03 - ANÁLISE VERTICAL E HORIZONTAL
CONTEÚDO DO CURSO:
ABORDAGENS PRÁTICAS
01. ESTRUTURA FINANCEIRA DA EMPRESA
02. CONTABILIDADE EMPRESARIAL
03. ANÁLISE VERTICAL E HORIZONTAL
04. CAPITAL DE GIRO (FONTES E APLICAÇÃO DE RECURSOS)
05. INDICADORES FINANCEIROS INICIAIS
06. CICLO OPERACIONAL, FINANCEIRO E DE CAIXA
07.ALAVANCAGEM FINANCEIRA, OPERACIONAL E COMBINADA
08. CONCESSÃO DE CRÉDITOS
9. VIABILIDADE E CONVENIÊNCIA ECONÔMICA
10. COMPETIÇÃO MERCADOLÓGICA COM BASE
NO PONTO DE EQUILÍBRIO
11 - GRAU DE GARANTIA DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO OU GRAU DE PRESSÃO DOS CREDORES
12 - INVESTIMENTOS NA ATIVIDADE OPERACIONAL
- INDICADORES FINANCEIROS -
13 - EXPECTATIVA DE LUCROS E TAXAS DE RETORNO
14 - GRAU DE APLICAÇÃO DE RECURSOS NA ATIVIDADE OPERACIONAL
13 - EXPECTATIVA DE LUCROS E TAXAS DE RETORNO
14 - GRAU DE APLICAÇÃO DE RECURSOS NA ATIVIDADE OPERACIONAL
15 - FLUGRAMA DE CAIXA




BALANÇOS E/OU
BALANCETES
ANÁLISE VERTICAL (AV), ANÁLISE HORIZONTAL
(AH) e MÉDIA dos períodos analisados (valores e análises verticais).
Análise vertical mostra o
percentual de cada conta com relação ao grupo, e de cada grupo com relação ao
total do Ativo. O mesmo ocorre com relação ao Passivo e Demonstração
de Resultados, (exemplo: Disponível/Ativo circulante: 566/12.210x100
= 4,6%).
Análise horizontal mostra o
percentual de aumento de uma conta e/ou grupo de contas, de um período para
outro e do primeiro ao último período. O primeiro período, corresponde a 100,
(exemplo: Ativo Circulante 2º / período/Ativo
Circulante 1º x 100 –100):
10.879/12.210 x 100 – 100 = -10,9%. Igualmente do segundo para o
terceiro e do primeiro para o terceiro).
PERÍODOS (1).
O ideal é analisar de forma periódica e sistemática, de preferência
mensalmente, através dos balancetes mensais, colocando em evidência o caminho
que a empresa está tomando no decorrer do ano, e dos balanços anuais que também
coloca em evidência a longevidade da empresa no decorrer dos tempos
O ATIVO
(2) totaliza o Ativo Circulante e Ativo Não Circulante.
Refere-se à utilização dos recursos, advindos do Passivo, aplicados na
atividade operacional da empresa.
O ATIVO
CIRCULANTE (4) da empresa, representado pelos valores em Caixa e Bancos, pelos Valores
a Receber, Estoques de Matérias Primas e Produtos Acabados, correspondente
em média a 60,2% do total do Ativo, registrou um aumento de 58,7% do
primeiro ao terceiro período analisado, com uma queda de 10,9% do primeiro para
o segundo, e uma recuperação do segundo para o terceiro, de 78,1%.
SUB-CONTAS DO
ATIVO CIRCULANTE
O Disponível (5), embora tenha tido um aumento de 163,4% do
primeiro ao terceiro período, os valores em cada um deles representaram em
média apenas 9,0% do total do Ativo Circulante. De um lado, o fato
positivo é que, não deixa dinheiro parado em Caixa e Bancos. De outro
lado, um saldo médio extremamente baixo ou negativo em contas correntes,
principalmente no final de cada mês, pode dificultar o relacionamento bancário,
nos momentos de necessidade de recursos. Todavia, não se tratam de valores
excessivos.
