MODELOS
PRÁTICOS DE SISTEMAS DE CUSTO
Para
atender aos objetivos desse projeto, que pretende mostrar como se implanta um
sistema de custo numa micro ou pequena empresa, foram escolhidas como modelos,
três empresas (casos reais) com ramos de atividade diferente e que, adaptados,
poderão ser utilizado para qualquer outro ramo de atividade. São eles:
1º - UMA FÁBRICA DE CORDÕES E OU BARBANTES
2º - UMA EMPRESA QUE PROJETA, FABRICA E FAZ MONTAGENS
DE ESTRUTURAS METÁLICAS PARA
CASAS, PRÉDIOS E GALPÕES
3º - UMA PEQUENA FÁBRICA DE MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS
OBSERVAÇÃO:
SÃO MODELOS SUFICIENTES PARA SE FAZER ADAPTAÇÕES NOS MAIS DIVERSOS PORTES E RAMOS DE
ATIVIDADE.
ooooooooooooooo
OS MODELOS DE
CÁLCULOS DE CUSTO
QUE SE SEGUEM FORAM SELECIONADOS
DE CASOS PRÁTICOS, REAIS,
IMPLANTADOS EM TRABALHOS
DE CONSULTORIA. DIFEREM
UM
POUCA NA APRESENTAÇÃO, MAS A ESSÊNCIA É A MESMA.
VALORES
PROPOSITADAMENTE BAIXOS, VISANDO MELHOR VISUALIZAÇÃO E ABSORÇÃO MENTAL
MAIS RÁPIDA.
1º MODELO
UMA EMPRESA QUE FÁBRICA CORDÕES E BARBANTES.
LEVANTAMENTO MENSAL DAS
DESPESAS DO TRIMESTRE
|
|||||
0RD.
|
DESPESAS
|
MÊS: X1
|
MÊS X2
|
MÊS X3
|
MÉDIA
|
DESPESAS DIRETAS – MÃO DE OBRA
|
|||||
01
|
Salários Diretos (fábrica)
|
1.710
|
1.850
|
1.680
|
1.747
|
02
|
Encargos Sociais diretos (fábrica)
|
684
|
740
|
560
|
661
|
DESPESAS INDIRETAS
|
|||||
03
|
Salários Setor Administrativo
|
1.210
|
1.280
|
1.285
|
1.258
|
04
|
Encargos Sociais do Setor Administrativo
|
484
|
502
|
514
|
500
|
05
|
Pró-Labore
|
1.200
|
1.200
|
1.200
|
1.200
|
06
|
Serviços de vigilância
|
750
|
750
|
750
|
750
|
07
|
Água
|
86
|
95
|
80
|
87
|
08
|
Energia Elétrica
|
890
|
810
|
850
|
850
|
09
|
Telefone
|
1.480
|
1.390
|
1.280
|
1.383
|
10
|
Material de Expediente
|
128
|
95
|
110
|
111
|
11
|
Manutenção Fábrica
|
363
|
315
|
308
|
329
|
12
|
Manutenção Escritório
|
130
|
90
|
95
|
105
|
13
|
Propaganda e Publicidade
|
800
|
800
|
800
|
800
|
14
|
Combustível
|
700
|
680
|
712
|
697
|
15
|
Despesas Manutenção Veículos
|
312
|
350
|
310
|
324
|
16
|
Despesas de Viagens
|
251
|
310
|
296
|
286
|
17
|
Despesas Financeiras
|
180
|
175
|
193
|
183
|
18
|
Depreciação de Máquinas
|
500
|
500
|
500
|
500
|
19
|
Depreciação Veículos
|
190
|
190
|
190
|
190
|
20
|
Depreciação Móveis e Utensílios
|
80
|
80
|
80
|
80
|
21
|
Taxas diversas
|
70
|
70
|
70
|
70
|
22
|
Aluguel
|
840
|
840
|
840
|
840
|
23
|
Internet
|
40
|
40
|
40
|
40
|
24
|
Serviços de Limpeza
|
450
|
450
|
450
|
450
|
25
|
Fretes e Carretos
|
1.215
|
1.250
|
1.200
|
1.222
|
OBSERVAÇÕES:
- Este levantamento deve ser feito todos os meses, considerando sempre a média do trimestre, para se estar sempre atualizado.
- Se não são elaborados balancetes mensais, e se encontrar dificuldade peça ajuda ao seu contador. O importante é que não se omita nenhuma despesa e receita.
- Levantadas as informações e calculadas as médias, estas últimas serão transportadas para o Mapa de Custo.
MAPA DE CUSTO GERENCIAL – MÊS: 00 ANO: 000
|
||||||||
APURAÇÃO DE ÍNDICES DE CUSTO (SEM MATERIAL)
|
||||||||
1
|
DESPESAS
|
TOT.
|
%
|
DISTRIBUIÇÃO
|
TOT.
IND.
|
TOT.
DIR.
|
||
2
|
F
|
V
|
FIXO
|
VAR.
|
||||
3
|
SALÁRIOS DIRETOS
|
1.747
|
-
|
100
|
-
|
-
|
-
|
1.747
|
4
|
ENC. SOC. DIR. (0,40.03)
|
661
|
-
|
100
|
-
|
-
|
-
|
661
|
5
|
TOTAIS (03+04)
|
2408
|
-
|
100
|
-
|
-
|
-
|
2.408
|
6
|
H. ((DIRETAS TRABALHADAS CONFORME APONTAMENTOS)).
|
3,299
|
||||||
7
|
CUSTO HORÁRIO DIRETO (05:06)
|
3,299
|
||||||
8
|
SALÁRIOS ADM
|
1.258
|
100
|
1.258
|
1.258
|
---
|
||
9
|
ENC. SOC. ADM (0,40.08)
|
500
|
100
|
500
|
500
|
---
|
||
10
|
PRO-LABORE
|
1.200
|
100
|
1.200
|
1.200
|
---
|
||
11
|
RETIRADAS
|
450
|
100
|
450
|
450
|
---
|
||
12
|
SERV. DE VIGILÂNCIA
|
750
|
100
|
750
|
750
|
---
|
||
13
|
ÁGUA
|
87
|
30
|
70
|
26
|
61
|
87
|
---
|
14
|
ENERGIA ELÉTRICA
|
850
|
10
|
90
|
85
|
765
|
850
|
---
|
15
|
TELEFONES
|
1.383
|
90
|
10
|
1.245
|
138
|
1.383
|
---
|
16
|
MAT. DE EXPEDIÇÃO
|
111
|
100
|
111
|
111
|
---
|
||
17
|
MANUTENÇÃO FÁBRICA
|
329
|
100
|
329
|
329
|
---
|
||
18
|
MANUT. ESCRITÓRIO
|
105
|
100
|
105
|
105
|
---
|
||
19
|
PROPAG. E PUBLIC.
|
800
|
50
|
50
|
400
|
400
|
800
|
---
|
20
|
COMBUSTÍVEIS
|
697
|
80
|
20
|
558
|
139
|
697
|
---
|
21
|
DESP. COM
VEÍCULOS
|
324
|
80
|
20
|
259
|
65
|
324
|
---
|
22
|
DESPESAS DE VIAGENS
|
286
|
100
|
286
|
286
|
---
|
||
23
|
DES. FINANCEIRAS
|
183
|
100
|
183
|
183
|
---
|
||
24
|
DEPREC. MÁQUINAS
|
500
|
100
|
500
|
500
|
---
|
||
25
|
DEPR. MOVEIS E UTENS.
|
80
|
100
|
80
|
80
|
---
|
||
26
|
DEPR. VEÍCULOS
|
190
|
100
|
190
|
190
|
---
|
||
27
|
TAXAS DIVERSAS
|
70
|
100
|
70
|
70
|
---
|
||
28
|
ALUGUEL
|
840
|
100
|
840
|
840
|
---
|
||
29
|
INTERNET
|
40
|
100
|
40
|
40
|
---
|
||
30
|
SERVIÇO DE LIMPEZA
|
450
|
100
|
450
|
450
|
---
|
||
31
|
FRETES COMPRAS
|
1.222
|
100
|
1.222
|
1.222
|
---
|
||
32
|
ASSISTÊNCIA TÉCNICA
|
300
|
100
|
300
|
300
|
---
|
||
33
|
GASTOS
ASSIST.FUNC.
|
315
|
100
|
315
|
315
|
---
|
||
34
|
CORREIOS
|
329
|
100
|
329
|
329
|
---
|
||
35
|
-
|
---
|
||||||
36
|
-
|
---
|
||||||
37
|
TOT.DIR + IND. (05+08/34)
|
16.057
|
||||||
38
|
SUBTOTAIS (08+/36)
|
---
|
---
|
---
|
10.530
|
3.119
|
13.649
|
|
39
|
QUEBRA (10% S/38)
|
---
|
---
|
1.053
|
312
|
1.365
|
---
|
|
40
|
TOTAIS (38+39)
|
---
|
---
|
---
|
11.583
|
3.431
|
15.014
|
|
41
|
CUSTO INDIRETO FIXO P/H. DIRETA (40 FIXO:06)
|
11,074
|
---
|
---
|
---
|
|||
42
|
CUSTO INDIRETO VARIÁVEL P/ H. DIRETA (40 VAR.:06)
|
3,299
|
---
|
---
|
||||
OBSERVAÇÕES:
- A coluna total, refere-se à soma dos custos
diretos e indiretos, sem computar materiais.
