiram dinheiro num empreendimento ou organização, na expectativa de uma Taxa de Retorno, ou seja, do pagamento pelo capital investido.

O primeiro grau de eficiência na expectativa de uma organização bem sucedida começa na escolha do ramo de atividade por parte do indivíduo ou sócios. Se é viável ou não. As pessoas, conhecendo-se a si próprias, conhecendo a área e o Mercado de atuação, definirão o sucesso.

Segundo o grau de eficiência na expectativa do sucesso do negócio, será a forma de distribuição e gerenciamento dos recursos a partir do Capital, do Patrimônio Líquido. Alem da necessidade inata no indivíduo, é necessário o conhecimento e a aplicação de técnicas administrativas.

IMOBILIZAÇÕES:

É claro que, para exercer uma atividade, é necessário um local para se trabalhar, seja comércio, indústria ou prestação de serviços, seja qualquer instituição. É evidente ainda que se precise de equipamentos. Se a opção for a compra, a aquisição de prédios, máquinas, ferramentas, instalações, veículos, etc., se constituem na Imobilização. O dinheiro utilizado nas aquisições é o uso que se faz de parte do Capital dos sócios, que se encontra no Patrimônio Líquido.

A experiência, os conhecimentos, as observações e o uso do bom senso na administração ou gerenciamento é que determinará a eficiência na distribuição dos recursos para imobilizações. A sobrevivência da empresa poderá depender disso. É importante salientar que, além do imobilizado, a empresa deve aplicar recursos também em outras operações.

CAPITAL DE GIRO:

É evidente que para exercer uma atividade é necessário material a ser manipulado e gente para trabalhar.  É necessário assumir e cumprir compromissos tais como: Fornecedores, Salários e Encargos, Impostos, etc.

A princípio o Capital de Giro é o montante que restou das aplicações em Imobilizados, proveniente do Patrimônio Líquido, na fase ainda de Capital dos Sócios.  Portanto, Capital de Giro Próprio.

No decorrer do desenvolvimento operacional da empresa, esse Capital de Giro, tenderá a ser fortalecido com o resultado das operações do empreendimento, de acordo com a atuação junto ao mercado.

Pode-se dizer que o Capital de Giro é o pulmão da empresa que, quando bem conduzido, permitirá uma respiração sadia diante das circunstâncias, próprias de qualquer negócio.

Aqui também, os conhecimentos, as observações e o bom senso do administrador, na busca de recursos financeiros e na aplicação dos mesmos, dentro da atividade empresarial, é que permitirá a manutenção de um bom Capital de Giro, no período que antecede o retorno financeiro, acrescido dos lucros, resultantes de uma boa atuação no Mercado.

O Capital de Giro Próprio, por si só, muitas vezes não é suficiente para um maior desenvolvimento do empreendimento, dai, a necessidade de se trabalhar também com Capital de Terceiros no casos de operações a crédito bem como na concessão de créditos, buscando sempre um equilíbrio entre ambas. Caminhando ao lado do Capital de Giro, existem também as operações a crédito de longos prazos, acima de um período contábil.

ATIVIDADE OPERACIONAL

O que foi dito até agora, pode-se dizer que objetivou chegar à atividade operacional e o seu prosseguimento. Na verdade, a palavra operacional vem do latim, de “opera”, que quer dizer obra, trabalho.  É na atividade operacional que se concretiza grande parte dos objetivos da empresa, quando se propõe a exercer uma atividade, colocando um produto ou serviço no mercado. É nela que o material ou a mercadoria é trabalhado antes de chegar às mãos do consumidor. É acima de tudo a qualidade do produto, além da necessidade e preço que determinará a maior ou menor procura. Aqui, a competência da administração ou gerência se faz mister.

DISTRIBUIÇÃO - VENDAS:

Enfatiza-se aqui um dito que reza: “Não há quase nada no mundo que alguns homens não façam um pouco pior, para vender um pouco mais barato. E, as pessoas que olham somente o preço, são vítimas da pilhagem legal daqueles homens”.

Felizmente hoje, a condição básica e “si ne qua non” para entrar no mercado é a qualidade, ao ponto de se criar as formas de atendimento ao consumidor bem como a preocupação diante do próprio Código de Defesa do Consumidor, que se tornou um grande mecanismo de defesa. Em paralelo a isso, muito trabalho é exigido por parte dos que gerenciam a distribuição e as vendas, concomitante com as técnicas de marketing.t

A concorrência está cada vez mais acirrada. Os produtos similares aparecem a cada instante e somente a competência fará chegar às mãos do consumidor o produto que se pretende vender.

