sábado, 10 de março de 2018

FORMAÇÃO PROFISSIONAL - LOGÍSTICA ATUALIZADA - ATIVIDADES COMPLEMENTARES-


LOGÍSTICA ATUALIZADA
ATIVIDADES COMPLEMENTARES






- PRINCÍPIOS ADMINISTRATIVOS BÁSICOS

- PERT/CPM

- “FORECAST” OU (REVISÃO

 ORÇAMENTÁRIA)


- ESTOQUES - CLASSIFICAÇÃO “ABC”


- ROTAÇÃO DE CRÉDITOS E DÉBITOS

- “JIT” – “JUST IN TIME” – NO TEMPO CERTO

- “KANBAN”
    
    - “BSC” – “BALANCED SCORECARD” “CENÁRIO BALANCEADO”.


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A FUNÇÃO DA LOGÍSTICA

Encurtar distâncias, conectar pessoas, expandir as fronteiras de uma empresa.

Num país como o Brasil, com tal porte e dimensão cada vez mais interligado, com o avanço cada vez mais veloz da Internet, é uma exigência fornecer ao mundo produtos de qualidade. Nesse ínterim, a logística torna-se uma das funções vitais no mundo dos negócios, na economia cada vez mais avançada. É a Logística a responsável pela supervisão e controle da matéria-prima, das atividades operacionais e de produtos que saem da linha de montagem numa fábrica, para atingir mercados de norte a sul, de leste á oeste e ainda, se for o caso, as importações e exportações.  

O responsável pela Logística supervisiona  através de planejamento, controle e avaliação de eficiência,  organizando os recursos demandados que atenda as necessidades da empresa.


OPÇÃO ACADÊMICA

Uma linguagem simples, sem exageros acadêmicos, acessível a todos de um modo geral, podendo ser consultado tanto por leigos como especialistas. Essencialmente prático, essa metodologia de análise  aborda assuntos relevantes, sem extremismos, buscando atender à carência das micros e pequenas empresas. Algumas expressões chegam a ser repetitivas para maior assimilação.



A proposta desta exposição,não é oferecer nenhum tratado geral sobre o assunto.

Tem como objetivo, delinear alguns conceitos básicos sobre organização, mercado, planejamento e aplicação deles de uma forma simples, racional e pragmática, para abrir caminho no contexto empresarial,  e outros comportamentos lógicos” voltados para a “logística”, incluindo comportamentos de ordem social. “ditados pela consciência” no exercício profissional.


QUANDO SE FALA EM LOGÍSTICA,
 
FALA-SE EM ATIVIDADES LÓGICAS, NUM PLANEJAMENTO CORRETO, COM RIGOROSO ACOMPANHAMENTO!

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  FALA-SE EM “RACIONALIDADE OPERACIONAL” OU SEJA: A ATIVIDADE CERTA, O MATERIAL CERTO, NO LOCAL CERTO, NA HORA CERTA!

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A palavra “logística” e “lógica” vem do grego logos” e significa "discurso, razão, racionalidade, linguagem, frase", que por sua vez veio também da palavra grega logistiki. Era usado para descrever a movimentação, suprimento e manutenção de forças militares, utilizada inicialmente pelos franceses logistique com origem no latim logisticus”, “relativo à razão”.

Posteriormente, segundo pesquisadores, passou a ser usado para descrever a gestão responsável para provimento dos recursos, equipamentos e informações nas atividades diversas de uma empresa. Portanto, a logística é uma área paralela à administração, que envolve recursos humanos, recursos da engenharia, economia, contabilidade, estatística, marketingtecnologia, do transporte e outros, dentro de uma sequência lógica, em paralelo às gerências de cada área para que o processo funcione da melhor maneira, desde o ponto de origem até o ponto de consumo, com o propósito de atender às exigências dos clientes”. 
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No caso dos consumidores, a estratégia competitiva de uma empresa, define o conjunto de necessidades que ela pretende satisfazer, por meio de seus produtos e serviços, e para isso, a empresa estabelece diretrizes para alguns elementos de seu campo de atuação, tais como: qualidade, preço, função do produto, canais de distribuição, promessa de satisfação, atendimento, garantia, serviços pós-venda, etc.

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A estratégia empresarial, portando, é a combinação de fatores e a abordagem particular que a empresa concebe, para enfrentar a concorrência e para criar valor para os clientes, consolidando ou ampliando suas vantagens competitivas. Deve ser formada por um conjunto de diretrizes que visam orientar as áreas executivas e operacionais para elaboração dos planos e ações, relativos ao trato de questões internas e externas, que devem empreender, para cumprir os objetivos estratégicos da organização.


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Na busca de uma constante integração com o meio ambiente geral e em particular com o meio ambiente operacional, as organizações tem sentido um forte impacto diante da velocidade das mudanças que hoje se operam no mundo, fervilhante de inovações. Dai, a necessidade de se comprometer com as alterações que se verificam na economia, na política, nas legislações; mudanças climáticas, geográficas, demográficas, mudanças comportamentais por parte dos consumidores e muitas outras.


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Diante dessas contingências, a própria administração como um todo tem tido como imprescindível a constante busca na melhora de seus processos. Daí cercar-se de recursos técnicos e humanos, de forma adequada e racional, objetivando a sobrevivência com obtenção de “lucros e satisfação interna e externa”.