- Os percentuais F (fixos) e V (variáveis) é
resultado de um consenso para analisar cada uma das despesas e definir se se
refere a uma despesa totalmente fixa ou totalmente variável ou ainda parte fixa
e parte variável.
- A distribuição dos valores (ind. fixo e ind.
variável) é de acordo com os percentuais (F e V)
- A coluna total indireto refere-se somente às
despesas indiretas
- A coluna total direto refere-se somente às
despesas diretas
- A “quebra” no item 39 refere-se a um acréscimo de
10% nas despesas como medida de segurança (imprevisíveis)
- O custo apurado da mão de obra direta (hora-homem
é de 2,302 (com 3 casas decimais).
- O custo indireto fixo apurado por hora direta
trabalhada é de 11,074 (com 3 casas decimais)
- O custo indireto variável apurado, por hora direta trabalhada é de 3,299 (com 3 casas decimais).
- O custo indireto variável apurado, por hora direta trabalhada é de 3,299 (com 3 casas decimais).
- Essas três últimas apurações serão utilizadas no
cálculo de custo individual de produtos ou estudos de custo.
ILUSTRAÇÕES SOBRE
ESTE MAPA GERENCIAL DE CUSTOS, ALÉM DAS OBSERVAÇÕES
ANTERIORES
03/07
– CUSTO HORÁRIO DA MÃO DE OBRA DIRETA
Refere-se
ao valor da folha de pagamento do pessoal da fábrica (item 03) somado a 40% de
encargos (item 04) perfazendo o total da Mão de Obra Direta. No item 06 tem-se
o total das horas efetivamente apontadas, trabalhadas no lote de fabricação. No
item 07 tem-se o Custo Horário Direto (item 05 dividido pelo item 06)
08/37
– CUSTOS INDIRETOS FIXOS E CUSTOS INDIRETOS VARIÁVEIS
Custos
indiretos fixos são todas as despesas do escritório, fábrica, almoxarifado,
expedição, etc. que, produzindo-se ou não, vendendo-se ou não, eles existem.
Custos
indiretos variáveis são todas as despesas, do escritório e/ou fábrica que
embora não sejam aplicadas diretamente no produto, elas variam de acordo com o
ritmo de produção e venda.
Existem
despesas semivariáveis, em
que parte são fixas e parte variáveis.
A
classificação em fixo e variável é estabelecida de acordo com um critério
lógico (matemático, bom senso, número de pessoas no setor, maquinário).
Exemplo: Energia elétrica é proporcional ao consumo pelos equipamentos da
fábrica e escritório, com base em kw.
Despesas assistenciais (ambulatório, remédios, etc.) são proporcionais ao
pessoal alocado em cada área.
38
– SUBTOTAIS - Soma dos itens 05 e
08/37
39
– QUEBRA - Margem de
segurança para eventuais custos não considerados. Nesse caso, 10% do item 38.
40
– TOTAIS - Soma dos
itens 38 e 39
41
- CUSTO INDIRETO FIXO POR HORA DIRETA - É o
resultado da divisão do item 40 (fixos) pelo item 06 (horas diretas
trabalhadas). Representa um índice de acréscimo ser utilizado no cálculo
de custo por lote de fabricação
42
- CUSTO INDIRETO VARIÁVEL POR HORA DIRETA.
- É o resultado da divisão do item 40
(variável) pelo item 06 (horas diretas trabalhadas). Representa também um
índice de acréscimo a ser utilizado no cálculo do custo por lote de fabricação.
oooooooooo
ESTUDO DE CUSTO – PRODUTO:
Cordão XYZ
|
||||||||
1
|
LOTE DE PRODUÇÃO - QUANT.:
331,1 QUILOS - COR:
TIPO: SR-200 – 440 PEÇAS
|
|||||||
2
|
MATERIAL – (MP – ME)
|
|||||||
3
|
MATERIAL
|
TIPO
|
UNID
|
QUANT.
|
UNIT.
|
TOT
|
%
|
|
4
|
FIO
|
Cru
|
Kg
|
331,1
|
3,80
|
1.258,18
|
22,9
|
|
5
|
EMBALAGEM
|
Plástica
|
Pç.
|
440
|
0,50
|
220,00
|
4,0
|
|
6
|
CONE
|
8 x 10
|
Pç.
|
440
|
0,11
|
48,00
|
0,9
|
|
7
|
RÓTULO
|
6 x 8
|
Pç.
|
440
|
0,10
|
44,00
|
0,8
|
|
8
|
CAIXA.
(P/20 UNIDS.)
|
Cx.
|
Pç.
|
22
|
0,12
|
2,64
|
0,0
|
|
9
|
...
|
...
|
...
|
...
|
...
|
...
|
...
|
|
10
|
CUSTO
TOTAL DA MAT.- PRIMA E MAT. DE EMB. (04+/09)
|
1.572,82
|
28,7
|
|||||
11
|
CUSTO
UNIT. DA MAT.-PRIMA E MAT. DE BEM. POR Kg (10:01)
|
4,750
|
||||||
12
|
CUSTO
UNIT. DA MAT. -PRIMA E MAT. DE EMB. POR PÇ.(10:01)
|
3,575
|
||||||
13
|
||||||||
14
|
MÃO DE OBRA DIRETA
|
|||||||
15
|
EQUIPAMENTOS
|
QT. H/h
|
C.H.
|
MO. DIR.
|
||||
16
|
BINADEIRA
(APONTAMENTOS)
|
27
|
2,302
|
62,15
|
1,1
|
|||
17
|
RETORCEDEIRA
(APONTAMENTOS)
|
12
|
2,302
|
27,62
|
0,5
|
|||
18
|
CONICALEIRA
(APONTAMENTOS)
|
6
|
2,302
|
13,81
|
0,3
|
|||
19
|
CONICALEIRA
PEÇAS PEQ. (APONT.)
|
|||||||
20
|
-
|
|||||||
21
|
TOTAL
MÃO DE OBRA DIRETA
|
103,58
|
2,7
|
|||||
22
|
CUSTO
UNITÁRIO MÃO DE OBRA DIRETA POR Kg (21:01)
|
0,313
|
||||||
23
|
CUSTO
UNITÁRIO MÃO DE OBRA DIRETA POR PÇ. (21:01)
|
0,235
|
||||||
24
|
CUSTOS
IND. VARIÁVEIS (MAPA GER.) 3,299 x 45 (item 21).
|
148,46
|
6,2
|
|||||
25
|
CUSTO
IND. VAR. UNIT. MÃO DE OBRA DIRETA POR
Kg (24:01)
|
0,448
|
||||||
26
|
CUSTO
IND. VAR. UNIT. MÃO DE OBRA DIRETA POR PÇ (24:01)
|
0,337
|
||||||
27
|
CUTOS
INDIRETOS FIXOS (MAPA GER.) 11,074 x 21.
|
498,33
|
9,1
|
|||||
28
|
CUSTO
UNITÁRIO INDIRETO POR Kg (27:01).
|
1,505
|
||||||
29
|
CUSTO
UNITÁRIO INDIRETO POR PÇ (27:01).
