Estamos de Volta!!!
(SEMANAL)
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01. ESTRUTURA FINANCEIRA DA EMPRESA

13 - EXPECTATIVA DE LUCROS E TAXAS DE RETORNO
14 - GRAU DE APLICAÇÃO DE RECURSOS NA ATIVIDADE OPERACIONAL
01. ESTRUTURA FINANCEIRA DA EMPRESA

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CONTEÚDO DO CURSO
ABORDAGENS PRÁTICAS:
01. ESTRUTURA FINANCEIRA DA EMPRESA
02. CONTABILIDADE EMPRESARIAL
03. ANÁLISE VERTICAL E HORIZONTAL
04. CAPITAL DE GIRO (FONTES E APLICAÇÃO DE RECURSOS)
05. INDICADORES FINANCEIROS INICIAIS
06.
CICLO OPERACIONAL, FINANCEIRO E DE CAIXA
07.ALAVANCAGEM
FINANCEIRA, OPERACIONAL E COMBINADA
08.
CONCESSÃO DE CRÉDITOS
9.
VIABILIDADE E CONVENIÊNCIA ECONÔMICA
10.
COMPETIÇÃO MERCADOLÓGICA COM BASE
NO
PONTO DE EQUILÍBRIO
11 - GRAU DE GARANTIA DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO OU GRAU DE
PRESSÃO DOS CREDORES
12 - INVESTIMENTOS NA ATIVIDADE OPERACIONAL
-
INDICADORES FINANCEIROS -
13 - EXPECTATIVA DE LUCROS E TAXAS DE RETORNO
14 - GRAU DE APLICAÇÃO DE RECURSOS NA ATIVIDADE OPERACIONAL
15 - FLUXOGRAMA DE CAIXA
oooooooooooooooooooooooooo
MENSAGEM
É CLARO QUE,
MENSAGEM
É CLARO QUE,
NENHUMA EMPRESA É PEQUENA QUANDO
OS DIRIGENTES SÃO GRANDES E SE INSTRUEM.
ADMINISTRAR
QUALQUER EMPREENDIMENTO,
É ADMINISTRAR INFORMAÇÕES.
SE A EMPRESA
NÃO DISPÕE OU ESTÁ DISPENSADA
DE LEVANTAR BALANÇOS E/ OU BALANCETES
E/OU DEMONSTRAÇÕES DE RESULTADOS,
NÃO SIGNIFICA QUE NÃO PODE
REGISTRAR E LEVANTAR
INFORMAÇÕES.
PORTANTO,
O MÍNIMO QUE SE EXIGE É O REGISTRO
DAS OPERAÇÕES DIÁRIAS.
CASO CONTRÁRIO,
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Eficiência financeira de verdade,
é quando se consegue contornar a situação,
quando o dinheiro está curto, e não quando há sobras, o que não acontece com muitos, que
se julgam autoridades no assunto, sem
passar pela experiência!
é quando se consegue contornar a situação,
quando o dinheiro está curto, e não quando há sobras, o que não acontece com muitos, que
se julgam autoridades no assunto, sem
passar pela experiência!
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1 - ESTRUTURA FINANCEIRA DA
EMPRESA
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Descrição:
PESSOAS FÍSICAS:
Qualquer
pessoa que dispõe de um certo capital, próprio ou de terceiros, pode--se
estabelecer com uma organização ou participar de uma já constituída. Enquanto
isso não ocorre, ela se encontra na condição de “pessoa física”.
PESSOAS JURÍDICAS:
Após
atender aos trâmites e exigências legais, que podem ser através do auxílio de
profissionais especializados, o indivíduo ou indivíduos que iniciam ou
participam de uma atividade empresarial, cada um com sua parcela de Capital,
passam para a condição de pessoas jurídicas, ou seja, empresa.
·
O dinheiro desembolsado, aplicado no
desenvolvimento do negócio, se constitui no Capital, representando o
investimento aplicado naquele negócio.
·
Depois de certo período de funcionamento, parte do
lucro esperado e apurado fica na própria empresa a fim de ser distribuído.
·
Parte do lucro, de acordo com os dispositivos legais
e interesses do indivíduo ou sócios, é também deixada na empresa a título de
Reserva.
PATRIMÔNIO
LÍQUIDO:
O investimento do
indivíduo ou sócios, representado pelo Capital, somado às Reservas e Lucros
Acumulados, deixados na própria empresa, se constitui no Patrimônio Líquido.
O Patrimônio Líquido, portanto, partindo do Capital com o qual o
indivíduo ou sócios iniciaram a sua participação no empreendimento, é aplicado
na atividade operacional com expectativa de sucesso onde, parte dos lucros
deverá engrossar o capital inicial, sem necessidade de novos desembolsos. Isso
sempre dentro de um processo cíclico.