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PRINCÍPIOS ADMINISTRATIVOS BÁSICOS
IMPRESCINDÍVEIS NA LOGÍSTICA


PLANEJAMENTO

DIZ-SE QUE, UM HOMEM SEM PROJETOS DE CRESCIMENTO É ALGUÉM QUE SE RENDEU À ROTINA DO DIA A DIA, QUE PERDEU A CORAGEM DE VIVER.  O MESMO SE DIZ DE UM EMPREENDIMENTO OU MESMO DE UM POVO, SEM UM PROJETO CAPAZ DE POLARIZAR TODAS AS SUAS ENERGIAS, PARA A REALIZAÇÃO DE UM OBJETIVO, QUE DÊ SENTIDO À SUA HISTÓRIA.   

  • Basicamente, a Logística tem como básico, um “planejamento estratégico” de conformidade com os objetivos da administração, de “planejamentos táticos”dos diversos setores da empresa e sub-planejamentos de cada um deles, que se constitui no “planejamento operacional”. 
  • O planejamento é especialmente importante, onde, segundo a própria etimologia da palavra, do latim, planus”, igual a “chão”, enfatiza a necessidade de se estar com “os pés no chão”, no sentido de se organizar com propostas e metas renováveis segundo a dinâmica do conhecimento e das operações.
  • Planejar é elaborar um plano de ação, isto é, fixar um objetivo e definir os meios para atingi-lo.  No âmbito de uma empresa, significa planejar as atividades de crescimento, para um período futuro, nas áreas de produção e/ou comercialização e venda, “buscando um retorno justo pelo capital investido.
  • Ao planejar fala-se em diagnósticos, objetivando obter informações sobre causas e problemas e sobre mudanças que podem ocorrer, na expectativa esperada. Fala-se também em planos projetados e programados.  A palavra projeto vem do latim, de projectum de “pro” “diante de”, mais jactum”, “aquilo que é lançado na frente” e, programa, cuja etimologia grega de “pro” significa “diante de” e gramma que significa “letra”, “escrito”, para ser lido e observado por todos. É, a fixação de uma meta e a previsão dos meios mais eficazes para atingi-la.  O projeto, evoca mais a ideia de uma certa figuração visível do objetivo que se pretende alcançar. Assim se fala no projeto de um edifício ou de uma ponte a ser construída. Enquanto que programa designa mais o detalhamento de um plano em suas diversas etapas e a previsão de sua cronometragem, transformado num manual a ser seguido.

ORGANIZAÇÃO
  • Organizar significa criar órgãos, dividir os trabalhos atendendo ao quanto diz respeito aos princípios básicos de uma administração científica. Organizar, portanto, as intenções, criar setores, criar centros de responsabilidade. Na empresa, se faz referência à criação de centros de receitas e centros de despesas, cada qual com seu responsável, respondendo pela eficiência e eficácia do seu setor. Para isso é necessário que o homem certo seja colocado no lugar certo e na hora certa, sem paternalismos, visando o zelo pela harmonia através da coordenação dos trabalhos, ou seja: Centros de Responsabilidade.
  • Organização quer dizer ordem em nossas ações; e ordem, é estrutura perfeita, disposição conveniente dos meios para obter os fins. Está ligada diretamente à integridade e à ética que andam de mãos dadas. Quando uma se ausenta, as demais perdem poder.
  • Tudo agora é uma questão de organização. Portanto, para ser grande é preciso ser organizado. Crescer sem melhorar a organização administrativa é aumentar a altura da queda. Para isso, a vida organizacional deve ser uma vida de interdependências e também de Interconfianças.
  • Os Centros de responsabilidade são vitais para o sucesso das operações. Subentende-se, portanto, que em todo o mecanismo existe o ser humano. É ele o esteio de tudo desde o mais alto nível dentro da organização, até o mais modesto dos servidores. E todos eles são importantes nessa integração.

MODELO DE UM ORGANOGRAMA, COM AS SUBDIVISÕES QUE CONFIGURAM OS 
CENTROS DE RESPONSABILIDADE 
DE UMA ESTRUTURA 
ORGANIZACIONAL 


COORDENAÇÃO
  • Coordenação” significa “ação de ordenar conjuntamente”. É a disposição ordenada e metódica de elementos que se constituem num todo à base de critérios bem definidos, direcionados a  um objetivo.
  • Na empresa, atendendo A um processo disciplinar, deve existir uma interdependência de trabalhos e, portanto também de setores. Dai, a necessidade de um racional fluxo de informações e documentos, de transmissão de tecnologia, etc., sem se pecar por excessos de vaidades ou extremismos, em face de posições hierárquicas. Assim é que muitas discordâncias e discussões funestas podem ser evitadas com mais moderação e menor suscetibilidade. Nenhum centro deve julgar o seu setor como de prioridade em detrimento dos demais, respeitados os graus de complexidade dentro do processo. Isso é coordenação.
EXECUÇÃO
  • Depois de um fluxo de operações bem definido e coordenado em níveis verticais e horizontais, depois das tarefas bem identificadas e delineadas para cada centro de responsabilidade e aclaradas as necessidades de um sincronismo entre elas, também em níveis verticais e horizontais, a metade do trabalho já está feita, parte-se para a fase pragmática do campo empresarial. Na execução deverão ocorrer os fatos reais da atividade a que se propôs dentro do planejamento.
  • É evidente que a execução gera toda uma movimentação de pessoas e materiais, segundo um cronograma pré-estabelecido. “No decorrer das atividades de toda ordem, os fatos são registrados seguindo-se as coordenadas do planejamento”.
CONTROLE
  • Em termos periódicos e sistemáticos, o controle pode ser feito através da “comparação do planejado com o que foi efetivamente realizado”, tomando-se como base os demonstrativos de ambos os lados. A partir daí são estabelecidas as variações por centro de responsabilidade, para se tomar conhecimento até que ponto o planejamento está sendo seguido e, nesse contexto, se as posições encontradas são positivas ou negativas.
  • Se negativas, deve entrar aqui as argumentações dos responsáveis, para que no próximo e curto período subsequente as falhas sejam corrigidas no próprio planejamento e nos meios propostos para se atingir os objetivos, sempre em tempo hábil
  • Percebe-se que “deve existir permanentemente uma preocupação com o aprimoramento e o conhecimento das causas e efeitos, para que no ciclo administrativo, o novo planejamento seja mais ajustado”.