|
1,123
|
||||||
30
|
CUSTO
INDUSTRIAL (10+21+24+27
|
3.323,19
|
42,4
|
|||||
31
|
CUSTO
INDUSTRIAL UNITÁRIO POR Kg (31:01)
|
7,017
|
||||||
32
|
CUSTO
INDUSTRIAL UNITÁRIO POR PÇ (31:21)
|
5,280
|
||||||
33
|
VALOR
DE VENDA (PREÇO UNIT.: 12,461 X QUANTIDADE 01).
|
5.482,84
|
100,0
|
|||||
34
|
ICMS
(CRÉDITO) (18 % SOBRE 10
|
283,11
|
5,2
|
|||||
35
|
ICMS
(DÉBITO) (18% SOBRE 33)
|
986,91
|
18,0
|
|||||
36
|
COMISSÕES (5% SOBRE 33) + DARF (3 % SOBRE 33).
|
438,63
|
8,0
|
|||||
37
|
CUSTO
TOTAL (30-34+35+36)
|
3.465,62
|
63,2
|
|||||
38
|
CUSTO
TOTAL UNITÁRIO POR Kg (37:01)
|
10,458
|
||||||
39
|
CUSTO
TOTAL UNITÁRIO POR PÇ (37:01)
|
7,870
|
||||||
40
|
VALOR
DE VENDA COM ENCARGOS (33 + 34 – 35 - 36)
|
4.340,41
|
79,2
|
|||||
41
|
PREÇO
DE VENDA COM ENCARGOS POR Kg (40:01)
|
13,109
|
||||||
42
|
PREÇO
DE VENDA COM ENCARGOS POR PÇ (40:01)
|
9,865
|
||||||
43
|
MARGEM LÍQUIDA (33 - 37)
|
2.017,22
|
36,8
|
|||||
44
|
MARGEM
LÍQUIDA UNITÁRIA POR Kg (43 : 01)
|
6,092
|
||||||
45
|
MARGEM LÍQUIDA UNITÁRIA POR PÇ.
(43 : 01).
|
4,585
|
||||||
46
|
PONTO DE EQUILÍBRIO
|
|||||||
47
|
VENDAS (33).
|
5.482,84
|
100,0
|
VER REPRODUÇÃO E
COMENTÁRIOS
MAIS ADIANTE
|
||||
48
|
CUSTOS FIXOS (IND.). FIXOS 27
|
498,33
|
9,1
|
|||||
49
|
(CUSTOS VARIÁVEIS (37 –
27))
|
2.967,29
|
54,1
|
|||||
50
|
CUSTOS TOTAIS (48+49) OU (37).
|
3.465,62
|
63,2
|
|||||
51
|
(CONTRIBUIÇÃO MARGINAL 47 – 49)
|
2.515,55
|
45,9
|
|||||
52
|
LUCRO LÍQUIDO (47 – 50) ou item 43
|
2.017,22
|
36,8
|
|||||
53
|
PONTO DE EQUILÍBRIO
|
1.086,15
|
19,8
|
|||||
54 OBSERVAÇÕES: - Veja na sequência : CONTRIBUIÇÃO MARGINA |
||||||||
DESENVOLVIMENTO
DO
ESTUDO DE
CUSTO
Acompanhe
pela numeração
que
tem correlação com
a
numeração da planilha
02/09
– MATERIAL (MATÉRIA-PRIMA E MATERIAL DE EMBALAGEM). Apontamentos, fórmulas e/ou informações
internas normalmente já conhecidas ou registradas a parte, sobre a
matéria-prima e material de embalagem (tipo, unidade, quantidade, etc.)
aplicada na fabricação do(s) produto(s). Exemplo:
Fio, tipo cru, unidade, quantidade aplicada no lote de fabricação 331,1 kg.,
custo unitário $3,80, custo total 1.258,18
10-
CUSTO TOTAL DA MATÉRIA-PRIMA E MATERIAL DE EMBALAGEM. Soma dos itens 04 a 09
11/12
– CUSTO TOTAL UNITÁRIOS POR QUILO E POR PEÇA. Divisão
do item 10 pela quantidade e quilo, item 01
14/20
- MÃO DE OBRA DIRETA. Informações
com base em apontamentos do tempo de operações em cada um dos equipamentos multiplicado pelo Custo
Horário Direto, extraído do Mapa Gerencial (item 07). Exemplo: Quantidade de horas operando a binadeira (27 hs.) x
Custo da Mão de Obra Direta (2,302 do Mapa Gerencial) = 62,15.
21 -
TOTAL DA MÃO DE OBRA DIRETA. Soma
dos itens 16 a 20
22/23
– CUSTO DA MÃO DE OBRA DIRETA UNITÁRIA POR QUILO E POR PEÇA. Divisão do item 21 pela quantidade e
quilos item 01
24 -
CUSTOS INDIRETOS VARIAVEIS. 3,299
(extraído do Mapa Gerencial item 42) multiplicado pelo Total da Mão de Obra
Direta, item 21
25/26
– CUSTO INDIRETO VARIÁVEL UNITÁRIO POR QUILO E POR PEÇA. Divisão do item 24 pela quantidade e
quilos, item 01
27 -
CUSTOS INDIRETOS FIXOS. 11,074
(extraído do Mapa Gerencial item 41) multiplicado pelo Total da Mão de Obra
Direta , item 21
28/30
– CUSTO INDIRETO FIXO UNITÁRIO POR QUILO E POR PEÇA. Divisão do item 27 pela quantidade e
quilos item 01
30 -
CUSTO INDUSTRIAL. Soma
dos itens 10, 21, 24 e 27.
31/32
- CUSTO INDUSTRIAL UNITÁRIO POR QUILO E POR PEÇA.
Divisão
do item 30 pela quantidade e quilos , item
01.
33-
VALOR DE VENDA. Preço
de venda unitário (12,461) multiplicado pela quantidade vendida 440, item 01.
34-
ICMS (CRÉDITO). Valor
do ICMS (considerado18% no caso. Consulte seu contador) aplicado sobre o valor
total das matérias-primas, item
10). Por ser um crédito representa uma redução de custo.
35 -
ICMS (DÉBITO). Valor
do ICMS (considerado 18% no caso – consulto seu contador) aplicado sobre o
valor de venda (item 33). Por ser um débito, representa um acréscimo no custo.
36 -
COMISSÕES E DARF. Percentual
de comissão nas vendas conforme política da empresa que nesse caso é de 5% e
DARF (documento de arrecadação de imposto. Consultar o contador) nesse caso
considerado 3%. A soma de ambos representa 8% aplicado sobre o item 33
37
-
CUSTO TOTAL.
Item 30
menos item 34 mais itens 35 e 36
38/39
- CUSTO TOTAL UNITÁRIO POR QUILO E POR PREÇO.
Divisão do
item 37 pela quantidade
e
quilos,
item 01).
40-
VALOR DAS VENDAS COM ENCARGOS.
Importante para
se tomar conhecimento para fins gerenciais. Refere-se ao valor de venda (item
33).
Por
se referir a uma receita,
soma-se
o crédito de ICMS (item 34) e deduz-se o ICMS débito (item 35) e COMISSÕES E DARF,
Item 36.
41/42
– PREÇO DE VENDAS COM ENCARGOS POR QUILO E PEÇA.
Divisão do
item 40 pela quantidade
e
quilos,
item
01.
43
-
MARGEM LÍQUIDA (ANTES DO IMPOSTO DE RENDA).
Item 33
(valor de venda) menos item 37 (custo total)
44/45
– MARGEM LÍQUIDA UNITÁRIA POR QUILO E PEÇA.
Divisão do
item 43 pela quantidade
quilos, item
01
46
- PONTO DE EQUILÍBRIO – CÁLCULO.
É o
valor e quantidade a partir dos quais a empresa passa operar com lucro.
Enquanto não atingir esse ponto, está operando com prejuízo. Ver reproduções e
comentários no final desse manual.
As informações
estão no próprio formulário de cálculo de custo, resumidos nos itens 47/53.
Nesse Caso, a empresa passará a operar com lucro se for um estudo prévio, ou passou a
operar com lucro se for um cálculo posterior, a partir de $2.708,13 com 217
unidades.
54
- CONTRIBUIÇÃO MARGINAL.