Os Valores a
Receber (6), que representam em média 60,6%
do total do Ativo Circulante, salientou uma queda de 30,1% do primeiro
para o segundo período e uma recuperação de 93,4% do segundo para o terceiro.
Entretanto, considerando os três períodos, a recuperação real foi de apenas
35,2%. Necessário se faz buscar as razões que provocaram a queda no segundo
período.
Os estoques (7) referem-se a “dinheiro parado” sem data
prévia de recebimentos, diferente de valores disponíveis e a receber.
Representam em média, 30,5% do Ativo Circulante, com diferenças não
significativas do primeiro para o segundo período, nem do segundo para o
terceiro. É de suma importância, definir separadamente, o volume de estoques de
Matérias-primas e de Produtos Acabados e ainda se o giro de cada
um deles está compatível com o ritmo da produção e/ou do mercado consumidor
(rotação de estoques). Um estoque de matérias-primas abaixo do ritmo pode
paralisar a produção. Acima da necessidade, significa “dinheiro parado”. Um
estoque de Produtos Acabados, abaixo do ritmo do ritmo mercadológico,
significa baixa de atendimento no mercado consumidor. Acima do ritmo,
identifica também “dinheiro parado”, com produção acima da necessidade. A arte
está em controlar (princípios logísticos
O ATIVO NÃO
CIRCULANTE (8), com uma média de 50,7% do total do Ativo foi distribuído em duas
contas, ou seja: Permanente e Realizável em Longo Prazo.
O ATIVO NÃO CIRCULANTE (8), com uma média de 50,7% do total do Ativo foi distribuído em duas
contas, ou seja: Permanente e Realizável em Longo Praz
O ATIVO NÃO
CIRCULANTE (8), com uma média de 50,7% do total do Ativo foi distribuído em duas
contas, ou seja: Permanente e Realizável em Longo Prazo.
SUB-CONTAS DO
ATIVO NÃO CIRCULANTE
Permanente (9)
refere-se à:
- Investimentos (10), representando apenas 9,4% em média do total do Permanente (9), com tempo de retorno indefinido, cujo valor na maioria das vezes, não está relacionado com a atividade operacional da empresa. Dado aos valores dispensa maiores comentários.
- Imobilizado (11), refere-se à prédios, veículos, máquinas, equipamentos, acessórios, etc. Representa em média 90,6% do Ativo
não Circulante.
O total do Permanente
(9) corresponde em média, 97,7% do
total do Ativo (14). No período total o crescimento foi de 191,7 sendo
89,4% do primeiro para o segundo e 99,3% do segundo para o terceiro.
Realizável a Longo Prazo (12) refere-se a valores a receber em longo prazo, ou seja, após o período
anual:
- Contas a Receber (13): Foi registrado somente um baixo valor, que corresponde apenas a 2,3% do total do subgrupo que por sua vez corresponde a apenas 0,8% do total do Não Circulante.
O ATIVO NÃO
CIRCULANTE (8), com uma média de 50,7% do total do Ativo foi distribuído em duas
contas, ou seja: Permanente e Realizável em Longo Prazo.
SUB-CONTAS DO
ATIVO NÃO CIRCULANTE
Permanente (9)
refere-se à:
- Investimentos (10), representando apenas 9,4% em média do total do Permanente (9), com tempo de retorno indefinido, cujo valor na maioria das vezes, não está relacionado com a atividade operacional da empresa. Dado aos valores dispensa maiores comentários.
- Imobilizado (11), refere-se à prédios, veículos, máquinas, equipamentos, acessórios, etc. Representa em média 90,6% do Ativo
não Circulante.
O total do Permanente
(9) corresponde em média, 97,7% do
total do Ativo (14). No período total o crescimento foi de 191,7 sendo
89,4% do primeiro para o segundo e 99,3% do segundo para o terceiro.
Realizável a Longo Prazo (12) refere-se a valores a receber em longo prazo, ou seja, após o período
anual:
-
Contas a Receber (13): Foi registrado somente um baixo valor, que corresponde apenas a 2,3% do total
do subgrupo que por sua vez corresponde
a apenas 0,8% do total do Não Circulante.