JIT
  • O sistema “Just in Time”, doravante denominado “JIT”, foi desenvolvido no início da década de 50 na Toyota Motors Company, no Japão, como um método para aumentar a produtividade, apesar dos recursos limitados. “JIT” - “Just in Time”,No Tempo Certo” significa, que, em um processo de fluxo, as partes corretas necessárias à montagem alcançam a linha de montagem no momento em que são necessários e somente na quantidade necessária. Uma empresa que rigorosamente estabelece esse fluxo integralmente pode chegar ao estoque zero. Do ponto de vista da produção, esse é um estado ideal. Objetivos: eliminar desperdício associado a qualquer atividade que não agregue valor, reduzir estoques e garantir que sempre que se faça necessário ter estoques, estes deverão estar disponíveis imediatamente antes do momento da utilização, assegurando a pontualidade.
  • No processo de globalização no qual as organizações estão envolvidas atualmente, a concorrência é imensa, os clientes estão cada vez mais exigentes, os recursos são escassos e mais onerosos. Nesse ambiente, o atendimento aos requisitos de clientes, relativos ao tempo, tornam-se um fator de diferenciação, ou seja: velocidade, pontualidade e flexibilidade. Estoques custam dinheiro parado e ocupam espaço, transporte interno, paradas intermediárias e refugos. São formas de desperdício e consequentemente devem ser eliminadas ou reduzidas ao máximo.  O conceito de JIT se expandiu, e hoje é uma filosofia gerencial que procura não apenas eliminar os desperdícios, mas também colocar o componente certo, no lugar certo e na hora certa.

KANBAN

“Kanban” é uma palavra de origem japonesa que significa literalmente “registro ou placa visível”. O kanban é um sistema desenvolvido por um executivo da Toyota. Em Administração da produção, significa um quadro com cartões ou paineis eletrônicos que controlam os fluxos de produção ou transportes, permitindo agilizar a entrega e a produção de peças. Pode ser empregado em indústrias montadoras, desde que o nível de produção não oscile em demasia.

O “JIT” usa o sistema Kanban, para retirar as peças em processamento de uma estação de trabalho e puxá-las para a próxima estação do processo produtivo. As partes fabricadas ou processadas são mantidas em repositórios e somente alguns destes repositórios são fornecidos à estação subsequente. Quando todos os repositórios estão cheios, a máquina para de produzir, até que retorne outro repositório vazio, que funciona como uma “ordem de produção”. Assim os estoques de produtos em processo são limitados aos disponíveis nos repositórios e só são fornecidos quando necessário.

Podem ser Kanbans de Produção ou Kanbans de Movimentação e transitam entre os locais de armazenagem e produção substituindo formulários e outras formas de solicitar peças, permitindo enfim, que a produção se realize “Just in time” “no tempo certo”. A força de trabalho de hoje pode ser armado com smartphones retina  e tablets, mas a abundância de informação ainda acontece em nosso caminho como palavras em uma tela.   Os        e-mails, planilhas, listas de tarefas de texto está em toda parte. O Kanban ajuda a aproveitar o poder da informação visual, utilizando notas em um quadro branco para criar uma "imagem" do trabalho. Uma vez que seu sistema Kanban está no lugar, torna-se a pedra angular para uma cultura de melhoria contínua, para medir a eficácia, mediante fluxo de monitoramento, qualidade, produtividade, prazos de entrega, mudança do sistema para melhorar a eficácia. etc.

KANBAN - (“RECADOS”)
Um Exemplo do Visual


GRÁFICO DE GANT


UMA OPÇÃO ADICIONAL QUE 
PLANEJA, CONTROLA E GERENCIA
A EXECUÇÃO DE PROJETOS

  • Semelhante ao “KANBAN, o “Gráfico de Gantt”, é também voltado para o planejamento, execução e controle. Foi desenvolvido por Henry Gantt 1910, nascido em Maryland, nos Estados Unidos,. Henry Laurence Gantt, formou-se em engenharia mecânica em 1884. Após a contratação pela  Midvale Steel, em 1887, o engenheiro mecânico desenvolveu diversas ferramentas de auxílio ao planejamento.
  • No ano de 1903 apresentou seu trabalho “A graphical daily balance in manufacturing”, “Controle gráfico diário de produção”, surgindo daí, o Gráfico de Gantt, que é também um gráfico de barras para ilustrar o cronograma de um projeto
  • “As tarefas de cada membro de uma equipe podem ser visualizadas, assim como o tempo utilizado para cumpri-la”. O empenho de cada membro no grupo pode ser analisado, desde que esteja associado, à tarefa, como um recurso necessário ao desempenho dela.
  • Os intervalos de representando “o início e fim de cada item, podem ser identificados como barras sobre o eixo horizontal do gráfico”.
  • Existem diversas maneiras para o desenvolvimento de planilhas. Algumas mais simples, outras mais complexas, mas todas capazes de gerar o mesmo resultado ao definir o “grau da atividade, basta utilizar a criatividade”.
  • Também “é possível montar um gráfico de Gantt no Excel”. Basta digitar nas colunas as datas, nas linhas as atividades e preencher a tabela com as cores.

