Veslaine
Antônio Silva
Não seria mais correto o empregado em primeiro lugar, que
com a eficiência gerada promove a empresa para o primeiro lugar e como
conseqüência indireta, o cliente seja colocado em primeiro lugar? Faça de cada
empregado um sócio do negócio. Seja quem for, quem não merece ser sócio, não
merece também ser empregado.
Quando um homem quer partir para um empreendimento não se
exige dele a idoneidade e a competência suficientes para que não venha a
fracassar? Não se exige esta mesma competência dos profissionais, nos
respectivos ramos de suas funções?
Seja no ambiente familiar, seja no social ou
profissional, as observações têm deixado transparecer que as pessoas, no seu
dia a dia, se comportam em consequência, quase que exclusivamente, dos impulsos
emocionais do que pelo uso da razão. Na escalada do homem, seja dentro da
família, seja na sociedade ou dentro das organizações, os três sistemas devem
caminhar em paralelo e em perfeito equilíbrio sem o quê, o indivíduo não
conseguirá adaptar-se às mudanças que se verificam num processo contínuo.
É fato evidente que as relações dentro das organizações
geram comportamentos positivos, negativos ou até mesmo depressivos, que
geralmente são levados para o seio familiar e para o ambiente social onde o
indivíduo deve se situar.
O sucesso das organizações está diretamente vinculado à
credibilidade que se deposita nas pessoas. Elas pensam, sentem e agem com maior
eficiência, desde que nelas se invistam, promovendo o seu treinamento, o seu
desenvolvimento intelectual e tecnológico para conseguirem, acima de tudo, uma
melhor qualidade de vida. Somente assim, pode-se atingir a tão propalada Qualidade
Total, em todas as áreas e funções com motivação, integração e harmonia, num
processo de mudanças constantes.
As diferenças de opiniões escondidas sob o pretexto de
incompatibilidade, mesmo com subordinados, devem ser respeitadas. Muitas vezes
se perde um excelente funcionário por não se conceder um tempo para melhor
entendimento. Uma hora de tempo pode custar $50,00 enquanto que o treinamento
de um substituto pode custar $5.000,00.
Crosby (1993), já dizia que o próximo século (o atual)
deveria apresentar um ambiente social maravilhosamente diferente, onde as
pessoas viveriam e fariam negócios com sucesso. Mudanças filosóficas básicas no
comportamento humano vêm ocorrendo há algum tempo e elas são as responsáveis
por essas modificações. Ele, dentro do seu otimismo, acreditava que as pessoas
do mundo todo teriam a chance de obter educação, saúde e condições que lhes permitiriam
comandar a sua própria vida, responsavelmente, que a tecnologia cumpriria a sua
promessa de oferecer os meios para aliviar a vida profissional e social das
pessoas, permitindo que ela seja mais satisfatória. A porta desse novo século
já se abriu há mais de uma dezena de anos. Pode-se acreditar com otimismo que
isto esteja ocorrendo?
Seja lá quem for que lhe ofereça um emprego, de certa forma
o faz por uma questão de “egoísmo”. Você deve ser mais valioso para ele do que
o dinheiro que ele lhe paga. Num ambiente de trabalho, muitos são disciplinados
porque não fazem jus ao que ganham. Isso não gera estabilidade. Quanto mais
você for vivo, dinâmico, alerta, eficiente, mais seguro está o seu emprego.
Muitos excelentes empregados optam por trocar o ótimo
emprego onde o ambiente é insuportável, por um não tão bom, mas que permita
folgas, um tempo maior para usufruir a vida, clube, praia, etc. O
rejuvenescimento virá.
Pensem
nisso. Até o próximo post!

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