19 - MODELO DE ANÁLISES E CONCLUSÕES
1 - Fases de um plano Orçamentário
PRÓXIMO CURSO:
- SISTEMA DE CUSTO -
COMPOSIÇÃO DE UM PLANO ORÇAMENTÁRIO EMPRESARIAL
1 - Fases de um plano Orçamentário
2 - Orçamento de Vendas
3 - Orçamento da Produção Necessária
4 - Orçamento da Matéria-prima Necessária
5 - Orçamento de Compra de Matérias-primas
6 - Orçamento da Mão de Obra Direta
7 - Orçamento de Despesas Gerais de Escritório
8 - Orçamento de Despesas Indiretas da Fábrica
9 - Orçamento do Estoque Inicial e Final
10 - Orçamento do Custo dos Produtos Vendidos
11 - Orçamento de Despesas com Vendas, Promoção e
Transporte
12 - Orçamento de Despesas Administrativas
13 - Orçamento de Outras Receitas
14 - Orçamento da Demonstração de Resultados
15 - Orçamento de Lucros Retidos
16 - Orçamento de Apropriação de Capital
17 - Orçamento do Fluxo de Caixa
18 - Cálculo das Variações para Tomadas e Controles
19 - Modelo de análises e conclusões.
18 - Cálculo das Variações para Tomadas e Controles
19 - Modelo de análises e conclusões.
ooooooooooooo
ANÁLISE VERTICAL E
HORIZONTAL DOS RESULTADOS
E DISTRIBUIÇÃ ORÇADO
X REALIZADO
|
||||||||
CONTAS
|
ORÇADO
|
REALIZADO
|
VARIAÇÃO
|
|||||
VALOR
|
VT%
|
HT%
|
VALOR
|
VT%
|
HT%
|
VALOR
|
%
|
|
ORÇAMENTO DA
DEMONSTR. DE RESULTADOS
|
||||||||
- VENDAS
|
9.314
|
100,0
|
100
|
9.254
|
100,0
|
99,4
|
(60)
|
0,6
|
- CUSTO DOS PROD. VENDIDOS
|
(5.938)
|
63,8
|
100
|
(6.028)
|
65,1
|
101,5
|
93
|
1,6
|
LUCRO BRUTO
|
3.376
|
36,2
|
100
|
2.226
|
34,9
|
95,6
|
(150)
|
4,6
|
- DESPESAS COM VENDAS
|
(1.483)
|
15,9
|
100
|
(1.457)
|
15,7
|
98,3
|
26
|
1,8
|
- DESPESAS ADMINISTRATIVAS
|
(335)
|
3,6
|
100
|
359
|
3,9
|
107,2
|
24
|
7,2
|
LUCRO OPERACIONAL
|
1.558
|
16,7
|
100
|
1.410
|
15,2
|
90,5
|
(148)
|
9,5
|
- OUTRAS RECEITAS E DESP.
|
51
|
0,6
|
100
|
35
|
0,4
|
68,6
|
(16)
|
31,4
|
LUCRO LÍQUIDO ANTES DO I.R.
|
1.609
|
17,3
|
100
|
1.445
|
15,6
|
89,8
|
(164)
|
10,2
|
- IMP. DE RENDA DO EXERCÍCIO
|
483
|
5,2
|
100
|
(433)
|
4,2
|
111,6
|
(50)
|
10,4
|
LUCRO LÍQUIDO
|
1.126
|
12,1
|
100
|
1.012
|
10,9
|
89,9
|
(114)
|
10,1
|
ORÇAMENTO DOS LUCROS
RETIDOS
|
||||||||
- LUCROS RETIDOS ANTERIOR
|
1.783
|
19,1
|
100
|
1.783
|
19,3
|
- o -
|
-o-
|
-o-
|
- LUCRO EST. NESSE ORÇ.
|
1.126
|
12,1
|
100
|
1.012
|
10,9
|
90,3
|
(114)
|
10,1
|
TOTAL
|
2.909
|
31,2
|
100
|
2.795
|
30,2
|
96,1
|
(114)
|
3,9
|
- DIVIDENDOS A DISTRIBUIR
|
(500)
|
5,4
|
100
|
(433)
|
4,6
|
86,6
|
(67)
|
13,4
|
LUCROS RETIDOS NESTE ORÇ.