MODELOS DE
GRÁFICOS DE GANTT



PERT/CPM
  • Até a década de 50 o mundo ainda sofria a consequência da queda da Bolsa de Nova York em 1929. Foi nessa época que Peter F. Drucker, na sua obra “A Prática de Administração de Empresas”, já falava que cada membro de uma organização contribui de maneira diferente, porém todos em direção a um mesmo objetivo. Cada um deveria dirigir seus esforços no sentido de controlar seu próprio trabalho.
  • Nessa mesma ocasião, os Estados Unidos se encontravam diante de um problema para construir um foguete espacial chamado Polaris”. A situação militar  não podia se submeter a um possível atraso no término da execução.  Dai então foi criado um grupo, encarregado de pesquisar e elaborar um sistema para aplicar na organização e no controle, para que o objetivo fosse alcançado no tempo certo. O tempo inicial era de 5 anos e passou para 3 graças ao emprego desse sistema que recebeu o nome de PERT, iniciais de Program Evoluation and Review Technique”,  “Técnica de Avaliação e Revisão de Programas
  • Ainda na mesma época, a Cia E. I. Du Pont de Nemoursestava construindo projetos para fabricação e lançamento de produtos e o tempo teria que ser estimado com a máxima precisão possível.  Dai, surgiu um método bastante semelhante ao PERT, que recebeu o nome de “CPM”, iniciais de “Critical Path Method”,  “Método do Caminho Crítico”.  A partir dai, a aplicação diversa de ambos os sistemas passou a ser conhecida com a sigla PERT/CPM ou REDE PERT/CPM ou ainda, simplesmente PERT.


NA SEQUÊNCIA, UM EXEMPLO PRÁTICO DA UTILIZAÇÃO TÉCNICA DO PERT/CPM, NO PLANEJAMENTO DE PRODUÇÃO 
LANÇAMENTO DE UM 
NOVO PRODUTO



Uma empresa, com projeto de crescimento, se prepara para produzir e lançar no mercado, no próximo ano um novo produto, ou seja, por exemplo, um produto de limpeza de uso doméstico. A decisão foi tomada pela gerência dos setores de Marketing, Engenharia de Produtos, em conjunto com o setor de Planejamento Financeiro e membros da diretoria.

As condições da empresa e do mercado exigiam o lançamento do produto em face da concorrência. A pesquisa feita mostrou a necessidade de se criar impacto com o lançamento no início do ano seguinte e o projeto, dividido em várias fazes, deveria excluir a possibilidade de atrasos.

O responsável de cada setor envolvido, é consultado para determinar o tempo de execução de sua tarefa, assumindo a responsabilidade, que será  “fiscalizada”  pela “Logística” para não interferir no sucesso do projeto, quando em prática.

Determinadas as fazes, dos diversos setores, o responsável de cada uma delas especificará as atividade de sua competência, observando a interdependência das tarefas para se atingir o objetivo final, com um trabalho eficiente e racional com estimativas tão precisas quanto possíveis, para se chegar à exposição de detalhes ou seja:

As condições da empresa e do mercado exigiam o lançamento do produto em face da concorrência. A pesquisa feita mostrou a necessidade de se criar impacto com o lançamento no início do ano seguinte e o projeto, dividido em várias fazes, deveria excluir a possibilidade de atrasos.

O responsável de cada setor envolvido, é consultado para determinar o tempo de execução de sua tarefa, assumindo a responsabilidade, que será  “fiscalizada”  pela “Logística” para não interferir no sucesso do projeto, quando em prática

Determinadas as fazes, dos diversos setores, o responsável de cada uma delas especificará as atividade de sua competência, observando a interdependência das tarefas para se atingir o objetivo final, com um trabalho eficiente e racional com estimativas tão precisas quanto possíveis, para se chegar à exposição de detalhes ou seja:


A SEGUIR:
RESULTADO DAS CONSULTAS DE CADA ATIVIDADE E TEMPO DE OPERAÇÃO


              •Qual a duração do projeto?
              •Quais os tempos mínimos em cada evento? 
              •Quais os tempos máximos em cada evento?
              •Quais as folgas em cada evento?
              •Qual o caminho crítico (sem folga)?

Para melhor visualização, use 
"tela cheia"











               Qual a duração do projeto?
               •Quais os tempos mínimos em cada evento? 
               •Quais os tempos máximos em cada evento?
               •Quais as folgas em cada evento?
               •Qual o caminho crítico (sem folga)?




FOLGAS E CAMINHOS CRÍTICOS OBRIGATORIAMENTE,
EM CONDIÇÕES NORMAIS, A SEREM OBSERVADOS
POR CADA CENTRO DE RESPONSABILIDADE

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EXEMPLO DA APLICAÇÃO PRÁTICADO  PERT/CPM
NA ILUSTRAÇÃO DE UM PLANO ORÇAMENTÁRIO
(BUDGET)

“Budget” é um termo da língua inglesa que significa “orçamento”. É frequentemente utilizado no meio empresarial para designar o orçamento periódico (normalmente anual) feito por uma empresa, onde são inseridas variáveis de custos, receitas e despesas, definindo um plano de contas.

