15 - FLUGRAMA DE CAIXA
CONTEÚDO DO CURSO:
ABORDAGENS PRÁTICAS
01. ESTRUTURA FINANCEIRA DA EMPRESA
02. CONTABILIDADE EMPRESARIAL
03. ANÁLISE VERTICAL E HORIZONTAL
04. CAPITAL DE GIRO (FONTES E APLICAÇÃO DE RECURSOS)
05. INDICADORES FINANCEIROS INICIAIS
06. CICLO OPERACIONAL, FINANCEIRO E DE CAIXA
07.ALAVANCAGEM FINANCEIRA, OPERACIONAL E COMBINADA
08. CONCESSÃO DE CRÉDITOS
9. VIABILIDADE E CONVENIÊNCIA ECONÔMICA
10. COMPETIÇÃO MERCADOLÓGICA COM BASE
NO PONTO DE EQUILÍBRIO
11 - GRAU DE GARANTIA DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO OU GRAU DE PRESSÃO DOS CREDORES
12 - INVESTIMENTOS NA ATIVIDADE OPERACIONAL
- INDICADORES FINANCEIROS -
13 - EXPECTATIVA DE LUCROS E TAXAS DE RETORNO
14 - GRAU DE APLICAÇÃO DE RECURSOS NA ATIVIDADE OPERACIONAL
13 - EXPECTATIVA DE LUCROS E TAXAS DE RETORNO
14 - GRAU DE APLICAÇÃO DE RECURSOS NA ATIVIDADE OPERACIONAL
15 - FLUGRAMA DE CAIXA
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O fluxograma de caixa é talvez, um dos
mais importantes demonstrativos para a direção financeira manipular o dinheiro
no dia-a-dia da empresa, buscando manter um sadio capital de giro que, na visão
dos especialistas em finanças, volta-se a dizer, é o “pulmão” da empresa, para
que ela respire. Modernamente, a geração de dinheiro que faz mais dinheiro,
chega a ser mais preocupante do que o próprio lucro final apresentado nos
balancetes.
Ele oferece uma visão “panorâmica” das
entradas e saídas diárias de dinheiro bem como dos valores em caixa e bancos,
permitindo com antecipação, a busca de recursos, no caso da necessidade, bem
como da aplicação dos excedentes, obtendo receitas financeiras.
É na verdade uma previsão de curtíssimo
prazo da posição financeira, favorecendo a tomada de decisões, já que os
valores nele contidos são quase 100% corretos, por se tratarem de operações já
realizadas de compra e venda, através dos títulos e outras despesas e receitas
bem reais, através da coleta de informações internas. Não deve ser dispensado,
mesmo que você tenha aquela agenda de anotações ou fichários, que não
proporcionam uma ampla visão semanal, quinzenal ou mensal.
VEJA EXEMPLO A SEGUIR:
OBSERVAÇÕES
No
exemplo,
foi considerada semana de 5 dias úteis (não há expediente aos sábados e
domingos) É claro que em meses de 31 dias a 2ª quinzena será de 16 dias.
Tudo
isso foi planejado, mas no dia a dia pode haver algumas variações que devem ser
ajustadas da melhor forma. Com isso estará se administrando eficientemente o
Capital de Giro, para não se ter surpresas desagradáveis.
CONFERÊNCIA:
Saldo inicial de caixa e bancos do dia 01
+ total das entradas da quinzena
– total das saídas da quinzena
+ total dos empréstimo da quinzena (se houver)
– juros sobre emréstimo
– juros sobre saldo bancário devedor (se houver)
+ total dos resgates da quinzena
– total das aplicações da quinzena
- No dia 1º há uma previsão de 2.650 de
entradas de dinheiro e uma saída de 1.930, sobrando favoravelmente 720, que
somados aos 3.000 de saldo em Caixa e Bancos o disponível será de 3.720;
- Como a situação está positiva, você não
se utilizou de empréstimos e conseqüentemente também não tem juros a
pagar. O saldo de 3.720 continua.
- Você não deixou saldo bancário devedor
como às vezes acontece, portanto, não paga juros e o saldo continua;
- Você não fez nenhuma aplicação anterior
de excedentes de caixa, para resgate no dia 1º, portanto o saldo continua;
- Você não quer fazer nenhuma aplicação
de excedentes de para deixar um saldo médio nos bancos, para garantir uma certa
reciprocidade. Portanto, o saldo continua e é o saldo final do dia 1º.