Demonstração de
como se obtém o valor da Contribuição Marginal, (VENDAS - CUSTO VARIÁVEL) utilizado no cálculo do Ponto
de Equilíbrio.
OBSERVAÇÃO:
Na última coluna, o percentual de cada conta com relação ao total das vendas.
oooooooooo
CONSIDERAÇÕES ADICIONAIS SOBRE O CÁLCULO DO PONTO DE EQUILÍBRIO DE CADA UMA DAS UNIDADES DE CUSTO E SIMULAÇÃO COM DESCONTO.
OBSERVAÇÃO:
VEJA NA SEQUÊNCIA
OUTRO MAPA DE CUSTO GERENCIAL:
Na última coluna, o percentual de cada conta com relação ao total das vendas.
oooooooooo
CONSIDERAÇÕES ADICIONAIS SOBRE O CÁLCULO DO PONTO DE EQUILÍBRIO DE CADA UMA DAS UNIDADES DE CUSTO E SIMULAÇÃO COM DESCONTO.
Num
ritmo normal de trabalho (básico), com um valor da venda de 440 peças por
$5.482,84 a empresa passou a operar com lucro, a partir de $1.086,15,
correspondente a 87 peças. O lucro foi de 36,8% que atende à política da
empresa. Buscando aumentar as vendas para 620 peças, sem alteração do preço
original, a margem de lucro passa para 39,4%. Todavia, diante de uma
concorrência, é possível que ela não negocie sem uma queda de preços. Dai uma redução no preço
que cai
para $11,941, aumentando o poder de competição. Assim, mesmo com o preço menor,
a margem de lucro continua no patamar de 36,8%, atendendo aos interesses da
empresa, com o ponto de equilíbrio de 1.144,96
2º MODELO
UMA EMPRESA QUE PROJETA, FABRICA E FAZ MONTAGENS,
DE
ESTRUTURAS METÁLICAS,
PARA
CASAS, PRÉDIOS E GALPÕES.
Seguindo
o exemplo anterior (Fábrica de cordões e barbantes),
foram levantadas todas as despesas nos últimos três meses e calculada a média,
que resultou no seguinte mapa:
ORD. |
DESPESAS
|
VALORES
|
SALÁRIOS E ENCARGOS
|
||
- Salários
Diretos
|
14.888
|
|
- Encargos
Sociais
|
5.954
|
|
- Salário
encarregado fabrica
|
758
|
|
- Encargos
Sociais
|
303
|
|
- Salário
encarregado montagem
|
880
|
|
- Encargos
sociais
|
352
|
|
- Salários
administrativos e outros
|
2.461
|
|
- Encargos
Sociais
|
984
|
|
OUTRAS DESPESAS
|
||
- Pró-labore
- retiradas
|
3.000
|
|
-
Honorários
|
900
|
|
-
Água/luz/tel.
|
2.500
|
|
-
Material de Expediente
|
600
|
|
-
Fretes e Carretos
|
1.400
|
|
- Combustíveis
e lubrificantes
|
2.000
|
|
-
Despesas com veículos
|
1.300
|
|
- Manutenção.
e conservação. de máquinas
|
400
|
|
-
Serviços de terceiros
|
3.500
|
|
-
Despesas de viagem
|
6.000
|
|
-
Material de consumo
|
6.000
|
|
-
Depreciações
|
1.200
|
|
- Diversos
|
6.000
|
OBSERVAÇÃO:
ESTES DADOS SERÃO REPASSADOS PARA O MAPA DE CUSTO GERENCIAL, BÁSICO PARA OS CÁLCULOS DE CUSTOS
INDIVIDUAIS OU ESTUDOS DE CUSTOS.
INDIVIDUAIS OU ESTUDOS DE CUSTOS.
VEJA NA SEQUÊNCIA
ESTRUTURAS METÁLICAS - MAPA DE CUSTO GERENCIAL - MÊS: __________ ANO: ______
| ||||||||||||||
PROJETO, FABRICAÇÃO E MONTAGEM - APURAÇÃO DE ÍNDICES DE CUSTO – SEM MATERIAIS
| ||||||||||||||
Despesas
|
Base
|
%
|
Distribuição
|
Totais
|
C. Ind.
|
Rateio
|
Custo Operacional
| |||||||
F
|
V
|
FIXO
|
VAR.
|
P
|
F
|
M
|
PROJ
|
FABR
|
MONT
| |||||
1
|
SAL. DIRETOS
|
FOLHA
|
10
|
90
|
1489
|
13.399
|
14.888
|
528
|
8.173
|
6.187
| ||||
2
|
ENC. SOC. DIR.
|
0,40 X 01
|
10
|
90
|
594
|
5.360
|
5.954
|
211
|
3.269
|
2.474
| ||||
3
|
TOTAIS
|
01 + 02
|
10
|
90
|
2.084
|
18.758
|
20.842
|
739
|
11.442
|
8.661
| ||||
4
|
H/h. DIR. TRAB.
|
APONT.
|
12.320
|
220
|
7.040
|
5.060
| ||||||||
5
|
CUST HOR DIR.
|
03:04
|
1,69
|
3,36
|
1,63
|
1,71
| ||||||||
6
|
SAL. PROJ.
|
FOLHA
|
100
| |||||||||||
7
|
ENCARGOS
|
0,40 X 06
|
100
| |||||||||||
8
|
SAL. FABR.
|
FOLHA
|
100
|
758
|
758
|
758
|
100
|
758
| ||||||
9
|
ENCARGOS
|
0,40 X 08
|
100
|
303
|
303
|
303
|
100
|
303
| ||||||
10
|
SAL. MONT.
|
folha
|
100
|
880
|
880
|
880
|
100
|
880
| ||||||
11
|
ENCARGOS
|
0,40x10
|
100
|
352
|
352
|
352
|
100
|
352
| ||||||
12
|
SAL.ADM.
|
folha
|
100
|
2.461
|
2.461
|
2.461
|
3,6
|
55
|
41,6
|
87
|
1.351
|
1.023
| ||
13
|
ENCARGOS
|
0,40x12
|
100
|
984
|
984
|
984
|
35
|
540
|
409
| |||||
14
|
PRO-LAB. RET.
|
CONT.
|
100
|
3.000
|
3.000
|
3.000
|
107
|
1.647
|
1.246
| |||||
15
|
HONORÁRIOS
|
CONT.
|
100
|
900
|
900
|
900
|
32
|
494
|
374
| |||||
16
| ||||||||||||||
17
|
ÁGUA/ LUZ/ TEL.
|
CONT.
|
80
|
20
|
2.000
|
500
|
2.500
|
2.500
|
89
|
1.372
|
1.039
| |||
18
|
MAT.EXPED.
|
CONT.
|
100
|
600
|
600
|
600
|
29
|
329
|
248
| |||||
19
|
FRETES E CARR.
|
CONT.
|
100
|
1.400
|
1.400
|
1.400
|
50
|
769
|
581
| |||||
20
|
COMBUSTIVEIS
|
CONT
|
20
|
80
|
400
|
1.600
|
2.000
|
2.000
|
71
|
1.098
|
831
| |||
21
|
DESP. C/VEIC.
|
CONT.
|
20
|
80
|
260
|
1.040
|
1.300
|
1.300
|
46
|
714
|
540
| |||
22
|
MANUT.CONS.
|
CONT
|
100
|
400
|
400
|
400
|
14
|
220
|
166
| |||||
23
|
SERV. DE TERC.
|
CONT
|
100
|
3.500
|
3.500
|
3.500
|
125
|
1.920
|
1.455
| |||||
24
|
DESP. DE VIAGENS
|
CONT
|
10
|
90
|
600
|
5.400
|
6.000
|
6.000
|
212
|
3.294
|
2.494
| |||
25
|
MATERIAL CONS.
|
CONT
|
100
|
6.000
|
6.000
|
6.000
|
212
|
3.294
|
2.494
| |||||
26
|
DEPRECIAÇÕES
|
CONT
|
15
|
85
|
180
|
1.020
|
1.200
|
1.200
|
42
|
659
|
499
| |||
27
|
DIVERSOS
|
CONT
|
10
|
90
|
600
|
5.400
|
6.000
|
6.000
|
212
|
3.294
|
2.494
| |||
28
| ||||||||||||||
29
|
CUST. FIX/VAR
|
16.362
|
45.018
|
61.380
| ||||||||||
30
|
PORC. FIX/VAR
|
26,7
|
73,3
|
100
|
1.356
|
22.056
|
17.126
| |||||||
31
|
SUB – TOT. IND.
|
06+/27
|
40.538
|
1.356
|
22.056
|
17.126
| ||||||||
32
|
TOT. IND.
|
31X1,10
|
1.492
|
24.267
|
18.839
| |||||||||
33
|
C.IND. P/H. DIR.
|
32:04:00
|
6,78
|
3,45
|
3,72
| |||||||||
34
|
IND. CUST.IND.
|
33:05:00
|
2,02
|
2,12
|
2,18
| |||||||||
ILUSTRAÇÕES
SOBRE OS PROCEDIMENTOS OPERADOS NO MAPA DE CUSTO GERENCIAL, QUE DETERMINAM
ÍNDICES PARA O CÁLCULO DE CUSTOS INDIVIDUAIS OU ESTUDOS DE CUSTOS.