O “budget” é normalmente o plano básico para início da atividade produtiva. Através desse plano estratégico, são traçados os objetivos de venda e produção e se consegue fazer uma previsão das condições financeiras durante o período determinado, bem como um planejamento futuro.

A SEGUIR:

RESULTADO DAS CONSULTAS DE CADA ATIVIDADE
E TEMPO DE OPERAÇÃO


Para ilustrar a elaboração de um plano orçamentário para fins de análise e  feedback antes de sua aplicação num determinado  exercício, citamos como exemplo o objetivo de uma empresa que pretende aumentar o seu mercado  com o lançamento de novos produtos.

“As diversas tarefas relacionadas com o exercício efetivo de um plano orçamentário  de competência dos diversos setores da empresa, com a participação do responsável pela Logística, foram relacionadas e submetidas à apreciação de cada gerente que deveria estimar “com responsabilidade” o tempo de duração do seu trabalho”.  A interdependência das tarefas  classificadas como “eventos”, a função de cada uma delas, com a determinação estimada de sua duração ficou representada como segue:

O TRAÇADO DA REDE, É DE LIVRE CRIATIVIDADE

VEJA:


Aqui também, para melhor visualização, use 


"tela cheia"




OUTRO:




                   Qual a duração do projeto?
                   •Quais os tempos mínimos em cada evento? 
                   •Quais os tempos máximos em cada evento?
                   •Quais as folgas em cada evento?

                   •Qual o caminho crítico (sem folga)?


A SEGUIR:

RESULTADO DAS CONSULTAS DE CADA ATIVIDADE
E TEMPO DE OPERAÇÃO



FOLGAS E CAMINHOS CRÍTICOS,
OBRIGATORIAMENTE, EM CONDIÇÕES NORMAIS
A SEREM OBSERVADOS POR CADA CENTRO DE RESPONSABILIDADE


IMPORTÂNCIA DA DEFINIÇÃO DO MERCADO COMPETITIVO

A definição de mercado deve considerar o escalpo do negócio e a dimensão do segmento. O escalpo de mercado refere-se à identificação do grupo de consumidores atendidos e os não atendidos. Assim, é comum as empresas estabelecerem os limites geográficos das áreas de atendimento a consumidores e clientes.

Uma das maneiras para uma empresa fazer crescer o seu negócio é obter vantagens competitivas ou possuir uma competência distinta da concorrência”. A competência pode ser obtida pelo desempenho ou pela capacidade de atender às necessidades específicas de consumo.  As vantagens competitivas advêm do conhecimento e acesso às tecnologias diferenciadas ou de custos operacionais mais baixos. “Há, no entanto, empresas com maior competência para atender às necessidades do mercado que outras. E essas competências podem ser de diversas origens: capacidade gerencial, capacidade financeira, capacidade produtiva, capacidade de marketing, capacidade de distribuição, imagem de marca, etc., dentro dos princípios da “logística”.

 Sem um claro direcionamento de crescimento, todos os esforços estratégicos poderão estar perseguindo metas inviáveis ou irrealizáveis”. Uma organização pode definir o escalpo de seu negócio para os produtos atuais e no mercado atual, para novos produtos no mercado atual, para os produtos atuais em novos mercados e para novo mercado com novos produtos.


Dessa maneira, uma organização pode optar por um direcionamento estratégico que leve em conta os recursos disponíveis e as oportunidades de mercado existentes, atuando  com os produtos atuais, ou novos nos mercados existentes, como em novos mercados com novos produtos ou ainda com os produtos atuais. “Daí a importância de um Plano Orçamentário” com efeitos “lógicos” e “logísticos”.

 “FORECAST”
OU
(REVISÃO ORÇAMENTÁRIA)

O forecast é a análise real do que foi previsto no “budget”. É uma comparação periódica entre os dados estimados e os dados reais. Caso haja uma “discrepância” acentuada nessa comparação, a empresa pode definir novas estratégias.

O processo orçamentário em si, refere-se a tudo quanto diz respeito ao planejamento, coordenação, preparação, controle, relatórios, utilização dos mesmos e qualquer outro aspecto que esteja ligado com o orçamento global, sendo, pois, visto como um procedimento administrativo.  Assim, podemos afirmar que o orçamento nada mais é que um plano escrito e detalhado que mostra os próprios planos de uma empresa, para o período de tempo abrangido pelo orçamento e os prováveis efeitos que o mesmo terá sobre a empresa.


ESTOQUES

CLASSIFICAÇÃO “ABC” PARA MELHORAR A GESTÃO DE ESTOQUE

Compete ao departamento de planejamento e gestão de estoques, o processamento e manutenção da Curva  “ABC” sempre atualizada e correta. Trata-se de um comportamento “logístico” que possibilita redução do estoque sem comprometer  a produção e o atendimento do cliente.

Uma boa gestão de estoque faz com que a empresa possa se tornar mais competitiva no mercado em que atua. Para manter um controle melhor do estoque e reduzir  seu custo, sem comprometer o nível de atendimento. É importante classificar os itens de acordo com a sua importância.