Sem sobra de dúvidas, o objetivo principal de um empreendimento é o lucro, como compensação pelo Capital investido. Todavia, defende-se aqui o ponto de vista onde se afirma que a principal atividade empresarial é mais social do que lucrativa, entendendo-se que esta última é conseqüência da primeira. Está aí, a grande arte e a grande responsabilidade da área mercadológica em particular de marketing, nas operações que antecedem as vendas. A partir do momento que uma determinada faixa social carece de produtos que a atenda em vários aspectos, cabe ao setor mercadológico convencê-la a comprar o produto da sua fabricação. Para isso é necessário, experiência, conhecimento, bom senso, sensibilidade e empatia dos que atuam na área.

LUCROS

A maior ou menor lucratividade do empreendimento com a colocação do produto no mercado depende praticamente de todas as atividades e/ou funções mencionadas até agora. Seja ela puramente de ordem financeira, seja econômica, seja operacional.

O Lucro é, portanto, como já foi dito, a taxa de retorno pelo Capital investido, ou seja, é o pagamento ao indivíduo, sócios ou acionistas, pela aplicação do seu dinheiro no empreendimento. Se no dia a dia das operações de toda ordem, a organização é má conduzida, nos diversos níveis de responsabilidade, poderá ou não haver “superávit”, poderá ou não apresentar resultado lucrativo, poderá até mesmo evidenciar uma situação deficitária, uma situação de prejuízo, um situação de falência.
       
DIVIDENDOS

Embora o termo esteja consagrado às Sociedades Anônimas, Dividendo, nada mais é do que a divisão de parte do Lucro obtido, em benefício dos participantes do Capital da empresa. É o rateio de uma parcela do Lucro, distribuído na proporção da participação de cada titular da empresa, pago na forma de dinheiro.

BONIFICAÇÕES

Aqui também o termo é usado nas Sociedades Anônimas, para identificar a distribuição gratuita de Ações novas aos participantes do Capital, na proporção da quantidade de Ações já possuídas por cada acionista - Ações Filhotes. Isso se dá pela incorporação das Reservas e Lucros Acumulados ao Capital. É também a divisão da outra parcela que sobrou após a distribuição dos dividendos, em benefício dos participantes do Capital da empresa, na proporção da participação de cada um.  Não deixa de ser também o pagamento aos titulares, só que em forma de títulos representativos de Ações.  O dinheiro fica na própria empresa. Nesse caso o dinheiro é retido para seu próprio desenvolvimento e crescimento, tendo-o como novas fontes de recursos financeiros a serem aplicados na organização. É uma participação valorizada, com o aumento do Patrimônio Líquido, sem qualquer desembolso adicional.


REFLEXOS NO MERCADO DE CAPITAIS
- BOLSA DE VALORES -



O MERCADO DE CAPITAIS PODE MEXER NO SEU BOLSO, MESMO SENDO MICRO E PEQUENO EMPRESÁRIO.

Ação, portanto, é o documento que indica ser o seu possuidor, o proprietário de uma fração da empresa pela participação no capital de uma Sociedade Anônima.

O proprietário tem a opção de vendar suas Ações, eliminando a sua participação na empresa ou comprar mais Ações, aumentando a sua participação. Essas operações são feitas no Mercado de Capitais ou Bolsa de Valores.

Independente do valor nominal de cada Ação, ela pode ser vendida ou comprada a um valor maior ou menor, dependendo da sua cotação na Bolsa de Valores. Pode-se dizer que a valorização das Ações está vinculada às tendências de crescimento da empresa que por sua vez está também ligado ao nível de eficiência gerencial da organização. É isso que de certa forma provoca oscilações na Bolsa de Valores, além de outros fatores e contingências.

        Todavia, é importante estar de olho nas oscilações da bolsa porque, muitas vezes o descontrole no mercado de ações, gera descontrole na economia e pode afetar sensivelmente, além das grandes empresas, também as micro e pequenas.

        Da mesma forma que nas Sociedades Anônimas de Capital Aberto, os indivíduos ou sócios com participação em qualquer empresa, pode também negociar os seus direitos sobre ela, vendendo suas quotas ou parcelas de participação.




Continua!!!

2 – CONTABILIDADE EMPRESARIAL




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