Acompanhe pela numeração abaixo
que tem correlação com a numeração da planilha.
01 – SALÁRIOS DIRETOS:
02 – ENCARGOS SOCIAIS DIRETOS:
De acordo com o contador são levantados todos os
encargos sociais pagos pela empresa, obrigatórios por lei (exemplo: INSS) e os demais concedidos
espontaneamente pela empresa (exemplo: assistência médica), chegou-se a um
percentual de 40% dos salários diretos (0,40 x 01).
03 – TOTAIS (soma dos salários e encargos) (01 + 02)
04 – H/H (HORAS-HOMENS):
Horas apontadas, efetivamente trabalhadas por
empregado, multiplicadas pelo número de empregados de cada setor (03 : 04).
05 – CUSTO HORÁRIO DIRETO (ÍNDICE DE CUSTO DIRETO):
Totais (soma dos salários e encargos) divididos
pelas H/h (03 : 04).
Aqui já se tem um grande indicador. Já se sabe qual
o custo horário trabalhado no setor. As horas trabalhadas nesse setor na
fabricação de um produto serão multiplicadas pelo Custo Horário Direto e tem-se
o custo da mão de obra direta do produto, nesse estágio.
06/13 – SALÁRIOS INDIRETOS:
De acordo com a folha de pagamento, o salário de
cada encarregado será alocado ao setor de sua competência.
Encargos Sociais dos Salários Indiretos:
Igualmente
aos diretos, ou seja: 40% do salário de cada encarregado e dos empregados
administrativos/outros (0,40 x 06/08/10/12).
OBSERVAÇÕES:
Salário e encargos do projeto, por se tratar de
apenas um empregado direto, foi alocado direto ao “Custo Direto (01 e 02)”. No
caso de futura existência de um responsável pelo setor, será alocado ao setor
específico de indiretos (06/13).
Salários e Encargos da administração e outros são
rateados para os setores diretos, na mesma proporção dos salários diretos (total
$14.888 = 100,00%, Projeto $528 = 3,35%, Fabricação $ 8.173 = 54,90% e Montagem
$6.187 = 41,55%) (3,35% + 54,90% + 41,55% = 100,00% arredondado).
14/27 – DEMAIS DESPESAS MENSAIS DA EMPRESA
OBSERVAÇÕES:
Diversos, corresponde às despesas “miúdas” sem
contas específicas.
Da mesma forma, o rateio de cada uma dessas
despesas para os setores diretos são também proporcionais ao custo direto.
Os espaços em branco 16 e 28 são para algum
lançamento eventual. Esses ou mais espaços são aleatórios.
29 – CUSTOS E DESPESAS FIXAS E VARIÁVEIS:
Todas as despesas da empresa (01/28) foram
distribuídas em Fixas e variáveis seguindo um critério abordado na seção de
“Termos Usuais”
30 – PERCENTUAIS DE CUSTOS E DESPESAS FIXAS E VARIÁVEIS:
Percentuais com relação aos custos e despesas
totais. Úteis nas negociações de preços de venda, em função da quantidade. É
importante saber também quais os percentuais diante do valor das vendas
31 – SUBTOTAIS DOS CUSTOS INDIRETOS:
Somatórios dos custos 06/28, por setor direto.
32 –TOTAIS DOS CUSTOS INDIRETOS (1.10):
Percentual de 10% de acréscimo sobre os custos
indiretos de cada setor, como medida de segurança, perfazendo o total dos
Custos Indiretos (opcional, por ocasião da formação de preços).
33 –CUSTO INDIRETO POR HORA DIRETA TRABALHADA:
Total dos Custos Indiretos (32), dividido pelo
total de horas diretas (04). Aqui, um outro importante indicador. Sabe-se qual
o custo horário indireto por hora direta trabalhada. Pode se perceber o quanto
ela onera o custo final do produto conforme o índice seguinte (34)
34 –ÍNDICES ADICIONAIS DE CUSTOS INDIRETOS:
Custo Indireto por hora trabalhada (33) dividido pelo custo horário direto (04), para ser utilizado no cálculo de orçamento antes de se determinar o preço
Custo Indireto por hora trabalhada (33) dividido pelo custo horário direto (04), para ser utilizado no cálculo de orçamento antes de se determinar o preço
APLICAÇÃO PRÁTICA DO SISTEMA
ILUSTRAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS OPERADOS NO CÁLCULO
DE CUSTO INDIVIDUAL OU ESTUDO DE CUSTO
DE CUSTO INDIVIDUAL OU ESTUDO DE CUSTO
01/05 - O
CUSTO DO MATERIAL
O
pessoal da área
de engenharia, projeto e/ou custo sabe a quantidade de material ou matéria-prima, necessária
para a fabricação dos 300 metros quadrados de cobertura. Quanto
ao preço
é
só
atualizar junto ao mercado.
06
- Crédito de ICM
É o valor do item 05 menos o valor do item 06
07 -
Custo total do materal
08
- Títulos
09 -
HORAS NORMAIS
O
pessoal
pode trabalhar tanto no horário normal como extraordinário. Nesse
primeiro
quadro, estamos falando sobre o horário normaL
10/13 - IND. IND. É índice de custo indireto por setor,
extraído
do Mapa de Custo Gerencial, usado para cálculo
do acréscimo
de custo sobre os custo da mão de obra direta
DIAS
–
Nº
DE FUNC. –
HORAS DIAS,
Número
de dias normais gasto no projeto, na fabricação e na montagem, assim como o número
de dias normais de trabalho bem como o número
de horas normais trabalhadas por dia com base em registro e/ou apontamentos. No
caso de orçamento, o pessoal de engenharia e de custo já
tem conhecimento prévio
por experiências anteriores
H/h
Horas-homem
é
igual ao número
de dias vezes o número
de empregados que trabalhou ou trabalhará no projeto, na fabricação
e na montagem vezes o número
de horas normais de trabalho por dia.
CUSTO
H. DIR.
Custo
horário direto de casa setor, extraído do Mapa de custo Gerencial (item 05
M.
OBRA DIR.
Mão
de obra Direta é o resultado de H/h
vezes o custo horário direto
CUSTO IND.