Obedecendo um grau de prioridade, não é conveniente a compra de produtos caros em grande quantidade e sim, de acordo com a necessidade para atender o ritmo da produção. Se os produtos e materiais forem de valor menor e tiverem um consumo grande, pode-se comprar uma quantidade maior sem afetar a posição financeira. A classificação “ABC” se dá em função “faixa de quantidade” e “faixa de valores

Classe “A”: São os principais itens em estoque de alta prioridade, foco de maior atenção, pois são materiais com maior valor (admite-se um  maior giro de estoque – baixa quantidade).

Classe “B”: Compreendem os itens que ainda são considerados preciosos, logo após os itens de categoria A, e que recebem cuidados medianos. (permite-se um médio giro de estoque – média quantidade)

Classe “C”: Não deixam de ser importantes também. (deve-se manter um menor giro de estoque – maior nivel quantitativo) 






NÚMERO MÉDIO DE DIAS DE ESTOCAGEM DOS PRODUTOS E/OU DE MATÉRIAS-PRIMAS

Sabe-se que quanto maior for o giro de estoque ou o menor número de dias de estocagem, dentro do possível, melhor para o capital de giro da empresa. Todo esforço deve ser feito para se girar cada vez mais o estoque. “Muitas e muitas vezes, a empresa está com uma excelente situação econômica, mas, mal financeiramente. O dinheiro está quase todo nos estoques”.

ROTAÇÃO DE ESTOQUES






     ROTAÇÃO DE CRÉDITOS E DÉBITOS

- POR QUE O DINHEIRO VEM SUMINDO A CADA DIA?

- POR QUE A INADIMPLÊNCIA NOS RECEBIMENTOS?


- POR  QUE A  INADIMPLÊNCIA  NOS PAGAMENTOS?

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ROTAÇÃO DE CRÉDITOS

CÁLCULO DA ROTAÇÃO DE CRÉDITOS

O ideal seria que o vencimento das vendas a prazo da empresa fosse sempre inferior ao período recebido nas compras a prazo. É difícil porque todas as empresas pensam da mesma forma. Todavia, um esforço deve ser feito nesse sentido, através do Depto. de Vendas. Em paralelo, é necessário que o Depto. de Cobrança, seja rigoroso nas cobranças evitando ao máximo as inadimplências. De qualquer forma o resultado deve ser sempre comparado com a rotação de débitos (prazos médios de pagamentos.






ROTAÇÃO DE DÉBITOS
CÁLCULO DA ROTAÇÃO DE DÉBITOS 

O ideal seria que o “vencimento das compras a prazo da empresa fosse sempre superior ao período concedido nas vendas a prazo. É difícil porque, também aqui, todas as empresas pensam da mesma forma”. Todavia, um esforço deve ser feito nesse sentido, através do Depto. de Compras. “Em paralelo, que o Depto. de Contas a Pagar, procure ser rigoroso na pontualidade dos pagamentos evitando problemas de crédito”. De qualquer forma o resultado deve ser sempre comparado com a rotação de créditos (prazos médios de recebimento).










BSC

O “BSC” CONFIGURA AS “VITAMINAS” PARA A LOGÍSTICA E CONSENSOS SOCIOLÓGICOS

Nos dias atuais, no atual ambiente globalizado, em face da acirrada concorrência e alta competitividade, “não se admite mais o gerenciamento baseado somente nos indicadores financeiros, colocando em evidência o retorno dos investimentos e consequente margem de lucro “cada vez maiores. Para analisar a tendência dos empreendimentos”, há outros fatores, de suma importância que devem ser considerados, independente do porte, empreendedor  individual, micro, pequena, média ou grande empresa. “Trata-se do “BSC” – Balanced Scorecard” “Cenário Balanceado”. 

Medidas de desempenho devem englobar os “valores” que a empresa considera como vitais, para a sua sobrevivência e crescimento. “As medidas de desempenho em cada uma das perspectivas do Cenário Balanceado estão relacionadas com”:

Clientes – Satisfação, retenção, mercado e participação;

Processos Internos – Qualidade, tempo de resposta, custo e introdução de novos produtos;
Aprendizado e crescimento – Satisfação dos colaboradores e disponibilidade dos sistemas de informação...

E COMO CONSEQUÊNCIA:
Perspectivas Financeiras – Valor agregado e retorno do investimento.

 “BSC” está voltado para atender ao tipo de organização que muitas empresas estão buscando ser, colocando a estratégia e a visão de futuro, no centro das atenções.  “Ele não representa substituição e muito menos pretende eliminar os indicadores financeiros tradicionais. A intenção é  criar novas perspectivas que auxiliem a identificação dos fatores que geram uma saúde financeira sadia.” Daí é só adaptar os princípios básicos ao porte da empresa e por em prática, sem o que não há garantia de sobrevivência, nos tempos atuais.

 PERSPECTIVA DO CLIENTE

A perspectiva do cliente permite aos executivos identificar segmentos, de clientes e de mercado, nos quais possam competir, visando os seguintes 
pontos-chave:
 Participação de mercado” – representação da proporção de vendas da unidade de negócio no mercado em que atua, determinada em termos de número de clientes, capital investido, unidades vendidas ou instaladas;

“Retenção de clientes” – acompanhamento, em números absolutos ou relativos, do percentual de clientes com os quais a unidade de negócio continua mantendo relações comerciais;

“Captação de clientes” – medição, em termos absolutos ou relativos, do percentual de clientes novos ou de novos negócios ganhos pela organização;

“Satisfação dos clientes” – registro do nível de satisfação dos clientes em relação a critérios preestabelecidos de desempenho ou de valor agregado.

