sexta-feira, 11 de agosto de 2017

03/15 - FORMAÇÃO PROFISSIONAL – ADMINISTRAÇÃO/CONTABILIDADE - (GERENTE/ASSISTENTE/ANALISTA)

03 - ANÁLISE VERTICAL E HORIZONTAL



CONTEÚDO DO CURSO:

ABORDAGENS PRÁTICAS

01. ESTRUTURA FINANCEIRA DA EMPRESA

02. CONTABILIDADE EMPRESARIAL

03. ANÁLISE VERTICAL E HORIZONTAL

04. CAPITAL DE GIRO (FONTES E APLICAÇÃO DE RECURSOS)

05. INDICADORES FINANCEIROS INICIAIS

06. CICLO OPERACIONAL, FINANCEIRO E DE CAIXA

07.ALAVANCAGEM FINANCEIRA, OPERACIONAL E  COMBINADA

08. CONCESSÃO DE CRÉDITOS

9. VIABILIDADE E CONVENIÊNCIA ECONÔMICA

10. COMPETIÇÃO MERCADOLÓGICA COM BASE
NO PONTO DE   EQUILÍBRIO

11 - GRAU DE GARANTIA  DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO OU GRAU DE PRESSÃO DOS CREDORES

12 - INVESTIMENTOS NA ATIVIDADE OPERACIONAL  
 - INDICADORES FINANCEIROS -

13 - EXPECTATIVA DE LUCROS E TAXAS DE RETORNO


 14 - GRAU DE APLICAÇÃO DE RECURSOS NA ATIVIDADE OPERACIONAL


15 - FLUGRAMA DE CAIXA 

























BALANÇOS E/OU BALANCETES

ANÁLISE VERTICAL (AV), ANÁLISE HORIZONTAL (AH) e MÉDIA dos períodos analisados (valores e análises verticais).

Análise vertical mostra o percentual de cada conta com relação ao grupo, e de cada grupo com relação ao total do Ativo. O mesmo ocorre com relação ao Passivo e Demonstração de Resultados, (exemplo: Disponível/Ativo circulante: 566/12.210x100 = 4,6%).
        
Análise horizontal mostra o percentual de aumento de uma conta e/ou grupo de contas, de um período para outro e do primeiro ao último período. O primeiro período, corresponde a 100, (exemplo: Ativo Circulante   2º / período/Ativo Circulante 1º x 100 –100):  10.879/12.210 x 100 – 100 = -10,9%. Igualmente do segundo para o terceiro e do primeiro para o terceiro).

PERÍODOS (1).

O ideal é analisar de forma periódica e sistemática, de preferência mensalmente, através dos balancetes mensais, colocando em evidência o caminho que a empresa está tomando no decorrer do ano, e dos balanços anuais que também coloca em evidência a longevidade da empresa no decorrer dos tempos

O ATIVO (2) totaliza o Ativo Circulante e Ativo Não Circulante. Refere-se à utilização dos recursos, advindos do Passivo, aplicados na atividade operacional da empresa.

O ATIVO CIRCULANTE (4) da empresa, representado pelos valores em Caixa e Bancos, pelos Valores a Receber, Estoques de Matérias Primas e Produtos Acabados, correspondente em média a 60,2% do total do Ativo, registrou um aumento de 58,7% do primeiro ao terceiro período analisado, com uma queda de 10,9% do primeiro para o segundo, e uma recuperação do segundo para o terceiro, de 78,1%.

SUB-CONTAS DO ATIVO CIRCULANTE
O Disponível (5), embora tenha tido um aumento de 163,4% do primeiro ao terceiro período, os valores em cada um deles representaram em média apenas 9,0% do total do Ativo Circulante. De um lado, o fato positivo é que, não deixa dinheiro parado em Caixa e Bancos. De outro lado, um saldo médio extremamente baixo ou negativo em contas correntes, principalmente no final de cada mês, pode dificultar o relacionamento bancário, nos momentos de necessidade de recursos. Todavia, não se tratam de valores excessivos.