Custo
Indireto é o resultado da mão de Obra
Direta vezes o IND IND
(índice de custo indireto do mapa de custo gerencial item 34)
CUSTO
É
a soma de Mão de Obra Direta com o Custo Indireto
14 -
TOTAIS NORMAIS
É
a soma dos itens 10 até 12
14
- TOTAIS NORMAIS
É
a soma dos itens 10 até 12
16/19
- HAVENDO HORAS EXTRAS; É o mesmo processo das horas normais,
supondo-se, nesse caso, que a mesma
equipe trabalhe em horário extraordinário 4 horas por dia. A diferença está no
custo horário direto que está acrescido de 50%
20
- TOTAL EXTRAS
É
a soma dos itens 16 até 18
21
- TOTAL MÃO DE OBRA
É
a soma dos itens 14 e 20
22 - TÍTULOS
23 -
Espaço em branco
24/26
– DESP. ADIC. COM A MONT. (EXTERNA)
É
o pessoal da montagem item 12 (nº de func.)
vezes o número de dias calculado para a montagem externa vezes o custo unitário
para pernoites, almoços e jantares
27 - TOTAL HOSPEDAGEM
Soma
dos itens 24 a 26
28
- CUSTO INDUSTRIAL
Soma
dos itens 07 + 21 + 27 ( Custo do material,
da mão de obra e hospedagem)
29 - TÍTULO VENDA – FATURAMENTO
30
- PREÇO DE VENDA
De
acordo com a política de preço da empresa. Neste caso $680,00 o metro quadrado
34
- TÍTULO - CUSTO SOBRE VENDAS
35/38
- ENCARGOS SOBRE VENDAS
Valor
do frete quando houver e for de responsabilidade do fabricante, valor do seguro
quando houver e for de
responsabilidade também do fabricante e comissões de representante e/ou
vendedor que nesse caso foi considerando 5% do preço de vendas/
39
- TOTAL DO CUSTO S/ VENDAS
Soma dos itens que constituem o encargos
sobre vendas, itens 36 até 38)
40 - LUCRO COMERCIAL
É o resultado do Lucro Industrial (item 33)
menos a soma do Custo total sobre vendas (item 39)
(Cont. 41) CÁLCULO DO PONTO DE EQUILÍBRIO E DO DESCONTO
O PONTO DE EQUILÍBRIO demonstra a partir de que ponto do faturamento a empresa passa a operar com lucro, que no caso específico dessa venda, a empresa passou operar com lucro a partir do valor de $ 76.088,00, que representa 37,3% do valor da venda. Os percentuais de custos variáveis e custos fixos são extraídos do mapa de custo gerencial. Ver demais comentários mais adiante
Também
aqui, no ritmo normal de trabalho (básico), com um valor da venda de 300M2 a
680,00 o metro quadrado, faturando $204.000,00, a empresa passou a operar com
lucro, a partir de $76,088,00 correspondente a 112 M2. O
lucro foi de 31,0% que atende à política da empresa. Buscando aumentar as
vendas para 450M2 (50%
a mais), sem alteração do preço original, a margem de lucro passa para 37,1%.
Todavia, também diante de uma concorrência, é possível que ela não negocie sem
uma queda de preços. Daí uma redução no
preço que cai para $619,48 o metro quadrado, aumentando o poder de competição.
Assim, mesmo com o preço menor, a margem de lucro continua no patamar de 31,0%
atendendo aos interesses da empresa, com o ponto de equilíbrio de 84.546.
(Cont. 41) CÁLCULO DO PONTO DE EQUILÍBRIO E DO DESCONTO
O PONTO DE EQUILÍBRIO demonstra a partir de que ponto do faturamento a empresa passa a operar com lucro, que no caso específico dessa venda, a empresa passou operar com lucro a partir do valor de $ 76.088,00, que representa 37,3% do valor da venda. Os percentuais de custos variáveis e custos fixos são extraídos do mapa de custo gerencial. Ver demais comentários mais adiante
Também
aqui, no ritmo normal de trabalho (básico), com um valor da venda de 300M2 a
680,00 o metro quadrado, faturando $204.000,00, a empresa passou a operar com
lucro, a partir de $76,088,00 correspondente a 112 M2. O
lucro foi de 31,0% que atende à política da empresa. Buscando aumentar as
vendas para 450M2 (50%
a mais), sem alteração do preço original, a margem de lucro passa para 37,1%.
Todavia, também diante de uma concorrência, é possível que ela não negocie sem
uma queda de preços. Daí uma redução no
preço que cai para $619,48 o metro quadrado, aumentando o poder de competição.
Assim, mesmo com o preço menor, a margem de lucro continua no patamar de 31,0%
atendendo aos interesses da empresa, com o ponto de equilíbrio de 84.546.
oooooooooooooooo
3º MODELO
UMA PEQUENA FÁBRICA DE MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS.
por se tratar de fabricação, venda e serviços, o modelo, embora um pouco mais complexo, pode ser aplicado a qualquer ramo de atividade
por se tratar de fabricação, venda e serviços, o modelo, embora um pouco mais complexo, pode ser aplicado a qualquer ramo de atividade
INSTRUÇÕES
SOBRE
OS PROCEDIMENTOS OPERADOS NO MAPA DE CUSTO GERENCIAL, QUE DETERMINA ÍNDICES
PARA OS
CÁLCULOS
DE CUSTOS
INDIVIDUAIS OU ESTUDOS DE CUSTOS.
A
- Ramo de atividade e denominação do
demonstrativo
B
- Referência do demonstrativo
C
– Identificação do mês em que se está procedendo o cálculo de custo.
D
– Referência dos meses dos quais está se extraindo a média dos valores
E - Ordem numérica das apurações para fins de
orientação
F
– Denominação das Contas que foram
levantadas
G
– Centro de Custo Financeiro. Embora não seja especificamente um departamento,
as despesas estarão em evidência,
dado ao seu grau de influência no Capital de Giro e no Custo Final do Produto.
H
– Centro de Custo Administrativo. São as
despesas do setor administrativo, centralizadas num único centro, por se tratar
de uma micro ou pequenas empresa
Observação:
Embora com denominações diferentes, ambos (G e H) são classificados
como “Custos
Indiretos”.
I
– Custos Indiretos da Produção. São aqueles que embora não estejam ligados
diretamente ao processo de fabricação, servem de apoio no setor fabril.
São eles:
• Materiais.
Aqui também
é tratado
como um centro de custo. A matéria-prima constitui um custo aplicado
diretamente ao produto, entretanto, desde a sua aquisição até a sua
distribuição e aplicação,
ela
é
onerada por
custos tais como: processo de compra, registros, armazenagem, etc. que fará com
que a
matéria-prima custe “ela
mesma
mais os acréscimos”.
• Segurança.
Embora sob o título “segurança”, para não ficar muito detalhado, engloba a
segurança, higiene, assistência ao empregado.
• Ferramentaria.
Fornece os componentes a serem utilizado na área fabril. Exemplo: moldes
a
serem acoplados às máquinas operatrizes, para fabricação de uma série de
produtos ou mesmo em casos de um único produto sob encomenda.
• Fabricação.
Como centro indireta da produção, representa os custos da direção técnica e
seus subordinados, dos projetos, pessoal
da manutenção e limpeza, etc.
J
–
Custos Diretos da Produção. São setores onde a mão de obra direta da produção
transforma a matéria-prima em novo produto que será colocado no mercado.
Para ilustrar os setores e serviços
A peça bruta é serrada na “Serralheria”, passando posteriormente para o setor de “Soldagens”, depois para o setor de “Usinagem” e posteriormente, para o setor de “Acabamento”, onde são retiradas as arestas com passagem pelo jateamento de areia, indo em seguida para o setor de “Tratamento Térmico”, que garantirá a dureza do aço, seguindo depois para o setor de “Niquelagem”, para banhos eletrolíticos, e por fim, para o setor de “Embalagem
L – Soma
dos custos
M
- Índices. Representa o percentual de cada
um dos custos, em face do Custo da Mão de Obra Direta. São utilizados também para medir o grau de eficiência,
entre
um período e outro,
além
da sua importância para cálculos de custos, nas Ordens de Fabricação ou Ordens de Serviços,
ou
ainda para fins orçamentários.
01/03
– DESPESAS COM O PESSOAL
A
base de rateio é a própria folha de pagamento que mostra os empregados de cada
setor. Idem o pro-labore.
Se houver alguma despesa que se
destaque, o item 03 é utilizado.
• MATERIAL
DE
EXPEDIENTE
Refere-se
às despesas do dia a dia de cada setor, tais como impressos, material de
projeto, canetas, etc.
• DESPESAS COM TRANSPORTES
Nesse
ramos de atividade, 100% destes gastos estão relacionado com materiais. Em
outros ramos de
atividade
pode ser que outros setores absorvam parte dessas despesas.
• ENCARGOS FISCAIS
De
acordo com a classificação contábil ou com auxílio do contador, pode-se
verificar a que setor compete cada uma
das despesas.
07 - DESPESA COM MANUTENÇÃO
Também de acordo com o tipo de material e
o tempo útil do pessoal da manutenção, as despesas podem ser distribuídas.
08/09- ENCARGOS E DESPESAS DIVERSAS
Pela classificação contábil ou com
auxílio do contador e/ou outros, essas despesas podem ser distribuídas por
competência e uso de cada setor. Exemplos: capacetes e óculos de segurança vai
para os setores tais, papeis de projeto vai para o setor de projeto, Telefone, água,
luz, proporcional a cada setor,
conforme o pessoal
e equipamentos.