“Lucratividade do cliente” – medição da lucratividade da empresa no negócio ou nos negócios com um cliente, ou com um segmento de mercado, depois de levantar as despesas específicas requeridas para atender esse cliente ou esse mercado.

PERSPECTIVA DOS PROCESSOS DE APRENDIZAGEM DE NEGÓCIOS

Nesta perspectiva, os executivos identificam os processos internos críticos, nos quais a empresa deve alcançar a excelência de negócios  que ofereçam propostas de valores, capazes de atrair e reter clientes, que satisfaçam as expectativas de retornos financeiros. Esse modelo inclui três processos principais:

Inovação” – durante esse processo, Campos (2001) diz que devem ser pesquisadas as necessidades reais e futuras dos clientes-alvos. Em seguida são desenvolvidos os produtos e/ou serviços que deverão satisfazer as necessidades identificadas.

“Operação” – as principais medidas operacionais genéricas são: custo, qualidade e tempo de resposta. Deve se preocupar com a produção e disponibilização dos produtos e serviços desenvolvidos durante o processo de inovação.

“Serviço pós-venda” – esta é uma etapa de grande influência no processo de criação de imagem e reputação da organização na cadeia de valor do cliente, incluindo treinamentos, garantias, consertos, devoluções e processamento de pagamentos.

PERSPECTIVA DE EVOLUÇÃO ORGANIZACIONAL
(APRENDIZADO  E CRESCIMENTO).

O aprendizado e o crescimento da organização vêm de três principais fontes: as pessoas, os sistemas e os procedimentos organizacionais. Os objetivos traçados através do BSC, em geral, acusam uma grande defasagem entre as capacitações das pessoas, dos sistemas e dos procedimentos para alcançar os objetivos, promovendo o desempenho. “É necessário capacitar os funcionários, intensificar a tecnologia e os sistemas de informação e alinhar os procedimentos e rotinas organizacionais para eliminar essa defasagem”.
As medidas nesta perspectiva são: satisfação do funcionário, retenção, treinamento, habilidades e direcionadores específicos dessas medidas, tais como índices detalhados de habilidades específicas, requeridas pelo novo ambiente competitivo. Processos que ajudam as empresas a conectarem os objetos de longo prazo às ações de curto prazo:

Tradução da visão” – ajuda os gerentes a desenvolver o consenso em torno da estratégia da empresa, expressando-a em termos que orientam a ação no nível local.

“Comunicação e conexão” – permite que os gerentes comuniquem a estratégia para cima e para baixo na organização e a conectam às metas das unidades e dos indivíduos.

“Planejamento de negócios” – permite que a empresa integre o plano de negócios e o plano financeiro.

“Feedback e aprendizado” – proporciona à empresa a capacidade de aprendizado estratégico, que consiste em reunir feedback, testar as hipóteses em que se baseou a estratégia e efetuar os ajustamentos necessários.

             PERSPECTIVA FINANCEIRA

Na perspectiva financeira, as medidas  indicam se a empresa está obtendo êxito com as estratégias definidas, implementadas e executadas”. Em geral, esse êxito é medido pela sua lucratividade, pelo seu crescimento e pelo incremento de valor, consequente das perspectivas anteriores. Se os indicadores financeiros não mostram o esperado, pode haver problemas na execução, na implementação ou até mesmo na definição das estratégias.
 Os objetivos enfatizarão o crescimento das vendas, os novos mercados e novos consumidores, os novos produtos e novos canais de marketing, vendas e distribuição, mantendo um nível adequado de gastos com desenvolvimento de produtos e processos. Enfatizarão as medidas financeiras tradicionais, tais como retorno sobre o capital investido, lucro operacional e margem bruta.  A ênfase recairá sobre o fluxo de caixa. Qualquer investimento deverá prover o retorno certo em caixa.

CONSENSOS SOCIOLÓGICOS INSERIDOS  NA “LOGÍSTICA” AUMENTA   A  SATISFAÇÃOMULTIPLICA  A  QUALIDADE  E  GERA MAIOR EFICIÊNCIA
NO  TEMPO  OPERACIONAL

A valorização do ser humano na sociedade e em particular dentro da organização deve ser levada em conta como de grande importância, objetivando-se um ambiente saudável e em consequência uma melhor qualidade de vida. Todavia, sabe-se da grande dificuldade de se manter sadia as relações interpessoais e a interdependência entre setores. A quase total carência de conhecimentos relacionados com o equilíbrio mental diante das situações diárias e a baixa qualidade da educação, dificultam de uma certa forma um melhor trabalho de socialização

As macro tendências, a globalização, os avanços tecnológicos, não deveriam exercer pressão a ponto de ferir a autoestima, a tentativa de se administrar as emoções, não Deveriam ser obstáculos para a automotivação.

Consenso sociológico é quando as empresas decidem, voluntariamente, contribuir para uma sociedade mais justa e para um ambiente mais limpo.  Uma empresa não tem apenas o objetivo de fazer lucro e além de trazer benefício financeiro aos funcionários, deve também contribuir socialmente para o seu meio envolvente. trazendo cultura e boas condições para a sociedade

O ambiente sadio numa empresa, não pode ser um campo minado. O que mais irrita no trabalho, são certos regulamentos e comportamentos híerárquicos que humilham as pessoas. Ficar pensando nas tarefas desagradáveis é mais penoso que executá-las. Se não está suportando o trabalho, fazendo-o com má vontade torna a vida mais pesada.




