CUSTOS
1 - TERMINOLOGIA USUAL
1 - TERMINOLOGIA USUAL

ooooooooooooooo
SEM SABER O CUSTO EXATO
DO SEU PRODUTO,
VOCÊ NÃO PODE ESTABELECER UM
PREÇO CORRETO.
E SEM UM PREÇO
CORRETO VOCÊ FICA
SEM CONDIÇÕES DE CONCORRER NO
MERCADO, TRABALHANDO NO
“ESCURO”, COM O RISCO DE
ACABAR ENCERRANDO
SUAS ATIVIDADES.
É O QUE ACONTECE COM GRANDE
NÚMERO DAS MICROS E PEQUENAS EMPRESAS NO BRASIL.
VOCÊ VERA COMO CALCULAR
O CUSTO E
PODER MANIPULAR O PREÇO, PARA
CONCORRER, BAIXANDO-O, SEM
PERDER A MARGEM DE
LUCRO PRETENDIDA.
INDEPENDENTE DO PORTE
DE SUA EMPRESA!!!
INDEPENDENTE DO PORTE
DE SUA EMPRESA!!!
oooooooooooo

CENTROS DE CUSTO
São os diversos setores da
empresa, aos quais serão alocados os custos segundo um processo de rateio. Isso
permitirá tomar conhecimento do custo de cada setor, que permitirá também
calcular o custo do produto, quando da passagem pelo setor. Tem empresas
grandes que tem um grande número de setores tais como, Diretoria, gerência,
compras, vendas, almoxarifado, tornearia, ferramentaria, etc. Tem empresas
pequenas que tem, pode-se dizer, apenas dois setores tais como: setor
administrativo e setor produtivo e muitas vezes o próprio dono acumula as funções
nos dois setores.
CENTRO DE CUSTO FINANCEIRO
Tem empresa que acha por bem
criar um centro indireto de custo para despesas financeiras, neutro aos demais
setores, por considerar sua importância, ao se analisar o grau de influência
dos custos financeiros no custo do produto, de forma destacada.
CENTROS DIRETOS
São os setores relacionados com a
atividade operacional da empresa. Numa indústria, são os setores da área
fabril. Num comércio, os setores relacionados diretamente com a comercialização
revenda dos produtos.
CENTROS INDIRETOS
São os setores relacionados com
despesas vinculadas às atividades não operacionais ou fabris. Exemplo: setores
administrativos
CENTROS DE RECEITAS
São os centros geradores de
receitas
CONTRIBUIÇÃO MARGINAL OU LUCRO VARIÁVEL
È igual às
vendas menos custos variáveis.
CUSTOS DIRETOS E INDIRETOS
Existe ainda o conceito de custos
diretos e indiretos. Exemplos: o
operário que trabalha diretamente na fabricação do produto, na linha de
produção é uma mão de obra direta, totalmente variável já o líder de uma equipe
de operários é uma mão de obra indireta, na sua maioria invariável já que
aumentando ou não a equipe de operários ele continua.
CUSTO – DESPESA - PAGAMENTO
Custo é o consumo de valores para
determinados fins, o que vem diferenciá-lo de pagamento ou despesas.
Despende-se dinheiro, adquirindo bens e fazendo despesas. Entretanto, não é a
aquisição ou o pagamento que constitui o custo, mas, o consumo, ato que
transforma despesas em
custo. Daí , despesa e custo não são sinônimos. Custo representa as múltiplas aplicações de
bens e/ou serviços, para obtenção de um bem de uso ou de troca.
Para se determinar um “custo”, torna-se necessário o
agrupamento de uma série de fatores que integram sua estrutura tais como, no
caso de uma empresa insustrial:
Matéria prima
Material de embalagem;
Mão de obra direta;
Mão de obra indireta;
Despesas industriais fixas;
Despesas industriais variáveis;
Despesas financeiras;
Despesas tributárias;
Despesas de vendas;
Despesas de distribuição;
Etc.
Com o agrupamento dessas
despesas, tem-se o custo devidamente apropriado que será rateado aos diversos
setores, em bases proporcionais e que acumulado se chegará ao custo final do
produto, básico para uma eficiente política de preço.
CUSTO FIXO, VARIÁVEL, E SEMI-VARIÁVEL - CLASSIFICAÇÃO.
Várias são as formas utilizadas
para classificação das despesas e/ou custos fixos, variáveis e semi-variáveis.
Depende de um consenso lógico e discutível variando de um ramo de atividade
para o outro. Entendendo a essência, da forma como está se fazendo, não será
difícil para um analista definir e/ou classificar. Se a empresa dispõe de
balancetes mensais, devidamente auditados, indispensáveis para uma eficiente
administração, as informações são extraídas das Demonstrações de Resultados.
Caso não disponha dos balancetes, as informações serão levantadas de forma
extra-contábil, na certeza de que são exatas.
DESPESAS E CUSTOS NÃO OPERACIONAIS
São aquelas não decorrentes da
atividade principal da empresa. Exemplo: juros pagos na utilização de capital
de terceiros
DESPESAS E CUSTOS OPERACIONAIS
São aqueles decorrentes da
atividade principal da empresa, para a qual ela foi constituída. Exemplo: mão
de obra direta ou indireta, matérias-primas, energia elétrica, etc.
DESPESAS E CUSTOS FIXOS
São despesas e/ou custos que