Os Valores a Receber (6), que representam em média 60,6% do total do Ativo Circulante, salientou uma queda de 30,1% do primeiro para o segundo período e uma recuperação de 93,4% do segundo para o terceiro. Entretanto, considerando os três períodos, a recuperação real foi de apenas 35,2%. Necessário se faz buscar as razões que provocaram a queda no segundo período.

Os estoques (7) referem-se a “dinheiro parado” sem data prévia de recebimentos, diferente de valores disponíveis e a receber. Representam em média, 30,5% do Ativo Circulante, com diferenças não significativas do primeiro para o segundo período, nem do segundo para o terceiro. É de suma importância, definir separadamente, o volume de estoques de Matérias-primas e de Produtos Acabados e ainda se o giro de cada um deles está compatível com o ritmo da produção e/ou do mercado consumidor (rotação de estoques). Um estoque de matérias-primas abaixo do ritmo pode paralisar a produção. Acima da necessidade, significa “dinheiro parado”. Um estoque de Produtos Acabados, abaixo do ritmo do ritmo mercadológico, significa baixa de atendimento no mercado consumidor. Acima do ritmo, identifica também “dinheiro parado”, com produção acima da necessidade. A arte está em controlar (princípios logísticos

O ATIVO NÃO CIRCULANTE (8), com uma média de 50,7% do total do Ativo foi distribuído em duas contas, ou seja: Permanente e Realizável em Longo Prazo.

O ATIVO NÃO CIRCULANTE (8), com uma média de 50,7% do total do Ativo foi distribuído em duas contas, ou seja: Permanente e Realizável em Longo Praz

O ATIVO NÃO CIRCULANTE (8), com uma média de 50,7% do total do Ativo foi distribuído em duas contas, ou seja: Permanente e Realizável em Longo Prazo.

SUB-CONTAS DO ATIVO NÃO CIRCULANTE

Permanente (9) refere-se à:

 - Investimentos (10), representando apenas 9,4% em média do   total do Permanente (9), com tempo de retorno indefinido, cujo  valor na maioria das vezes, não está relacionado com a atividade  operacional da empresa. Dado aos valores dispensa maiores    comentários.

 - Imobilizado (11), refere-se à prédios, veículos, máquinas, equipamentos,  acessórios, etc. Representa em média 90,6% do Ativo não Circulante.    
       
O total do Permanente (9) corresponde em média, 97,7% do total do Ativo (14). No período total o crescimento foi de 191,7 sendo 89,4% do primeiro para o segundo e 99,3% do segundo para o terceiro.

Realizável a Longo Prazo (12) refere-se a valores a receber em longo prazo, ou seja, após o período anual:

Contas a Receber (13): Foi  registrado  somente  um  baixo  valor,   que   corresponde apenas a 2,3% do total do subgrupo que por sua vez corresponde a apenas 0,8% do total do Não Circulante.

O ATIVO NÃO CIRCULANTE (8), com uma média de 50,7% do total do Ativo foi distribuído em duas contas, ou seja: Permanente e Realizável em Longo Prazo.

SUB-CONTAS DO ATIVO NÃO CIRCULANTE
Permanente (9) refere-se à:

- Investimentos (10), representando apenas 9,4% em média do   total do     Permanente (9), com tempo de retorno indefinido, cujo valor na maioria     das vezes,  não  está  relacionado  com  a  atividade    operacional da         empresa. Dado aos valores dispensa maiores   comentários.

- Imobilizado (11), refere-se à prédios, veículos, máquinas, equipamentos, acessórios, etc. Representa em média 90,6% do Ativo não Circulante.

O total do Permanente (9) corresponde em média, 97,7% do total do Ativo (14). No período total o crescimento foi de 191,7 sendo 89,4% do primeiro para o segundo e 99,3% do segundo para o terceiro.

 Realizável a Longo Prazo (12) refere-se a valores a receber em longo prazo, ou seja, após o período anual:

- Contas a Receber (13): Foi   registrado  somente um baixo valor,        que   corresponde apenas a 2,3% do total do subgrupo que por    sua vez          corresponde a apenas 0,8% do total do Não Circulante.