• Todo o executivo, para continuar executivo, deveria habituar-se a aprender alguma coisa nova a cada dia. Para se chegar a ser de alto nível, tem que se estar ciente de que não se pode voar como uma águia, com asas de um mosquito. Muitos destroem suas áreas de comando para que seus erros não apareçam, mas a queda virá mais cedo ou mais tarde.

•  As diferenças de opiniões, escondidas sob o pretexto de incompatibilidade, mesmo com subordinados, devem ser respeitadas. Muitas vezes se perde um excelente funcionário por não se conceder um tempo para melhor entendimento. Uma hora de tempo pode custar  “$$$50,00” enquanto que o treinamento de um substituto pode custar “$$$5.000,00”.


•   Nem sempre um cargo de nível é ocupado por “qualidade”. É importante não confundir qualidade com hipocrisia É incrível, mas é verdade: quando um homem se julga detentor de poderes, até suas galinhas e cachorros sobem aos céus.

 Soberbo é o indivíduo que aspira a ocupar posições de destaque, sem ter capacidade nem cultura, como aquele que pretende alcançar riquezas, apelando para direitos imaginários, sem empregarem de sua parte o esforço pessoal. Convertem-se em ressentidos sociais, no momento em que fracassam em suas tentativas.

Arrogância profissional é quando se usa do cargo para fins particulares, quando os outros não são ouvidos, quando os próprios conhecimentos são adorados, quando há abuso do poder.

Nenhuma empresa é pequena quando os dirigentes são grandes. É preciso saber se na empresa, os excelentes operários recebem o salário da compreensão. Tirar dos que trabalham para pagar os que não trabalham é uma direção inoperante.

Em muitas organizações, talvez tenha que se inverter a pirâmide do poder. A autoridade só pode residir na superioridade pessoal, acima do direito legal, mas, será que a autoridade pode ser exercida, sabendo-se menos que os subordinados?

Uma desastrosa deficiência funcional é trabalhar com acentuada atenção voltada para os clientes, negligenciando funcionários. Diante da alegria pelo lançamento de um produto que ganhou mercado, é uma prova de sucesso empresarial, mas, pergunta-se: O pessoal de hierarquia mais baixa e que ajudou a criá-lo é reconhecido?

Nem sempre um cargo de nível é ocupado por “qualidade”. É importante não confundir qualidade com hipocrisia

Um alto investimento sem custo é um elogio merecido que não custa nada, mas o retorno é incomensurável. Quando o desempenho é reconhecido, geralmente se esforça para um rendimento ainda maior. Portanto, um belo retorno para um investimento tão modesto.
Com a automação das fábricas, a robótica é um sucesso. È o caso de se perguntar se os homens que trabalham em paralelo são tratados como humanos?

A tão falada Qualidade Total é um processo de transformação contínua. Resta saber se o é também na melhoria de vida dos trabalhadores. Tratar corretamente o homem que executa trabalho equivale a duplicar sua produção, o prazer, o lucro e a satisfação geral


A qualidade é hoje uma das principais estratégias competitivas nas diversas empresas e nos diversos setores. A qualidade está intimamente ligada à produtividade, a melhoria de resultados e ao aumento de lucros, através de redução de perdas e do desperdício, do envolvimento de todos na empresa e conseqüente motivação.
A racionalização é qualidade, é a luta contra o desperdício e a simplificação é a sua principal técnica para eliminar o desnecessário. Ambas dependem do raciocínio analítico, lógico e resolutivo, sem o impacto emocional.
Lei de matemática industrial: um grama de qualidade vale mais do que um quilo de quantidade.

Não há quase nada no mundo que alguns homens não façam um pouco pior para vender um pouco mais barato. E aqueles que olham somente o preço, são vítimas da pilhagem legal daqueles homens. Se quisermos ver o fim de um produto, é só fabricá-lo pior e vendê-lo mais barato.
O cliente não avalia se um produto e ou serviço possuem qualidade apenas pelo preço, ou por determinada característica. Pelo contrário, a qualidade é determinada quando o produto e ou serviço atingem a expectativa do cliente. A definição de qualidade deve sempre estar relacionada com a satisfação do cliente.

Forçado é concordar que, num mundo de globalização da economia, de macrotendências, de cada vez mais velozes desenvolvimentos tecnológicos e de necessidade de rápidas informações, o conhecimento deve sobrepor-se aos demais fatores, sem o que, a autoridade não poderá ser exercida, o desempenho de qualquer função será frustrado e a eficiência profissional estará ameaçada. Todavia, pretender estados superiores, significa também a obtenção de conhecimentos chamados a modificar a vida interna, a valorização do potencial interno e às aspirações pessoais. Sem a capacitação pessoal para enfrentar a vida, sem o preparo para encarar e vencer as resistências do ambiente em que cada um deve atuar, o profissional pode chegar a tal estado de inferioridade de condições, que finalmente terminará vencido, decepcionado e mergulhado na impotência e no desespero. Para o indivíduo inserido nesse contexto não haverá qualidade de vida.

ooooooooooooo

Terminamos aqui!
Felicidade – sucesso!

Veslaine
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PRÓXIMO CURSO:

MERCADO DE CAPITAIS
- ANÁLISE PRÉVIA À COMPRA DE AÇÕES -






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