- O saldo final do dia 1º passa a ser o
saldo inicial do dia 2, que você soma à diferença das entradas e saídas, e
assim por diante.
- No dia 4 você estará com um saldo alto
de caixa e bancos e como não vai precisar desse dinheiro tão cedo, resolve
fazer uma aplicação financeira de 3.000 para resgates no dia que achar
conveniente ou pagar títulos adiantados com descontos vantajosos. São receitas
financeiras. Essa aplicação sai do seu
saldo que no final do dia passa a ser de 2.740 que será o saldo inicial do dia
seguinte, e assim por diante;
- No dia 5 embora as entradas sejam
menores que as saídas, você tem um saldo de caixa e bancos que garante, ficando
ainda com um saldo de 140 que passará para o dia 8 e assim por diante;
- No dia 11 você resgata 550 de uma
aplicação financeira que você fez no mês anterior. Você soma ao saldo de 340 e
passará a ter 890 que será o saldo inicial do dia 12. Semelhante fato ocorre
também no dia 15.
O FLUXOGRAMA SE TORNA MAIS EFICIENTE SE
AS REVISÕES FOREM COMPARADAS COM O REAL, ESTABELECENDO-SE VARIAÇÕES,
PARA
APRIMORAMENTO DAS PREVISÕES
DOS FLUXOGRAMAS FUTUROS.
VEJA MODELO ABAIXO
Estava prevista uma entrada de $100. Na verdade,
entrou $110, ou seja, uma variação de $10, que representa 10% a mais que a
previsão. Essa modalidade permite à gerência superior, avaliar a eficiência do
responsável pelas previsões. São elas que permitem tomadas de decisões sobre a
manipulação correta do Capital de Giro.
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FUNDO FIXO DE CAIXA
Para se evitar a emissão demasiada de cheques e
pagamentos de pequenas despesas do dia a dia, permite-se uma retirada que
permanecerá em Caixa, sob a responsabilidade de um tesoureiro.
(1)
FUNDO FIXO DE CAIXA - (2) VALOR: $_________ (3) No: _____
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(4)
0RD.
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(5)
DATA
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(6)
HISTÓRICO
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(7)
ENTR. /
REP.
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(8)
SAÍDA
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(9)
SALDO
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(10)
CLASS.
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(11) TRANSFERÊNCIA
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01
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02
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03
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04
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05
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06
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07
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08
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09
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(12)
TOTAIS .................
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- o -
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- o -
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20
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SALDO A
TRANSFERIR ...........................
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1.
FUNDO FIXO - É o valor estabelecido para
atender às necessidades do dia a dia, de acordo com o nível e carência do
movimento financeiro a vista. Pode ser aumentado na medida em que o movimento
vai se aumentando, mas sempre com autorização da direção. Quando da necessidade
de reconstituição, o valor a ser complementado será sempre o valor do fundo
fixo estabelecido menos o valor da soma dos comprovados dos valores utilizados.
2. VALOR - É o valor estabelecido
determinado pela direção de acordo com o nível das necessidades,
3. NÚMERO - Número sequencial de controle.
4. ORDEM - Ordem do lançamento das operações
5. DATA - das operações de saídas de numerários e
reconstituição do Fundo Fixo.
6. HISTÓRICO - Informação sobre ao que se refere
às entradas e saídas.
7. ENTRADAS/REPOSIÇÕES - Valores das entradas e/ou
reposições do Fundo Fixo
8. SALDO - Valor do saldo anterior mais a
entrada ou menos a saída
9. CLASSIFICAÇÃO – Classificação para fins
contábeis, se for o caso.
10.TRANSFERÊNCIA - Valor transferido recebido do
formulário anterior (número anterior – item 3)
11.TOTAIS - Total das entradas e total das
saídas.
12.SALDO A TRANSFERIR - Valor a ser transferido para o formulário
seguinte (número – item 3)
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PRÓXIMO CURSO:
FORMAÇÃO PROFISSIONAL
PLANEJAMENTO FINANCEIRO E ANÁLISE
(ORÇAMENTO EMPRESARIAL)
ASSISTENTE/ANALISTA