independentemente do ritmo da produção e/ou das vendas, elas permanecem ou não
se alteram por um razoável período de tempo. Se houver alterações, elas não
chegam a ser significativas ao ponto de modificar o conceito. Exemplo: Aluguel
do Imóvel. Produzindo e/ou vendendo-se mais ou menos, o valor do aluguel do
imóvel permanece. Mesmo que não se produza nada ou se venda nada, o valor do
aluguel deve ser pago.
DESPESAS E CUSTOS VARIÁVEIS
São despesas e/ou custos que se
alteram de acordo com o ritmo da produção. Exemplo: Matérias-primas. Aumentando-se a produção, na mesma proporção
aumenta-se a quantidade de matérias-primas.
DESPESAS E CUSTOS SEMI-VARIÁVEIS
São despesas e/ou custos em que
parte é fixa e parte é variável. Exemplo: Energia Elétrica. Se a fábrica
estiver operando, os maquinários consomem energia elétrica e não operando, o
gasto com energia elétrica é nulo. Já na área administrativa, nos escritórios,
independente do ritmo da produção, consome-se energia elétrica tais como
lâmpadas, calculadora, computadores, etc.
LUCRO VARIÁVEL OU CONTRIBUIÇÃO
MARGINAL
É igual às
vendas menos custos variáveis.
ORDEM DE FABRICAÇÃO
Formulário para anotações e
apontamentos de trabalhos sob encomenda, não de produção em série (projeto e fabricação
de um equipamento) para posterior cálculo do custo. Exemplo: uma oficina de
tornearia.
ORDEM DE SERVIÇO
Formulários para anotações e
apontamentos no caso de prestação serviços.
Exemplo: uma oficina mecânica de automóveis
PONTO DE
EQUILÍBRIO DIANTE DAS VENDAS
É o valor a partir do qual, no volume das vendas, a
empresa passa a operar com lucro. Abaixo dele, a empresa está operando com
prejuízo.
Quanto menor o percentual do Ponto de Equilíbrio
com relação às vendas, a empresa estará operando com lucro numa maior
velocidade. Fazendo uma análise mensal, considerando-se a média dos três
últimos meses, e se esse percentual estiver aumentando sistematicamente, é bom
tomar cuidado.
Dividindo-se o ponto de equilíbrio pelo número de
dias úteis de trabalho, tem-se em média o ponto de equilíbrio no dia, ou seja,
pode-se saber se em determinado dia, se a empresa trabalhou com lucro ou com
prejuízo.
PONTO DE EQUILÍBRIO NAS VENDAS =
CUSTOS FIXOS
--------------------------------------------------------
CONTRIBUIÇÃO MARGINAL / VENDAS
PONTO DE EQUILÍBRIO NA QUANTIDADE
=
PONTO DE EQUILÍBRIO NAS VENDAS
--------------------------------------------------------
PREÇO
RATEIO
É a distribuição das diversas
despesas aos diversos centros de custo de acordo com vários critérios. As bases
de rateio serão aquelas previamente estudadas pelo pessoal técnico e
administrativo. Por exemplo: o total das despesas relacionadas com salários e
encargos será rateado de acordo com a folha de pagamento do pessoal alocado a
cada centro. Depreciação será rateada com base nas máquinas e equipamentos de cada
centro. Despesas com alimentação serão rateadas na proporção do número de
empregados de cada centro. Despesas com aluguel serão rateadas na proporção da
metragem quadrada de cada setor. Portando para o rateio usa se o bom senso,
adotando o critério mais racional possível, adequado ao ramo de atividade. A
importância do rigor na determinação das bases de rateio está no fato de que
eles devem ser fixos, para serem aplicados de uma forma similar em todos os
demonstrativos periódicos, de um mesmo exercício, salvo casos específicos,
devidamente justificados e anotados para que as análises não fiquem
distorcidas. A somatória vertical dos
valores rateados fornece o custo de cada setor, seja ele centro direto ou
indireto.
RECEITAS NÃO OPERACIONAIS
Receitas não operacionais são
conseqüência de outras atividades, diferentes da atividade principal. Exemplo:
juros obtidos com aplicação dos excedentes de caixa, no mercado financeiro,
aluguel de algum imóvel de propriedade da empresa, etc. Não tem nada a ver com
a atividade principal da empresa.
RECEITAS OPERACIONAIS
Receitas operacionais são
conseqüentes da atividade principal da empresa. Exemplo fabricação e venda de
produtos.
VENDAS/RECEITAS
As vendas denominadas também Receitas,
são necessárias para cálculo do Ponto de Equilíbrio e são classificadas sempre
como variáveis, ou seja: pode-se não vender nada, como se pode atingir um certo
volume de vendas. Havendo interesse podem-se separar as vendas por tipo de
produto, por área de venda, etc.
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SEQUÊNCIA :
MODELOS PRÁTICOS DE
SISTEMAS DE CUSTO




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