O PASSIVO (15) totaliza o Passivo Circulante e o Passivo
Não Circulante. Refere-se aos recursos próprios (proprietários) e de
terceiros aplicados no Ativo utilizados na atividade operacional da
empresa
O PASSIVO
CIRCULANTE (16) (CURTO PRAZO) da empresa, representado pelos valores a
pagar (Fornecedores, Financiamentos/Empréstimos e outras contas de menores
valores), corresponde em média a 45,0% do total do Passivo. Registrou um
aumento de 109,3% do primeiro ao terceiro período sendo, 7,7% do primeiro para
o segundo, e 94,4% do segundo para o terceiro.
Fornecedores (17)
registrou um aumento médio de 45,0% do total do Passivo sendo, 79,7% do primeiro
para o segundo período e 58,5% do
segundo para o terceiro.
Financiamentos/empréstimos
(18) representou 75,5% médio do total do grupo, registrando também um
aumento médio de 75% em todo o
período analisado, sendo: uma queda de 0,05% do primeiro para o segundo e um aumento substancial de 108,5%
do segundo para o terceiro.
Outros (19). Refere-se à pequenos pagamentos informais,
no decorrer do ou dos períodos. No caso específico, somente no primeiro período, representa 5,4% do total do
Passivo Circulante e 1,8% do total do Passivo
O PASSIVO NÃO
CIRCULANTE (20) corresponde em média a 55,0% do total do Passivo, com um aumento de
55,0% do primeiro ao terceiro período sendo 18,3% do primeiro para o segundo e
109,3% do segundo para o terceiro. Conta com os grupos de Exigível a Longo
Prazo e Patrimônio Líquido.
SUBCONTAS DO NÃO
CIRCULANTE PASSIVO
Exigível a Longo
Prazo (21). 9,5% do Não Circulante
aumentou 118,0% no período total sendo: uma queda de 24,9% do primeiro para o
segundo e um aumento de 753,2% do segundo para o terceiro. É composto por
apenas uma subconta, ou seja: Contas a Pagar.
- Contas a Pagar (22). Por ser apenas uma conta no subgrupo do Exigível a Longo Prazo, com baixos
valores, correspondendo a 100,0% do
total, representando apenas 1,8% do total do Ativo. O assunto aqui merece uma atenção especial, já que se trata de um recurso que deveria
ser utilizado para não sobrecarregar o Capita
de Giro.
Patrimônio
Líquido (23). É o dinheiro do dono ou dos
sócios, aplicados na empresa. Ele está do lado das obrigações porque é um
débito da empresa para com ele ou eles. Aumentou 21,2% do primeiro para o
segundo período e 56,7% do segundo para o terceiro ou seja: 89.8% no período
total analisado. Em média correspondeu à 90,5% do total do grupo Não
Circulante, sendo, no primeiro período, 93,8%, 21,2%% no segundo e 81,7% no
terceiro. É constituído das subcontas: Capital Reservas e Lucros
- Capital (24), é o “dinheiro” que o dono ou os sócios
“desenbolsaram” aplicaram na empresa. No primeiro período, representava 41,5%,
68,4% no segundo e 64,4% no terceiro, tendo aumentado 100,0% do primeiro para o segundo
período, 47,4% do segundo para o terceiro e do primeiro
ao terceiro, 194,7%.
- Reservas e Lucros(25): Reservas, é uma parcela do lucro que foi mantida
como reserva. É o resultado da
aplicação do dinheiro do dono ou dos sócios da empresa, com a fabricação,
venda e/ou revenda de produtos
e/ou prestação de serviços. Lucros, é o
resultado da aplicaçãodo
dinheiro do dono ou dos sócios da
empresa com a fabricação e revenda
de produtos e/ou prestação de serviços.
Representou em média no total, 41,9%, do Patrimônio Líquido ou
seja: 58,5% no primeiro período,
31,6 no segundo e 35,6% no terceiro. Caiu do primeiro para o segundo
período 34,6% e aumentou
76,8% do segundo para o terceiro. A média de crescimento nos três períodos foi
de 41,9%
DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADOS (1)
PARTINDO DO PRINCÍPIO DE QUE OS REGISTROS
FORAM AUDITADOS, A “DEMONSTRAÇÃO DE RESULTDOS” DA EMPRESA, MOSTRA O “RESULTADO”
EFICIENTE OU DEFICIENTE DA “DIREÇÃO E GERENCIAMENTO” DOS MOVIMENTOS APONTADOS NO
ATIVO E PASSIVO.