A administração ou
gerenciamento desse processo cíclico é que vai apresentar um melhor ou pior
resultado, para satisfação ou insatisfação do indivíduo ou sócios que,
fisicamente, investiram dinheiro num empreendimento ou organização, na
expectativa de uma Taxa de Retorno, ou seja, do pagamento pelo capital investido.
O primeiro grau de
eficiência na expectativa de uma organização bem sucedida começa na escolha do ramo
de atividade por parte do indivíduo ou sócios. Se é viável ou não. As
pessoas, conhecendo-se a si próprias, conhecendo a área e o Mercado de atuação,
definirão o sucesso.
Segundo o grau de
eficiência na expectativa do sucesso do negócio, será a forma de distribuição e
gerenciamento dos recursos a partir do Capital, do Patrimônio Líquido. Alem
da necessidade inata no indivíduo, é necessário o conhecimento e a aplicação de
técnicas administrativas.
IMOBILIZAÇÕES:
É claro que, para exercer uma atividade, é necessário um local para se trabalhar, seja comércio, indústria ou prestação de serviços, seja qualquer instituição. É evidente ainda que se precise de equipamentos. Se a opção for a compra, a aquisição de prédios, máquinas, ferramentas, instalações, veículos, etc., se constituem na Imobilização. O dinheiro utilizado nas aquisições é o uso que se faz de parte do Capital dos sócios, que se encontra no Patrimônio Líquido.
A experiência, os
conhecimentos, as observações e o uso do bom senso na administração ou
gerenciamento é que determinará a eficiência na distribuição dos recursos para imobilizações. A sobrevivência da
empresa poderá depender disso. É importante salientar que, além do imobilizado,
a empresa deve aplicar recursos também em outras operações.
CAPITAL
DE GIRO:
É evidente que para
exercer uma atividade é necessário material a ser manipulado e gente para
trabalhar. É necessário assumir e
cumprir compromissos tais como: Fornecedores, Salários e Encargos, Impostos,
etc.
A princípio o Capital de Giro é o montante que restou
das aplicações em Imobilizados, proveniente do Patrimônio Líquido, na fase
ainda de Capital dos Sócios. Portanto, Capital de Giro Próprio.
No decorrer do
desenvolvimento operacional da empresa, esse Capital de Giro, tenderá a ser fortalecido com o resultado das
operações do empreendimento, de acordo com a atuação junto ao mercado.
Pode-se dizer que o Capital de Giro é o pulmão da empresa
que, quando bem conduzido, permitirá uma respiração sadia diante das
circunstâncias, próprias de qualquer negócio.
Aqui também, os
conhecimentos, as observações e o bom senso do administrador, na busca de
recursos financeiros e na aplicação dos mesmos, dentro da atividade
empresarial, é que permitirá a manutenção de um bom Capital de Giro, no período
que antecede o retorno financeiro, acrescido dos lucros, resultantes de uma boa
atuação no Mercado.
O Capital de Giro Próprio, por si só, muitas vezes não é suficiente para
um maior desenvolvimento do empreendimento, dai, a necessidade de se trabalhar
também com Capital de Terceiros no casos de operações a crédito bem como na
concessão de créditos, buscando sempre um equilíbrio entre ambas. Caminhando ao
lado do Capital de Giro, existem
também as operações a crédito de longos prazos, acima de um período contábil.
ATIVIDADE
OPERACIONAL
O que foi dito até
agora, pode-se dizer que objetivou chegar à atividade operacional e o seu prosseguimento. Na verdade, a palavra
operacional vem do latim, de “opera”, que quer dizer obra, trabalho. É na atividade
operacional que se concretiza grande parte dos objetivos da empresa, quando
se propõe a exercer uma atividade, colocando um produto ou serviço no mercado.
É nela que o material ou a mercadoria é trabalhado antes de chegar às mãos do
consumidor. É acima de tudo a qualidade
do produto, além da necessidade e preço que determinará a maior ou menor
procura. Aqui, a competência da administração ou gerência se faz mister.
DISTRIBUIÇÃO
- VENDAS:
Enfatiza-se aqui um dito
que reza: “Não há quase nada no mundo que
alguns homens não façam um pouco pior, para vender um pouco mais barato. E, as
pessoas que olham somente o preço, são vítimas da pilhagem legal daqueles
homens”.