• ENCARGOS FINANCEIROS
Serão alocados para o setor de mesmo nome
11/12 – DESPESAS COM ATIVOS FIXOS
Conforme cada setor que as absorve.
Exemplo: depreciação de máquinas é de acordo com as máquinas de cada setor
• TOTAL CUSTO POR CENTRO
Soma das despesas de cada um dos centros
• HORAS DIRETAS TRABALHADAS
Número de horas trabalhadas nos centros
diretos da produção, normalmente apuradas e registradas por apontamentos.
• CUSTO HORÁRIO DIRETO
H/h(Horas /homem) Custo total de cada um dos centros diretos, dividido
•BASE DE RATEIO PARA OS CUSTOS INDIRETOS
Considerando que as despesas indiretas existem em função
dos setores produtivos, que espelham a atividade objeto da empresa, a forma de
rateio aqui utilizada é com base nos investimentos em trabalhos alocados em cada um dos centros
diretos. Por exemplo: O custo do setor de “Serralheria´ $25.364,00 representa
aproximadamente 11% do total dos custos diretos (230.000,00 letra L-13). O
custo do setor de “Soldagens” $ 42.566,00 representa 18,5% do total dos custos
diretos e assim por diante até o setor de “Embalagens
17/20
– RATEIO DOS CUSTO INDIRETOS DA PRODUÇÃO
De
acordo com as bases de rateio determinadas no item 16, os custos dos centro
indiretos da produção serão alocados aos setores de custos diretos da produção.
Exemplo: O custo de $200.888,00 da “Fabricação” (item L-13) será rateado da
seguinte forma: 11,0% ($22.098,00) para
o setor de “Serralheria”, 18,5% ($37.164,00) para o setor de “Soldagens” e
assim por diante. Até o setor de “embalagens”.
• APÓS
O RATEIO DOS CUSTOS INDIRETOS DA PRODUÇÃO
É a
soma dos centro indiretos da produção rateados, que fornece o custo total
indireto da produção por centro direto.
• CUSTO
INDIRETO DA PRODUÇÃO POR HORA DIRETA
É o
total de cada um dos centros indiretos
(item 21) dividido pelo total de horas diretas trabalhadas. Exemplo:
“Serralheria” soma do rateio dos custo indiretos (51.339,00) divido pelas horas
diretas trabalhadas no setor (1.950 -
J-14) é igual 26,33 que é o custo
Indireto da Produção por hora direta trabalhada no setor. Idem $86.344,00 do setor de “Soldagens”
dividido por 4.120 horas diretas trabalhadas, é igual a 20,96 e assim por
diante até o setor de “Embalagens”
23/26
– CUSTO FINANCEIRO E ADMINISTRATIVO POR HORA DIRETA
Da
mesma forma que os Custos Indiretos da Produção (item 22), se procede com os
custo “financeiros” e “administrativos”.
Encontrando-se os custos financeiros e administrativos por hora direta
trabalhada em cada setor da produção
27/28
– CUSTO OPERACIONAL
É
o custo do trabalho direto somado ao indireto, sem considerar ainda,
matérias-primas e despesas diretamente relacionadas com vendas. É o resultado
da soma dos itens 13, 21, 23 e 25
• 29
- MATÉRIA-PRIMA APLICADA
Refere-se
à matéria-prima requisitada ou comprada, aplicada diretamente na produção.
• 30
- CUSTO FINAL DA PRODUÇÃO
É a
soma do custo operacional item 25 com o custo da matéria-prima item 29
31/33
– CUSTOS RELACIONADOS DIRETAMENTE COM AS
VENDAS
Além
dos aqui apurados, eventualmente, uma parcela das despesas com marketing,
promoções, etc. poderão ser incluídas nesse grupo.
• 34
- CUSTO DOS ENCARGOS SOBRE
VENDAS
Soma dos itens 31 a 33.
• 35
- CUSTO TOTAL
Soma do Custo Final da Produção (item 30) e
Encargos sobre Vendas (item 34
• 36
- VENDAS LÍQUIDAS
Subentende-se o
valor da venda do lote produzido no período em que se apura o custo.
• 37
- RECEITAS NÃO OPERACIONAIS
Quando
há, refere-se à receitas provenientes , não da atividade principal da empresa. Exemplos: juros
sobre aplicações no mercado financeiro, descontos obtidos por pagamentos
antecipados de títulos.
• 38
- RECEITAS TOTAIS
É
o resultado da soma dos itens 36 e 37
• 39
- LUCRO ANTES DO IMPOSTO DE RENDA
É
o resultado do item 38 menos o item 35
APURAÇÃO DO CUSTO POR PRODUTO
NA SEQUÊNCIA, EXPOSIÇÃO SOBRE A APURAÇÃO DO
CUSTO POR PRODUTO
USANDO OS NÚMERO DE ORDEM.
USANDO OS NÚMERO DE ORDEM.
01/08 – HORAS DIRETAS TRABALHADAS POR
SETOR (CENTRO) Total
das horas trabalhadas, apontadas por centro direto durante a fabricação,
multiplicadas pelo custo horário direto
extraído do Mapa Gerencial (15J)
09 - MÃO DE OBRA DIRETA É o resultado da soma dos itens 01 a 08
10/11 – MATÉRIA-PRIMA E MATERIAL DE
EMBALAGEM Material
aplicado na fabricação do produto,
cujas quantidades são obtidas mediante a
soma dasrequisições junto ao Almoxarifado ou de acordo
com a fórmula dos produtos,valorizados de preferência, atualizados na data da apuração do custo.
12 - TOTAL DO MATERIAL DIRETO APLICADO É o resultado da soma do item 10 e 11
13 - TOTAL DOS CUSTO DIRETOS É o
resultado da soma 09 e 12
15/19 – CUSTOS INDIRETOS DA PRODUÇÃO Rateados em
bases percentuais para cada setor indireto, conforme Mapa Gerencial (coluna M
itens 19 a 20), cujos percentuais são
aplicados sobre o volume de Mão de Obra Direta (item 9 da apuração).
20 - TOTAL DOS CUSTOS INDIRETOS É o
resultado da soma dos itens 16 a 19
21 - CUSTO INDIRETO DA PRODUÇÃO UNITÁRIOÉ o
resultado da divisão do item 20 pela quantidade produzida
22 - CUSTO INDUSTRIAL São todos os
custo que de forma direta ou indireta envolve a fabricação do produto. É a soma
dos itens 13 e 20
23- CUSTO INDUSTRIAL UNITÁRIO É o
resultado da divisão do item 22 pelaquantidade
24 - CUSTO ADMINISTRTATIV Parcela dos
custos relacionados com a administração, alocados aos custo diretos em base
percentual aplicada sobre a Mão de Obra Direta (item 09), conforme Mapa Gerencial (coluna M item 23)
25 - CUSTO ADMINISTRATIVO UNITÁRIO É o
resultado da divisão do item 24 pela quantidade
26/30 – ENCARGOS SOBRE VENDAS São os
encargos relacionados diretamente com o volume de vendas, cujos percentuais já
se tem conhecimento prévio, conforme legislação e contratos. No Caso do ICMS, o
valor refere-se ao ICMS calculados sobre o preço de venda (item 37) menos o
ICMS calculado sobre o valor da
matéria-prima e Mat3erial de Embalagem (item 12)
31 - TOTAL DOS ENCARGOS SOBRE VENDAS É o resultado
da soma dos itens 27 a 30
32 - TOTAL DOS ENCARGOS SOBRE VENDAS UNITÁRIO é o
resultado da divisão do item 31 pela quantidade
33 - CUSTO FINANCEIRO Influência
das despesas financeiras, no volume de produção. É alocado ao custo do produto
mediante aplicação do percentual encontrado no Mapa Gerencial (coluna M item25)
sobre a mão de obra direta (item 9 da apuração).
34 CUSTO FINANCEIRO UNITÁRIO é o
resultado da divisão do item 33 pela quantidade.
35 CUSTO COMERCIAL, é o resultado da soma dos itens 22, 24, 31 e 33)
36 - CUSTO COMERCIAL UNITÁRIO É o resultado da divisão do item 35 pela quantidade.