|
2.409
|
25,9
|
100
|
2.362
|
25,5
|
91,1
|
(47)
|
2,0
|
ORÇAMENTO DE APROPRIAÇÃO
DE CAPITAL
|
||||||||
- AMPLIAÇÃO DO PRÉDIO
|
186
|
2,0
|
100
|
100
|
1,1
|
53,8
|
(86)
|
46.2
|
- MAQUINÁRIOS
|
3
|
0,0
|
100
|
-o-
|
- o -
|
- o -
|
(3)
|
100,00
|
- FERRAMENTAS
|
3
|
0,0
|
100
|
-o-
|
- o -
|
- o -
|
3
|
100,00
|
- MÓVEIS E UTENSÍLIOS
|
27
|
0,3
|
100
|
35
|
0,4
|
129,6
|
(8)
|
29,6
|
TOTAL
|
219
|
2,4
|
100
|
135
|
1,5
|
61,6
|
84
|
38,4
|
ORÇAMENTO DO FLUXO
DE CAIXA
|
||||||||
ENTRADAS
|
||||||||
- COBRANÇA DE DUPLICATAS
|
10.100
|
108,4
|
100
|
9.050
|
97,8
|
89,6
|
(1.050)
|
10,4
|
- OUTRAS RECEITAS
|
51
|
0,6
|
100
|
35
|
0,4
|
68,6
|
(16)
|
31,4
|
TOTAL DAS ENTRADAS
|
10.151
|
109,0
|
100
|
9.085
|
98,2
|
89,5
|
(1.066)
|
10,5
|
SAÍDAS
|
||||||||
- CONTAS A PAGAR FORN.
|
2.131
|
22,9
|
100
|
2.150
|
23,2
|
100,9
|
19
|
0,9
|
- MÃO DE OBRA DIRETA
|
2.664
|
28,6
|
100
|
2.852
|
30,8
|
107,1
|
189
|
7,1
|
- DESPESAS IND. DA FÁBRICA.
|
1.661
|
17,8
|
100
|
1.087
|
11,8
|
65,4
|
(574)
|
34,6
|
- DESPESAS DE VENDA
|
1.483
|
15,9
|
100
|
1.457
|
15,7
|
98,2
|
(26)
|
1,8
|
- DESPESAS ADMINISTRATIVAS
|
335
|
3,6
|
100
|
359
|
3,4
|
107,2
|
24
|
7,2
|
- ATIVOS FIXOS
|
219
|
2,4
|
100
|
135
|
1,5
|
61,6
|
(84)
|
38,4
|
- DIVIDENDOS
|
500
|
5,4
|
100
|
493
|
5,3
|
98,6
|
7
|
1,4
|
- IMP. DRENDA DO EXERC. ANT.
|
483
|
5,2
|
100
|
433
|
4,7
|
89,7
|
(50)
|
10,4
|
TOTAL DAS SAÍDAS
|
9.505
|
102,1
|
100
|
(8.966)
|
96,9
|
94,3
|
(539)
|
5,7
|
SALDO DE CAIXA NO FINAL DO PERÍODO
ORÇAMENTÁRIO
|
646
|
6,9
|
100
|
119
|
1,3
|
18,4
|
(527)
|
81,6
|
RELATÓRIO
É
através da Demonstração de Resultados, que se avalia o grau de eficiência do
Plano Orçamentário para Gestão de Crescimento e daí, a manipulação dos lucros e
distribuição aos sócios (dividendos, no caso de uma S.A.), aplicação em novas
imobilizações e formas de controle do fluxo de caixa para condução do capital
de giro. Nela se podem verificar as diferenças entre o que foi planejado e o
que realmente aconteceu, na expectativa de Receitas, Despesas e
consequentemente o Lucro, que é na verdade, o retorno ou pagamento aos sócios
ou proprietários, pelo Capital investido, com uma reserva para fins de
crescimento, do empreendimento.
A
Gestão de Crescimento, portanto, está, nessa fase, na análise comparativa do
planejado com o realizado e, nos casos de variações excessivas, tomam-se
medidas de correção para que no final do período, não aconteçam casos
significativos, que interferem nas expectativas favoráveis. É quando se tomam
decisões que afetam os responsáveis e os co-responsáveis dos
Centros de Responsabilidade, ao ponto de serem eliminados, muitas vezes, com a
perda do Cargo, quando se detectam negligências, desinteresse e até
desonestidade. A seguir, análise dos
números referente ao primeiro período do Plano Orçamentário. Em princípio,
qualquer variação, positiva ou negativa, acima de 10%, indica falha na previsão
e merece atenção, no que diz respeito às possíveis causas.
A
expectativa de Vendas era de $9.314, entretanto, o valor real foi de $9.254,
apontando uma variação de $60, representando 0,6% abaixo do planejado.