O PASSIVO (15) totaliza o Passivo Circulante e o Passivo Não Circulante. Refere-se aos recursos próprios (proprietários) e de terceiros aplicados no Ativo utilizados na atividade operacional da empresa

O PASSIVO CIRCULANTE (16) (CURTO PRAZO) da empresa, representado pelos valores a pagar (Fornecedores, Financiamentos/Empréstimos e outras contas de menores valores), corresponde em média a 45,0% do total do Passivo. Registrou um aumento de 109,3% do primeiro ao terceiro período sendo, 7,7% do primeiro para o segundo, e 94,4% do segundo para o terceiro.

Fornecedores (17) registrou um aumento médio de 45,0% do      total do Passivo sendo, 79,7% do primeiro para o segundo período       e 58,5% do segundo para o terceiro.

Financiamentos/empréstimos (18) representou 75,5% médio       do total do grupo, registrando também um aumento médio de 75%      em todo o período analisado, sendo: uma queda de 0,05% do          primeiro para o segundo e um aumento substancial de 108,5% do segundo para o terceiro.

Outros (19). Refere-se à pequenos pagamentos informais, no decorrer do ou dos períodos. No caso específico, somente no primeiro período, representa 5,4% do total do Passivo Circulante e 1,8% do total do Passivo

O PASSIVO NÃO CIRCULANTE (20) corresponde em média a 55,0% do total do Passivo, com um aumento de 55,0% do primeiro ao terceiro período sendo 18,3% do primeiro para o segundo e 109,3% do segundo para o terceiro. Conta com os grupos de Exigível a Longo Prazo e Patrimônio Líquido.

SUBCONTAS DO NÃO CIRCULANTE PASSIVO
Exigível a Longo Prazo (21). 9,5% do Não Circulante aumentou 118,0% no período total sendo: uma queda de 24,9% do primeiro para o segundo e um aumento de 753,2% do segundo para o terceiro. É composto por apenas uma subconta, ou seja: Contas a Pagar.

- Contas a Pagar (22). Por ser apenas uma conta         no  subgrupo do Exigível a Longo Prazo,  com baixos valores, correspondendo a 100,0% do total, representando   apenas 1,8%  do  total     do  Ativo.  O  assunto aqui merece uma atenção   especial, já que          se trata de um recurso     que deveria ser utilizado para não sobrecarregar o   Capita de Giro.

Patrimônio Líquido (23). É o dinheiro do dono ou dos sócios, aplicados na empresa. Ele está do lado das obrigações porque é um débito da empresa para com ele ou eles. Aumentou 21,2% do primeiro para o segundo período e 56,7% do segundo para o terceiro ou seja: 89.8% no período total analisado. Em média correspondeu à 90,5% do total do grupo Não Circulante, sendo, no primeiro período, 93,8%, 21,2%% no segundo e 81,7% no terceiro. É constituído das subcontas: Capital Reservas e Lucros

- Capital (24), é o “dinheiro” que o dono ou os sócios “desenbolsaram”       aplicaram na empresa.  No primeiro período, representava 41,5%, 68,4%   no     segundo e 64,4% no terceiro, tendo aumentado 100,0% do primeiro   para o        segundo período, 47,4% do segundo para o terceiro e do          primeiro ao terceiro, 194,7%.

- Reservas e Lucros(25): Reservas, é uma parcela do lucro que foi          mantida    como reserva. É o resultado da aplicação do dinheiro do dono   ou     dos sócios da empresa, com a fabricação, venda e/ou revenda de       produtos e/ou    prestação de serviços. Lucros, é o resultado da aplicaçãodo dinheiro do   dono ou dos sócios da empresa com a fabricação e revenda de produtos e/ou prestação de serviços. Representou em média no   total, 41,9%, do Patrimônio Líquido ou seja: 58,5% no primeiro período, 31,6     no segundo e 35,6% no  terceiro. Caiu do primeiro para o segundo   período 34,6% e aumentou 76,8% do segundo para o terceiro.  A média de crescimento nos três períodos foi de 41,9%

DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADOS (1)

PARTINDO DO PRINCÍPIO DE QUE OS REGISTROS FORAM AUDITADOS, A “DEMONSTRAÇÃO DE RESULTDOS” DA EMPRESA, MOSTRA O “RESULTADO” EFICIENTE OU DEFICIENTE DA “DIREÇÃO E GERENCIAMENTO” DOS MOVIMENTOS APONTADOS NO ATIVO E PASSIVO.