Felizmente hoje, a
condição básica e “si ne qua non”
para entrar no mercado é a qualidade, ao ponto de se criar as formas de
atendimento ao consumidor bem como a preocupação diante do próprio Código de
Defesa do Consumidor, que se tornou um grande mecanismo de defesa. Em paralelo
a isso, muito trabalho é exigido por parte dos que gerenciam a distribuição e
as vendas, concomitante com as técnicas de marketing.t
A concorrência está cada
vez mais acirrada. Os produtos similares aparecem a cada instante e somente a
competência fará chegar às mãos do consumidor o produto que se pretende vender.
Sem sobra de dúvidas, o
objetivo principal de um empreendimento é o lucro, como compensação pelo Capital investido. Todavia, defende-se aqui o ponto de vista onde
se afirma que a principal atividade empresarial é mais social do que lucrativa,
entendendo-se que esta última é conseqüência da primeira. Está aí, a grande
arte e a grande responsabilidade da área mercadológica em particular de marketing, nas operações que antecedem
as vendas. A partir do momento que uma determinada faixa social carece de
produtos que a atenda em vários aspectos, cabe ao setor mercadológico
convencê-la a comprar o produto da sua fabricação. Para isso é necessário, experiência,
conhecimento, bom senso, sensibilidade e empatia dos que atuam na área.
LUCROS
A maior ou menor lucratividade do empreendimento com a
colocação do produto no mercado depende praticamente de todas as atividades
e/ou funções mencionadas até agora. Seja ela puramente de ordem financeira, seja
econômica, seja operacional.
O Lucro é, portanto, como já foi dito, a taxa de retorno pelo Capital
investido, ou seja, é o pagamento ao indivíduo, sócios ou acionistas, pela
aplicação do seu dinheiro no empreendimento. Se no dia a dia das operações de toda
ordem, a organização é má conduzida, nos diversos níveis de responsabilidade,
poderá ou não haver “superávit”, poderá ou não apresentar resultado lucrativo, poderá
até mesmo evidenciar uma situação deficitária, uma situação de prejuízo, um
situação de falência.
DIVIDENDOS
Embora o termo esteja
consagrado às Sociedades Anônimas, Dividendo, nada mais é do que a divisão de parte do Lucro obtido, em
benefício dos participantes do Capital da empresa. É o rateio de uma
parcela do Lucro, distribuído na proporção
da participação de cada titular da empresa, pago na forma de dinheiro.
BONIFICAÇÕES
Aqui também o termo é
usado nas Sociedades Anônimas, para identificar a distribuição gratuita de Ações novas aos participantes do Capital, na proporção da quantidade de Ações já
possuídas por cada acionista - Ações Filhotes. Isso se dá pela incorporação
das Reservas e Lucros Acumulados ao
Capital. É também a divisão da outra parcela que sobrou após a distribuição
dos dividendos, em benefício dos participantes do Capital da empresa, na proporção da participação de cada
um. Não deixa de ser também o pagamento
aos titulares, só que em forma de títulos representativos de Ações. O dinheiro fica na própria empresa. Nesse
caso o dinheiro é retido para seu próprio desenvolvimento e crescimento,
tendo-o como novas fontes de recursos financeiros a serem aplicados na
organização. É uma participação valorizada, com o aumento do Patrimônio Líquido, sem qualquer
desembolso adicional.
REFLEXOS NO MERCADO DE CAPITAIS
- BOLSA DE VALORES -
O MERCADO DE CAPITAIS PODE MEXER NO SEU
BOLSO, MESMO SENDO MICRO E PEQUENO EMPRESÁRIO.
Ação, portanto, é o
documento que indica ser o seu possuidor, o proprietário de uma fração da
empresa pela participação no capital de uma Sociedade Anônima.
O proprietário tem a
opção de vendar suas Ações, eliminando a sua participação na empresa ou comprar
mais Ações, aumentando a sua participação. Essas operações são feitas no
Mercado de Capitais ou Bolsa de Valores.
Independente do valor
nominal de cada Ação, ela pode ser vendida ou comprada a um valor maior ou
menor, dependendo da sua cotação na Bolsa de Valores. Pode-se dizer que a
valorização das Ações está vinculada às tendências de crescimento da empresa
que por sua vez está também ligado ao nível de eficiência gerencial da
organização. É isso que de certa forma provoca oscilações na Bolsa de Valores,
além de outros fatores e contingências.
Todavia,
é importante estar de olho nas oscilações da bolsa porque, muitas vezes o
descontrole no mercado de ações, gera descontrole na economia e pode afetar
sensivelmente, além das grandes empresas, também as micro e pequenas.
Da
mesma forma que nas Sociedades Anônimas de Capital Aberto, os indivíduos ou
sócios com participação em qualquer empresa, pode também negociar os seus
direitos sobre ela, vendendo suas quotas ou parcelas de participação.
Continua!!!
2 – CONTABILIDADE EMPRESARIAL







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