quinta-feira, 14 de setembro de 2017

09/15 - FORMAÇÃO PROFISSIONAL – ADMINISTRAÇÃO/CONTABILIDADE - (GERENTE/ASSISTENTE/ANALISTA) -



09 - VIABILIDADE E CONVENIÊNCIA ECONÔMICA



CONTEÚDO DO CURSO:

ABORDAGENS PRÁTICAS

01. ESTRUTURA FINANCEIRA DA EMPRESA

02. CONTABILIDADE EMPRESARIAL

03. ANÁLISE VERTICAL E HORIZONTAL

04. CAPITAL DE GIRO (FONTES E APLICAÇÃO DE RECURSOS)

05. INDICADORES FINANCEIROS INICIAIS

06. CICLO OPERACIONAL, FINANCEIRO E DE CAIXA

07.ALAVANCAGEM FINANCEIRA, OPERACIONAL E  COMBINADA

08. CONCESSÃO DE CRÉDITOS

9. VIABILIDADE E CONVENIÊNCIA ECONÔMICA

10. COMPETIÇÃO MERCADOLÓGICA COM BASE
NO PONTO DE   EQUILÍBRIO

11 - GRAU DE GARANTIA  DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO OU GRAU DE PRESSÃO DOS CREDORES

12 - INVESTIMENTOS NA ATIVIDADE OPERACIONAL  

 - INDICADORES FINANCEIROS -

13 - EXPECTATIVA DE LUCROS E TAXAS DE RETORNO


 14 - GRAU DE APLICAÇÃO DE RECURSOS NA ATIVIDADE OPERACIONAL



15 - FLUGRAMA DE CAIXA







Toda decisão de investimento deve ser consequência de estudos preliminares e planejamentos, levando em consideração valores, tempo de recuperação, formas de financiamento, expectativa de retorno compensador, etc.



Para se reduzir o risco, várias são as modalidades, para se analisar a viabilidade e/ou conveniência econômico-financeira.

Suponhamos que uma empresa tenha decidido investir em um, entre dois projetos (“A” e “B”). O valor a investir é $500.000,00 para um ou para outro. Com base em vários estudos foi calculado para o projeto “A” 10 períodos de tempo e para o projeto “B” 7 períodos com a seguinte expectativa de entradas de caixa, após estudos e análises:














                                      - MÉTODOS –
      Não se trata de comparação de métodos, mas, de modalidades 
a  a serem utilizadas e aplicadas, de acordo com o tipo de  investimento.
  Um ou mais métodos e valores podem ser adaptados e comparados, para analisar vantagens e desvantagens entre eles.



















No projeto “A” o "pay-back" se dá no terceiro período enquanto que no projeto “B” se dá entre o 4º e o 5º períodos, ou seja, quando o saldo passa a ser positivo.


Se a empresa estiver carente de recursos financeiros, a recuperação mais rápida é no “A” mas se estiver “bem de Caixa”, vale a penas esperar porque o excedente no “B” de $1.100.000,00 é bem maior que no “A”, $550.000,00.

























Sem dúvida o projeto “B” é mais interessante, com uma taxa de retorno de 27,09% contra o retorno de “A” que é de 23,63%.


























Sem dúvida o projeto “B” é mais interessante, com uma taxa de retorno de 27,09% contra o retorno de “A” que é de 23,63%. 









Esse método, também leva em consideração o valor do dinheiro no tempo e busca demonstrar a diferença entre o valor presente das entradas e o valor presente do investimento.

O projeto que apresentar maior diferença é o mais vantajoso.

Digamos  que  a  taxa  prevista  seja  de  20,0%(trazendo o valor futuro para a data  atual, usando uma calculadora)
















O excedente de caixa de $146.236 no projeto “B” é bem maior que o de $47.003 do projeto “A” o que torna o “B” mais atraente.
























Esse método é semelhante ao VAL OU VPL, apresentando os resultados em forma de índices. Demonstração, aproveitando o cálculo anterior:










No projeto “A” para cada $1,00 investido, o retorno será de $1,0940 enquanto que no “B” o retorno para cada $1,00 investido será de $1,2925, Portanto o “B” é mais vantajoso.









Leva em consideração a taxa de retorno (Lucro após o IR), Tendo o Ativo como investimento.  É semelhante ao “Pay-back”, todavia com a utilização de dados contábeis. 









O Ativo (investimento) no projeto “A” é para 10 períodos. A expectativa de lucro é de 30% ou 0,30 e acontecerá 10,00 vezes, ou seja: 0,30 x 10 = 3,00.  1/3,00  =  0,33 que é o índice a ser aplicado sobre o período. 0,33 x 10 períodos = 3,3 períodos. Se o período considerado for ano a recuperação se dará em 3 anos e 3 meses.

O Ativo (investimento) no projeto “B” é para 7 períodos. A expectativa de lucro é de 34% ou 0,34 e acontecerá 10,37 vezes, ou seja: 0,34 x 10,37 = 3,52.   1/3,52  =  0,28 que é o índice a ser aplicado sobre o período. 0,28 x 7 períodos = 1,96 períodos. Se o período considerado for ano, a recuperação se dará em 1 ano e 11 meses.