VENDAS (4). Aumentaram 94,9% do primeiro ao último período ou seja: 44,1% do primeiro para o segundo e 35,2% do segundo para o terceiro.

MENOS:

Custo dos Produtos Vendidos (5). Referente aos custos de ordem operacionais e componentes no processo de fabricação dos produtos vendidos. Corresponde em média a 29,6% das vendas ou seja: 31,1% no primeiro período, 25,4%, no segundo e 32,4% no último período, colocando em evidência um certo equilíbrio, não obstante a queda no segundo período, demonstrando maior eficiência em termos de custos. Cresceu 17,6% do primeiro para o segundo, 32,4% do segundo para o terceiro, refletindo um aumento total no período, de 102,5%.

= LUCRO BRUTO (6). Refere-se ao resultado das Vendas, menos o Custo dos Produtos Vendidos. Houve também um certo equilíbrio. Representando em média 70,4% do total das vendas, sendo, 68,9% no primeiro período, 74,6% no segundo e 67,6% no terceiro, com um crescimento de 56,1% do primeiro para o segundo e 22,6% do segundo para o terceiro. Aqui também, em consequência do menor Custo dos Produtos Vendidos, no segundo período, houve uma maior eficiência.

MENOS:

Despesas gerais (7). Aumentou em média 91,7% do primeiro ao último período ou seja: 48,6% do primeiro para o segundo e 29,0% do segundo para o terceiro. Representa também em média, do primeiro ao último período, 45,7% do total das Vendas, mantendo igualmente esse equilíbrio em cada um dos período. De um lado existe o equilíbrio, todavia, de outro lado, considerando-se despesas indiretas, é aparentemente, demasiado alto, cabendo uma análise mais aprofundada.

Impostos Diversos (8). No total dos três períodos, o valor correspondente representa em média, 7,1% das Vendas, tendo aumentado no período total 751,9% ou seja: 734,3% do primeiro para o segundo e 8,4% do segundo para o terceiro. No primeiro período representou 1,9% das vendas, no segundo,11,1% e 8,4% no terceiro. Cabe aqui uma análise meticulosa do porquê dessas disparidades.

MENOS:

Perdas Diversas (9). Embora tenha registrado um aumento de 923,5% em todo o período em análise, o valor correspondente é de apenas 0,4% das vendas. Refere-se à pequenas perdas, naturais na atividade operacional. Não afeta sensivelmente a expectativa de retorno financeiro e dispensa maiores comentários.

Despesas de Correção Monetárias (10). O objetivo era fazer com que o custo de um determinado bem, contabilizado no passado por exemplo, fosse reajustado em moedas atuais. Não se usa mais essa operação. O valor representa apenas 1,1% das vendas embora contabilizado, consta do demonstrativo, apenas à título de informação. Dispensa maiores comentários.

Provisão para Devedores Duvidosos (11). Trata-se de uma conta que registra as possíveis perdas num determinado valor para cobertura, por exemplo, de duplicatas que venham a ser consideradas incobráveis. Trata-se também de um valor correspondente à apenas 0,9% do total das vendas e consta do demonstrativo, também apenas à título de informação, já que deixou de ser dedutível. Dispensa maiores comentários.

Outras Provisões (12). Representa 1,6% das Vendas. Refere-se à acréscimo de exigibilidade cujo valor e/ou prazo de pagamento ainda não está totalmente definido. Também aqui, dispensa-se comentários.