37 - RECEITAS OPERACIONAIS (VENDA LÍQUIDA) É o
resultado da multiplicação do preço de venda unitário pela quantidade produzida
38 - PREÇO UNITÁRIO DE VENDA. É o inverso
do anterior ou seja item 37 dividido
pela quantidade
39 - RECEITAS NÃO OPERACIONAIS. Quando a
empresa obtém receitas alem da venda de produtos tais como venda de sucata,
aplicações dos excedentes de caixa no mercado financeiro, nada mais justo
alocar uma parcela a título de amenização dos custos ou maximização da margem
de lucro. O contrário do que ocorre no Custo Financeiro. Caso ocorra, aplica-se
o percentual do Mapa Gerencial (coluna M item 37) sobre o valor da mão de Obra
Direta (item 09 da apuração)
40 - RECEITA NÃO OPERACIONAL POR UNIDADE
Quando há, é
o resultado da divisão item 39 pela quantidade
41 TOTAL DAS RECEITAS. É o
resultado da soma do item 37, quando há, com o item 39
42 - RECEITA TOTAL UNITÁRIA. É o
resultado do item 41 dividido pela quantidade
43 - LUCRO ANTES DO IMPOSTO DE RENDA. É o valor
das Receitas Toais (item41) menos o valor do Custo Comercial (item 35)
44 - LUCRO ANTES DO IMPOSTO DE RENDA UNITÁRIO . É o
resultado da divisão do item 43 pela quantidade
Obs.: Havendo interesse em se estender um pouco mais, pode-se chegar a um Lucro Final, computando-se o Imposto de Renda. É comum também, acrescentar-se ao total dos custos um percentual a título de “quebra”, como margem de segurança, levando-se em conta possíveis perdas de materiais, eventual falha no apontamento da Mão de Obra, etc.
Obs.: Havendo interesse em se estender um pouco mais, pode-se chegar a um Lucro Final, computando-se o Imposto de Renda. É comum também, acrescentar-se ao total dos custos um percentual a título de “quebra”, como margem de segurança, levando-se em conta possíveis perdas de materiais, eventual falha no apontamento da Mão de Obra, etc.
COLUNA %
Refere-se ao percentual de cada uma das contas diante
do valor das vendas que no caso é igual a 100%
COLUNAS “F”
E “V”
Refere-se à classificação das contas em “Fixas” ou
“Variáveis” ou ainda parte “Fixa” e parte “Variável”, para fins de cálculo do
Ponto de Equilíbrio e negociações
RESUMO
E COMENTÁRIOS SOBRE
O CÁLCULO DO PONTO
DE EQUILÍBRIO
E DESCONTOS, SEM PERDERA
MARGEM PERCENTUAL DE LUCRO
RESUMO
DAS DESPESAS FIXAS E VARIÁVEIS

Da mesma
forma aqui, no ritmo normal de trabalho (básico), com um valor da venda de
5.400 peças ao preço unitário de $380,00, faturando $2.052.000,00, a empresa
passou a operar com lucro, a partir de $627.217, correspondente a 1.624 peças.
O lucro foi de 25,2% que também atende à política da empresa. Buscando também
aumentar as vendas com uma oferta de 8100 peças (50% a mais), sem alteração do
preço original, a margem de lucro passa para 28,9%. Todavia, ainda diante de
uma concorrência, é possível que ela não negocie sem um queda de preços. Daí uma redução no preço que cai para $361,25
o metro quadrado, aumentando o poder de competição. Assim, mesmo com o preço
menor, a margem de lucro continua no patamar de 25,2%, dentro da política da
empresa, com o ponto de equilíbrio de 690.259,00.
BUSCANDO SIMULAÇÕES PARA VENCER A CONCORRÊNCIA, VENDENDO A UM PREÇO
MAIS BAIXO, SEM PERDER A MARGEM
DE LUCRO PRETENDIDA
CÁLCULO
DO PONTO DE EQUILÍBRIO
E MARGEM DE LUCRO
E MARGEM DE LUCRO
OBSERVAÇÕES:
-
Cálculo
do ponto de Equilíbrio e menor preço, ver fórmulas.
- O
percentual
do Ponto de Equilíbrio na quantidade está relacionado com a quantidade vendida
e não com o valor
COMENTÁRIOS:
Digamos que, de acordo com a direção, a política de preço, tem como expectativa uma margem de lucro de 20% sobre as vendas.
Digamos que, de acordo com a direção, a política de preço, tem como expectativa uma margem de lucro de 20% sobre as vendas.
1 –
POSIÇÃO ATUAL – A empresa está em seu ritmo normal, fabricando com qualidade
insuspeitada, em média 30.000
unidades
do produto que vende ao preço unitário de $2,80. Nessas condições, ela opera
com lucro a partir $42.000,00 (15.000 unidades) que corresponde a 50% do
faturamento, Atendendo ao retorno esperado.
2 –
POSIÇÃO PROJETADA – O mercado permite e a empresa está planejando aumentar a
produção e venda para 75.000 unidades do produto, em princípio sem alteração no
preço. O Custo fixo permanece o mesmo. Nessas condições, ela continuará a
operar com lucro a partir $42.000,00 (15.000 unidades) que, todavia corresponde
apenas 20,0% das vendas, Devido à posição do Custo Fixo a margem de lucro
passará para 32,0% sobre as Vendas. Um retorno bem acima do anterior.
3 –
POSIÇÃO PROJETADA – Após estudos foi decidido uma redução no preço de $2,80 para $2,50
buscando um incentivo nas vendas. O Custo fixo permanece o mesmo. Nessas
condições, ela passará a operar com lucro a partir $51.220,00 (20.488 unidades)
que, corresponde a 27,3% das vendas. Já nessa situação, a margem de lucro, com
relação {a posição anterior, cai para 23,8%, mas mesmo assim, acima dos 20% que
é a política da empresa.
4 –
POSIÇÃO PROJETADA – Surgiu ainda uma preocupação. Tem um concorrente que vende
também o produto com qualidade ao preço de $2,40. Supondo uma estrutura
administrativa e industrial semelhante, a esse preço a situação seria assim: O
Custo fixo seria aproximadamente o mesmo. Nessas condições, ela passará a
operar com lucro a partir $55.000,00 (23.333 unidades) que, corresponde a 31,1%
das vendas. Nessa situação, a margem de lucro seria de 20,7%, um pouco maior
que a posição anterior e ainda com maior força de concorrência.
5 –
POSIÇÃO PROJETADA – Decidiu-se novamente reduzir o preço para favorecer a
concorrência, mas sem perder a expectativa de retorno.
FÓRMULA
UTILIZADA NOS EXEMPLOS PARA CÁLCULO DOS
PREÇOS COM DESCONTO:
(CUSTO TOTAL DA (VENDAS DA
QUANT. PROJETADA)
X QUANTIDADE BÁSICA)
----------------------------------------------------------------- X
PREÇO ORIGINAL
(CUSTO TOTAL DA X (VENDAS
DA
QUANT. BÁSICA) QUANT.
PROJETADA)
142.800 X 84.000 11.995,2
-------------------------- X
2,80 = --------------- X 2,80
210.000 X 67.200 14.112,0
= 0,85 X 2,80 = 2,38
=============================================================
RESULTADO
Vendendo
ao preço de $2,38. Com o Custo fixo no
mesmo valor, ela passará a operar com lucro a partir $57.229,00 (24.046
unidades) que corresponde a 32,1% das vendas. Nessa situação, a margem de lucro
seria de 20,0% dentro da política da empresa e com maior força de concorrência.
UM
FORTE INSTRUMENTAL COMPETITIVO NA ECONOMIA DOS DIAS ATUAIS, QUALQUER
QUE SEJAO PORTE DA EMPRESA; ATÉ
MESMO O MICROEMPREENDEDOR
INDIVIDUAL, DESDE QUE FAÇA
USO DO APRENDIZADO!
QUE SEJAO PORTE DA EMPRESA; ATÉ
MESMO O MICROEMPREENDEDOR
INDIVIDUAL, DESDE QUE FAÇA
USO DO APRENDIZADO!
ooooooooooo
Terminamos
aqui!
Felicidade –
sucesso!
Veslaine
==================
PRÓXIMO CURSO:
LOGÍSTICA ATUALIZADA
- ATIVIDADES COMPLEMENTARES -









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