VENDAS (4). Aumentaram 94,9% do
primeiro ao último período ou seja: 44,1% do primeiro para o segundo e 35,2% do
segundo para o terceiro.
MENOS:
Custo dos
Produtos Vendidos (5). Referente
aos custos de ordem operacionais e componentes no processo de fabricação dos produtos
vendidos. Corresponde em média a 29,6% das vendas ou seja: 31,1% no primeiro
período, 25,4%, no segundo e 32,4% no último período, colocando em evidência um
certo equilíbrio, não obstante a queda no segundo período, demonstrando maior
eficiência em termos de custos. Cresceu 17,6% do primeiro para o segundo, 32,4%
do segundo para o terceiro, refletindo um aumento total no período, de 102,5%.
= LUCRO BRUTO (6). Refere-se ao resultado das Vendas, menos o Custo dos Produtos
Vendidos. Houve também um certo equilíbrio. Representando em média 70,4% do
total das vendas, sendo, 68,9% no primeiro período, 74,6% no segundo e 67,6% no
terceiro, com um crescimento de 56,1% do primeiro para o segundo e 22,6% do
segundo para o terceiro. Aqui também, em consequência do menor Custo dos
Produtos Vendidos, no segundo período, houve uma maior eficiência.
MENOS:
Despesas gerais
(7). Aumentou em média 91,7% do primeiro ao último
período ou seja: 48,6% do primeiro para o segundo e 29,0% do segundo para o
terceiro. Representa também em média, do primeiro ao último período, 45,7% do
total das Vendas, mantendo igualmente esse equilíbrio em cada um dos período.
De um lado existe o equilíbrio, todavia, de outro lado, considerando-se
despesas indiretas, é aparentemente, demasiado alto, cabendo uma análise mais
aprofundada.
Impostos Diversos
(8). No total dos três períodos, o valor correspondente representa em média,
7,1% das Vendas, tendo aumentado no período total 751,9% ou seja: 734,3% do
primeiro para o segundo e 8,4% do segundo para o terceiro. No primeiro período
representou 1,9% das vendas, no segundo,11,1% e 8,4% no terceiro. Cabe aqui
uma análise meticulosa do porquê dessas disparidades.
MENOS:
Perdas Diversas
(9). Embora tenha registrado um aumento de 923,5% em todo o período em análise,
o valor correspondente é de apenas 0,4% das vendas. Refere-se à pequenas
perdas, naturais na atividade operacional. Não afeta sensivelmente a
expectativa de retorno financeiro e dispensa maiores comentários.
Despesas de
Correção Monetárias (10). O objetivo
era fazer com que o custo de um determinado bem, contabilizado no passado por
exemplo, fosse reajustado em moedas atuais. Não se usa mais essa operação. O
valor representa apenas 1,1% das vendas embora contabilizado, consta do
demonstrativo, apenas à título de informação. Dispensa maiores comentários.
Provisão para
Devedores Duvidosos (11). Trata-se de uma conta que registra as possíveis
perdas num determinado valor para cobertura, por exemplo, de duplicatas que
venham a ser consideradas incobráveis. Trata-se também de um valor
correspondente à apenas 0,9% do total das vendas e consta do demonstrativo,
também apenas à título de informação, já que deixou de ser dedutível. Dispensa
maiores comentários.
Outras Provisões
(12). Representa 1,6% das Vendas. Refere-se à acréscimo de exigibilidade cujo
valor e/ou prazo de pagamento ainda não está totalmente definido. Também aqui,
dispensa-se comentários.
