domingo, 29 de outubro de 2017

15/15 - FORMAÇÃO PROFISSIONAL – ADMINISTRAÇÃO/CONTABILIDADE - (GERENTE/ASSISTENTE/ANALISTA)


15 - FLUGRAMA DE CAIXA





























CONTEÚDO DO CURSO:

ABORDAGENS PRÁTICAS

01. ESTRUTURA FINANCEIRA DA EMPRESA

02. CONTABILIDADE EMPRESARIAL

03. ANÁLISE VERTICAL E HORIZONTAL

04. CAPITAL DE GIRO (FONTES E APLICAÇÃO DE RECURSOS)

05. INDICADORES FINANCEIROS INICIAIS

06. CICLO OPERACIONAL, FINANCEIRO E DE CAIXA

07.ALAVANCAGEM FINANCEIRA, OPERACIONAL E  COMBINADA

08. CONCESSÃO DE CRÉDITOS

9. VIABILIDADE E CONVENIÊNCIA ECONÔMICA

10. COMPETIÇÃO MERCADOLÓGICA COM BASE
NO PONTO DE   EQUILÍBRIO

11 - GRAU DE GARANTIA  DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO OU GRAU DE PRESSÃO DOS CREDORES

12 - INVESTIMENTOS NA ATIVIDADE OPERACIONAL  

 - INDICADORES FINANCEIROS -

13 - EXPECTATIVA DE LUCROS E TAXAS DE RETORNO


 14 - GRAU DE APLICAÇÃO DE RECURSOS NA ATIVIDADE OPERACIONAL



15 - FLUGRAMA DE CAIXA


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O fluxograma de caixa é talvez, um dos mais importantes demonstrativos para a direção financeira manipular o dinheiro no dia-a-dia da empresa, buscando manter um sadio capital de giro que, na visão dos especialistas em finanças, volta-se a dizer, é o “pulmão” da empresa, para que ela respire. Modernamente, a geração de dinheiro que faz mais dinheiro, chega a ser mais preocupante do que o próprio lucro final apresentado nos balancetes.

Ele oferece uma visão “panorâmica” das entradas e saídas diárias de dinheiro bem como dos valores em caixa e bancos, permitindo com antecipação, a busca de recursos, no caso da necessidade, bem como da aplicação dos excedentes, obtendo receitas financeiras.

É na verdade uma previsão de curtíssimo prazo da posição financeira, favorecendo a tomada de decisões, já que os valores nele contidos são quase 100% corretos, por se tratarem de operações já realizadas de compra e venda, através dos títulos e outras despesas e receitas bem reais, através da coleta de informações internas. Não deve ser dispensado, mesmo que você tenha aquela agenda de anotações ou fichários, que não proporcionam uma ampla visão semanal, quinzenal ou mensal.

VEJA EXEMPLO A SEGUIR:


OBSERVAÇÕES

No exemplo, foi considerada semana de 5 dias úteis (não há expediente aos sábados e domingos) É claro que em meses de 31 dias a 2ª quinzena será de 16 dias.

Tudo isso foi planejado, mas no dia a dia pode haver algumas variações que devem ser ajustadas da melhor forma. Com isso estará se administrando eficientemente o Capital de Giro, para não se ter surpresas desagradáveis. 

CONFERÊNCIA:

            Saldo inicial de caixa e bancos do dia 01
         + total das entradas da quinzena
         – total das saídas da quinzena
         + total dos empréstimo da quinzena (se houver)
         – juros sobre emréstimo
         – juros sobre saldo bancário devedor (se houver)
         + total dos resgates da quinzena
         – total das aplicações da quinzena
         = saldo final de caixa e bancos dia 15













CONSIDERAÇÕES

- No dia 1º há uma previsão de 2.650 de entradas de dinheiro e uma saída de 1.930, sobrando favoravelmente 720, que somados aos 3.000 de saldo em Caixa e Bancos o disponível será de  3.720;

- Como a situação está positiva, você não se utilizou de empréstimos e conseqüentemente também não tem juros a pagar.  O saldo de 3.720 continua.