O PROJETO B É MAIS INTERESSANTE

(RECUPERAÇÃO MAIS RÁPIDA)









PONTO DE EQUILÍBRIO DIANTE DAS VENDAS

É o valor a partir do qual, no volume das vendas, a empresa passa a operar com lucro. Abaixo dele, a empresa está operando com prejuízo.

Quanto menor o percentual do Ponto de Equilíbrio com relação às vendas, a empresa estará operando com lucro numa maior velocidade. Fazendo uma análise mensal, considerando-se a média dos três últimos meses, e se esse percentual estiver aumentando sistematicamente, é bom tomar cuidado.


Dividindo-se o ponto de equilíbrio pelo número de dias úteis de trabalho, tem-se em média o ponto de equilíbrio no dia, ou seja, pode-se saber se em determinado dia, se a empresa trabalhou com lucro ou com prejuízo.









DESPESAS E CUSTOS FIXOS
São despesas e/ou custos que independentemente do ritmo da produção e/ou das vendas, elas permanecem ou não se alteram por um razoável período de tempo. Se houver alterações, elas não chegam a ser significativas ao ponto de modificar o conceito. Exemplo: Aluguel do Imóvel. Produzindo e/ou vendendo-se mais ou menos, o valor do aluguel do imóvel permanece. Mesmo que não se produza nada ou se venda nada, o valor do aluguel deve ser pago.

DESPESAS E CUSTOS VARIÁVEIS
São despesas e/ou custos que se alteram de acordo com o ritmo da produção. Exemplo: Matérias-primas.  Aumentando-se a produção, na mesma proporção aumenta-se a quantidade de matérias-primas.

LUCRO VARIÁVEL OU CONTRIBUIÇÃO MARGINAL

 É IGUAL ÀS VENDAS MENOS CUSTOS VARIÁVEIS.







Em princípio, o mais vantajoso é o projeto “B” que proporciona uma margem de lucro bem maior em termos financeiros. O percentual diante das vendas difere um do outro em apenas 5%. Teoricamente seria o escolhido.

















No Projeto “A”, eventualmente por  se tratar de um produto popular de amplo mercado, a capacidade de produção e venda é bem maior e consequentemente maior margem de lucro, levando se em consideração os custos fixos e variáveis com relação às vendas.

No caso, com o aumento das vendas, a margem de lucro de 35,8% superou o “B”, que supostamente tem um mercado limitado.


Já se tem conhecimento também sobre alavancagem financeira, considerando que o custo do financiamento (Capital de Terceiros), pode impulsionar ou reduzir o lucro.

















O impulso no lucro do projeto “A”  (1,41) será um pouco maior que o do projeto “B” (1,36). Todavia, o projeto “B” recebe em menor tempo (7 períodos), além do lucro final com valor bem maior.








Refere-se ao uso do equipamento sem adquiri-lo, uma espécie de aluguel, com três opções no final do contrato: Aquisição do equipamento por um valor residual, devolução do equipamento ou renovação do contrato de leasing. O que deve ser comparado, com uma ou mais opções de viabilidade. Em muitos casos, a opção é feita no ato da assinatura do contrato.



1.  A empresa necessita do equipamento e consulta o ou os fabricantes no mercado, analisando os aspectos técnicos.

2.  Escolhido o equipamento, preço e condições, procura um agente financeiro buscando uma operação de leasing. O agente financeiro, em alguns casos é o próprio fabricante.

3. Aprovada a operação, o agente financeiro paga o fabricante, tendo a posse do equipamento.

4.  O fabricante procede a entrega do equipamento à empresa interessada


5.  O Interessado (arrendatário) paga ao agente uma espécie de aluguel mensal durante um prazo contratual. 


VEJA:









OBRIGAÇÕES DA EMPRESA INTERESSADA (ARRENDATÁRIA):

     - Atender às especificações técnicas do equipamento

     - Seguro

     - Manutenção e reparo

 - Pagamento do arrendamento mensal



DESVANTAGENS DE UMA OPERAÇÃO DE LEASING

Não tendo a posse do equipamento, não pode oferecê-lo como garantia.

No caso de bens altamente especializados o agente cobra taxas muito altas para se compensar no caso de devolução.

Representa um risco em período altamente inflacionário onde as taxas variáveis podem tornar os “aluguéis” mensais insustentáveis.









No caso do "lease-back", a empresa em dificuldade financeira, vende um equipamento, recupera o capital de giro e faz uma operação de leasing do mesmo equipamento. Aqui, é o caso de se analisar sob o ponto de vista “alavancagem financeira” para a escolha.









Os trabalhos que seriam executados  pela empresa no caso da compra do equipamento, são executados por terceiros. Para se analisar, a direção pode-se comparar com as opções anteriores e decidir a escolha.


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Continua!!!

10. COMPETIÇÃO MERCADOLÓGICA COM BASE

             NO PONTO DE   EQUILÍBRIO






    







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