= LUCRO
OPERACIONAL (13). É o lucro resultante da atividade operacional da empresa, após
deduzidas as despesas de ordem indireta acima (7/12). A margem de lucro caiu de
70,4% em média do Lucro Bruto (6) para, também em média, 13,6% do Lucro
Operacional. O aumento do lucro no total dos períodos foi de apenas 9,9%. Do
primeiro para o segundo houve uma queda de 26,7% com uma recuperação no
terceiro período de 50,0% com relação ao segundo. Enquanto que no primeiro
período a margem de lucro operacional foi de 19,7% com relação às vendas, não
significativo, no segundo e terceiro caíram quase pela metade (10,0% e 11,1%),
Nesse espaço, o grande vilão, foram as Despesas Gerais, que representaram em
média, nos três períodos, 45,7%, gerando um baixo lucro. Embora mereça uma
análise especial, do que provocou o excessivo aumento das Despesas Gerais,
ainda houve uma consoladora margem de lucro de 10,0% e 11,1%.
MENOS:
Despesas
financeiras (14). O que provocou essa queda violenta,
foi a utilização excessiva de Capital de Terceiros. Como se pode ver, as
Despesas Financeiras, que aumentaram 180,3% em todo o período, representando
10,0% da vendas. Praticamente consumiram a margem do Lucro Operacional.
Aumentou 78,9% do primeiro para o segundo representando 10,1% das vendas e, do
segundo para o terceiro, aumentou 180,3%, representando 11,1% também diante das
Vendas. A principal causa disso se deu, em função da utilização de recursos
a curto prazo na aquisição Ativos Fixos (Imobilizado) (11) que aumentou
191,7% no período total, enquanto que o Exigível a Longo Prazo, caiu 24,9% do
primeiro para o segundo e passou ser utilizado somente no terceiro período,
representando 18,3% das vendas, prometendo uma recuperação daí para frente, se
for bem administrado.
MAIS:
Outras Receitas
(15). Dispensa maiores comentários já que representam apenas 0,2% das Vendas,
correspondente à atividades não operacionais
= LUCRO LÍQUIDO
(16) Refere-se à margem de lucro resultante da atividade empresarial no
período. Uma parte, corresponde ao pagamento ao proprietário e/ou sócios do
empreendimento que, em curva decrescente, no primeiro período representou 11,6%
das Vendas, caindo para 0,2% no segundo e 0,3 negativo no terceiro. O
resultado no período foi de uma queda de 97,4% do primeiro para o segundo, outra
de 296,6% do segundo para o terceiro representando uma queda média em todo o
período analisado, de 105,1%.
MENOS:
Participação da
Diretoria (17). Refere-se ao volume de
“dinheiro” definido, a ser retirado pelo proprietário e/ou sócios à título de
retorno pelos investimentos. Dado à posição financeira crítica da empresa, o
valor determinado foi de apenas o correspondente a 1,8%, somente do primeiro
período, sem, retirada nos demais períodos.
= LUCRO
DISPONÍVEL (18). É o que “sobrou” após a retirada como Participação da
Diretoria.
MAIS:
Saldo Anterior
(19). Valor contábil a ser adicionado, referente ao exercício anterior que
representa apenas 0,4% das vendas, sendo 0,3% no primeiro período, zero no
segundo e 1,0% no terceiro. Parte dele, contabilmente serviu parcialmente para cobrir
o período de valor negativo.
Reversões (20).
Refere-se à valores contabilizados no período anterior, que não foi utilizado.
Representou 0,8% no total dos períodos, Também contabilmente, representou
apenas 0,8% do total do período, sendo: 07, % no primeiro período, 0,9% no
segundo e 0,8% no último.
= TOTAL A
DISTRIBUIR (21) Valor que “sobrou” a ser distribuído, de acordo com a direção. Representou,
4,5% das Vendas, graças ao primeiro período, 11,0% das vendas, já que os demais
foram baixíssimos sendo 1,1% no segundo período e 1,5% no terceiro
MENOS:
Transferência
para Capital de Giro (22). A única transferência para Capital de Giro, se deu
somente no terceiro período, com um valor correspondente à apenas 0,9% das
vendas.
= LUCRO SUSPENSO
(23), a ser definido. Na verdade foi o que sobrou de todas as somas e deduções.
A EMPRESA ESTÁ EM PROFUNDO RITMO DE DECADÊNCIA

Continua!!!
DE RECURSOS)












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