- Você não deixou saldo bancário devedor como às vezes acontece, portanto, não paga juros e o saldo continua;

- Você não fez nenhuma aplicação anterior de excedentes de caixa, para resgate no dia 1º, portanto o saldo continua;

- Você não quer fazer nenhuma aplicação de excedentes de para deixar um saldo médio nos bancos, para garantir uma certa reciprocidade. Portanto, o saldo continua e é o saldo final do dia 1º.

- O saldo final do dia 1º passa a ser o saldo inicial do dia 2, que você soma à diferença das entradas e saídas, e assim por diante.

- No dia 4 você estará com um saldo alto de caixa e bancos e como não vai precisar desse dinheiro tão cedo, resolve fazer uma aplicação financeira de 3.000 para resgates no dia que achar conveniente ou pagar títulos adiantados com descontos vantajosos. São receitas financeiras.  Essa aplicação sai do seu saldo que no final do dia passa a ser de 2.740 que será o saldo inicial do dia seguinte, e assim por diante;

- No dia 5 embora as entradas sejam menores que as saídas, você tem um saldo de caixa e bancos que garante, ficando ainda com um saldo de 140 que passará para o dia 8 e assim por diante;

- No dia 11 você resgata 550 de uma aplicação financeira que você fez no mês anterior. Você soma ao saldo de 340 e passará a ter 890 que será o saldo inicial do dia 12. Semelhante fato ocorre também no dia 15.


O FLUXOGRAMA SE TORNA MAIS EFICIENTE SE AS REVISÕES FOREM COMPARADAS COM O REAL, ESTABELECENDO-SE VARIAÇÕES, 
PARA APRIMORAMENTO DAS PREVISÕES 
DOS FLUXOGRAMAS FUTUROS. 
VEJA MODELO ABAIXO













Estava prevista uma entrada de $100. Na verdade, entrou $110, ou seja, uma variação de $10, que representa 10% a mais que a previsão. Essa modalidade permite à gerência superior, avaliar a eficiência do responsável pelas previsões. São elas que permitem tomadas de decisões sobre a manipulação correta do Capital de Giro. 

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FUNDO FIXO DE CAIXA

Para se evitar a emissão demasiada de cheques e pagamentos de pequenas despesas do dia a dia, permite-se uma retirada que permanecerá em Caixa, sob a responsabilidade de um tesoureiro.


(1) FUNDO FIXO DE CAIXA   -   (2) VALOR: $_________   (3) No: _____

(4)
0RD.
(5)
DATA
(6)
HISTÓRICO
(7)
ENTR. / REP.
(8)
SAÍDA
(9)
SALDO
(10)
CLASS.

(11) TRANSFERÊNCIA ............................


01






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19
(12) TOTAIS .................


- o -
- o -
20
SALDO A TRANSFERIR ...........................




1.       FUNDO FIXOÉ o valor estabelecido para atender às necessidades do dia a dia, de acordo com o nível e carência do movimento financeiro a vista. Pode ser aumentado na medida em que o movimento vai se aumentando, mas sempre com autorização da direção. Quando da necessidade de reconstituição, o valor a ser complementado será sempre o valor do fundo fixo estabelecido menos o valor da soma dos comprovados dos valores utilizados.

2. VALOR - É o valor estabelecido determinado pela direção de acordo com o nível das necessidades,

3.  NÚMERO - Número sequencial de controle.

4.  ORDEM - Ordem do lançamento das operações

5. DATA -  das operações de saídas de numerários e reconstituição do Fundo Fixo.

6. HISTÓRICO - Informação sobre ao que se refere às entradas e saídas.

7. ENTRADAS/REPOSIÇÕES - Valores das entradas e/ou reposições do Fundo Fixo

8. SALDO - Valor do saldo anterior mais a entrada ou menos a saída

9. CLASSIFICAÇÃO – Classificação para fins contábeis, se for o caso.

10.TRANSFERÊNCIA - Valor transferido recebido do formulário anterior (número anterior – item 3)

11.TOTAIS - Total das entradas e total das saídas.

12.SALDO A TRANSFERIR - Valor a ser transferido para o formulário seguinte (número – item 3)

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PRÓXIMO CURSO:

FORMAÇÃO PROFISSIONAL

PLANEJAMENTO FINANCEIRO E ANÁLISE
(ORÇAMENTO EMPRESARIAL)



ASSISTENTE/ANALISTA