Portanto, menos de 1,0%, o que não chega a ser marcante e mostra bom desempenho
do setor comercial e distribuição. Entretanto, verificou-se que um produto
vendeu bem a menos que o planejado e o outro, bem a mais. Mesmo havendo
compensação financeira, o assunto merece uma análise, para se definir as
possíveis causas.
O
Custo dos Produtos Vendidos previsto deveria atingir $5.938, correspondente a
63,8% das Vendas. Todavia, o valor realizado foi de $6.028, representando 65,1%
das Vendas. Aqui aparece uma variação de 1,6%, dentro do admissível, ou seja, o
valor de $93 que não chega a afetar sensivelmente a margem de lucro esperada,
bem como o Capital de Giro, ou seja, se isso ocorrer, a causa não está aqui.
As
Despesas com Vendas, que foram planejadas para atingir $1.483, correspondente a
15,9% das Vendas, foram menores 1,8% ou seja, $26, Já que o realizado foi de
$1.457. Pequena, mas mostrou eficiência
dos Centros de Responsabilidade do setor, desde que não venha a prejudicar a
conquista de mercado.
As
Despesas Administrativas, conceituadas como Despesas Fixas, que deveriam ser de
$335, representando 3,6% das Vendas, foi na verdade de $359, 3,9% diante das Vendas, apontando uma
diferença de 7,2%, se aproximando dos 10% admissíveis.
As
contas de Outras Receitas e Despesas
(Receitas, nesse período) apresentaram um resultado menor que o esperado, ou
seja, $35, contra $51, planejado. Embora o valor seja pequeno, apenas $16, a
redução foi de 31,4%, merecendo uma análise.
A
previsão do Imposto de Renda dispensa
comentários, já que se trata de um percentual fixo determinado, com relação ao Lucro.
Todavia, com relação às Vendas, o
valor realizado foi menor que o planejado, ou seja, 1,6% contra 1,8%.
O Lucro
Líquido, ou
seja, o retorno esperado pelo proprietário ou sócios, que seria de $1.126,
representando 12,1% das Vendas, um
bom resultado, comparado com outras empresas do ramo e em sintonia com a atual
economia, foi na verdade de $1.012,
10,9% das Vendas. A
defasagem, portanto, no valor de $114, foi de 10,1%. Essa situação, considerando a ordem de
grandeza numérica, pode-se dizer, está dentro do admissível.
Em
consequência da queda dos lucros nesse exercício, mesmo com o acréscimo dos Lucros
Retidos do
ano anterior, a distribuição dos Dividendos foi
menor em 13,4% e a queda dos Lucros
Retidos para
o exercício orçamentário foi de 2,0% passando de $2.409, 25,9% das Vendas,
para $2.362, 25,5% das Vendas.
Também
em consequência da queda dos Lucros, a Apropriação
de Capital,
ou seja, as aplicações em Imobilizações caíram 38,4%, passando de $219, 2,3% da Vendas para
$135, 1,5%, também das Vendas.
Como
o volume de Vendas não sofreu defasagem significativa, as
Entradas previstas, para o Fluxo
de Caixa,
foram saudáveis, com uma diferença de
10,5% a menos, portanto, dentro do limite, passando de $10.151 para
$9.085
As
saídas, no seu total, também se mantiveram em equilíbrio com uma variação para
menos de apenas 5,7%, que favorece o Capital
de Giro.
Isso aconteceu porque houve uma certa compensação das contas que sofreram
quedas diante do previsto, em particular, os Ativos
Fixos que
contribuíram com uma redução 38,4%. No
total, com exceção de Contas
a Pagar, com
um acréscimo de 0,9%, Mão
de Obra Direta
que aumentou 7,1% e Despesas
Administrativas,
7,2% a mais, as demais contas sofreram variações favoráveis, em médias
equilibradas de 5% a 10%.
Como,
o total de Entradas previstas no valor de $10.151, foram efetivadas em 9.085, e
o total das saídas passou de $9.505, para $8.966, a expectativa de saldo de
$646 representando 6,9% das Vendas
passou para $119, 1,3% das Vendas,
gerando uma diferença desfavorável no Fluxo
de Caixa, ou
seja, 81,6% a menos
oooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooo oooooooooooooooooooooooo
- SISTEMA DE CUSTO -
FORMAÇÃO PROFISSIONAL
(ASSISTENTE/ANALISTA)
-
Custos -
Assistente/Analista
(Autodidatismo)



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