= LUCRO OPERACIONAL (13). É o lucro resultante da atividade operacional da empresa, após deduzidas as despesas de ordem indireta acima (7/12). A margem de lucro caiu de 70,4% em média do Lucro Bruto (6) para, também em média, 13,6% do Lucro Operacional. O aumento do lucro no total dos períodos foi de apenas 9,9%. Do primeiro para o segundo houve uma queda de 26,7% com uma recuperação no terceiro período de 50,0% com relação ao segundo. Enquanto que no primeiro período a margem de lucro operacional foi de 19,7% com relação às vendas, não significativo, no segundo e terceiro caíram quase pela metade (10,0% e 11,1%), Nesse espaço, o grande vilão, foram as Despesas Gerais, que representaram em média, nos três períodos, 45,7%, gerando um baixo lucro. Embora mereça uma análise especial, do que provocou o excessivo aumento das Despesas Gerais, ainda houve uma consoladora margem de lucro de 10,0% e 11,1%.

MENOS:

Despesas financeiras (14). O que provocou essa queda violenta, foi a utilização excessiva de Capital de Terceiros. Como se pode ver, as Despesas Financeiras, que aumentaram 180,3% em todo o período, representando 10,0% da vendas. Praticamente consumiram a margem do Lucro Operacional. Aumentou 78,9% do primeiro para o segundo representando 10,1% das vendas e, do segundo para o terceiro, aumentou 180,3%, representando 11,1% também diante das Vendas. A principal causa disso se deu, em função da utilização de recursos a curto prazo na aquisição Ativos Fixos (Imobilizado) (11) que aumentou 191,7% no período total, enquanto que o Exigível a Longo Prazo, caiu 24,9% do primeiro para o segundo e passou ser utilizado somente no terceiro período, representando 18,3% das vendas, prometendo uma recuperação daí para frente, se for bem administrado.

MAIS:

Outras Receitas (15). Dispensa maiores comentários já que representam apenas 0,2% das Vendas, correspondente à atividades não operacionais

= LUCRO LÍQUIDO (16) Refere-se à margem de lucro resultante da atividade empresarial no período. Uma parte, corresponde ao pagamento ao proprietário e/ou sócios do empreendimento que, em curva decrescente, no primeiro período representou 11,6% das Vendas, caindo para 0,2% no segundo e 0,3 negativo no terceiro. O resultado no período foi de uma queda de 97,4% do primeiro para o segundo, outra de 296,6% do segundo para o terceiro representando uma queda média em todo o período analisado, de 105,1%. 

MENOS:

Participação da Diretoria (17). Refere-se ao volume de “dinheiro” definido, a ser retirado pelo proprietário e/ou sócios à título de retorno pelos investimentos. Dado à posição financeira crítica da empresa, o valor determinado foi de apenas o correspondente a 1,8%, somente do primeiro período, sem, retirada nos demais períodos.

= LUCRO DISPONÍVEL (18). É o que “sobrou” após a retirada como Participação da Diretoria.

MAIS:

Saldo Anterior (19). Valor contábil a ser adicionado, referente ao exercício anterior que representa apenas 0,4% das vendas, sendo 0,3% no primeiro período, zero no segundo e 1,0% no terceiro. Parte dele, contabilmente serviu parcialmente para cobrir o período de valor negativo.

Reversões (20). Refere-se à valores contabilizados no período anterior, que não foi utilizado. Representou 0,8% no total dos períodos, Também contabilmente, representou apenas 0,8% do total do período, sendo: 07, % no primeiro período, 0,9% no segundo e 0,8% no último.

= TOTAL A DISTRIBUIR (21) Valor que “sobrou” a ser distribuído, de acordo com a direção. Representou, 4,5% das Vendas, graças ao primeiro período, 11,0% das vendas, já que os demais foram baixíssimos sendo 1,1% no segundo período e 1,5% no terceiro

MENOS:

Transferência para Capital de Giro (22). A única transferência para Capital de Giro, se deu somente no terceiro período, com um valor correspondente à apenas 0,9% das vendas.

= LUCRO SUSPENSO (23), a ser definido. Na verdade foi o que sobrou de todas as somas e deduções. A EMPRESA ESTÁ EM PROFUNDO RITMO DE DECADÊNCIA








Continua!!!

      04. CAPITAL DE GIRO (FONTES E APLICAÇÃO 
                           DE RECURSOS)


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