quarta-feira, 5 de setembro de 2012

O CLIENTE, A EMPRESA, O EMPREGADO!

            Qual o grau de importância no relacionamento?
            O cliente sempre em primeiro lugar?

            Veslaine Antônio Silva
            Não seria mais correto o empregado em primeiro lugar, que com a eficiência gerada promove a empresa para o primeiro lugar e como conseqüência indireta, o cliente seja colocado em primeiro lugar? Faça de cada empregado um sócio do negócio. Seja quem for, quem não merece ser sócio, não merece também ser empregado.

            Quando um homem quer partir para um empreendimento não se exige dele a idoneidade e a competência suficientes para que não venha a fracassar? Não se exige esta mesma competência dos profissionais, nos respectivos ramos de suas funções?

            Seja no ambiente familiar, seja no social ou profissional, as observações têm deixado transparecer que as pessoas, no seu dia a dia, se comportam em consequência, quase que exclusivamente, dos impulsos emocionais do que pelo uso da razão. Na escalada do homem, seja dentro da família, seja na sociedade ou dentro das organizações, os três sistemas devem caminhar em paralelo e em perfeito equilíbrio sem o quê, o indivíduo não conseguirá adaptar-se às mudanças que se verificam num processo contínuo.

            É fato evidente que as relações dentro das organizações geram comportamentos positivos, negativos ou até mesmo depressivos, que geralmente são levados para o seio familiar e para o ambiente social onde o indivíduo deve se situar.

            O sucesso das organizações está diretamente vinculado à credibilidade que se deposita nas pessoas. Elas pensam, sentem e agem com maior eficiência, desde que nelas se invistam, promovendo o seu treinamento, o seu desenvolvimento intelectual e tecnológico para conseguirem, acima de tudo, uma melhor qualidade de vida. Somente assim, pode-se atingir a tão propalada Qualidade Total, em todas as áreas e funções com motivação, integração e harmonia, num processo de mudanças constantes.

            As diferenças de opiniões escondidas sob o pretexto de incompatibilidade, mesmo com subordinados, devem ser respeitadas. Muitas vezes se perde um excelente funcionário por não se conceder um tempo para melhor entendimento. Uma hora de tempo pode custar $50,00 enquanto que o treinamento de um substituto pode custar $5.000,00.

            Crosby (1993), já dizia que o próximo século (o atual) deveria apresentar um ambiente social maravilhosamente diferente, onde as pessoas viveriam e fariam negócios com sucesso. Mudanças filosóficas básicas no comportamento humano vêm ocorrendo há algum tempo e elas são as responsáveis por essas modificações. Ele, dentro do seu otimismo, acreditava que as pessoas do mundo todo teriam a chance de obter educação, saúde e condições que lhes permitiriam comandar a sua própria vida, responsavelmente, que a tecnologia cumpriria a sua promessa de oferecer os meios para aliviar a vida profissional e social das pessoas, permitindo que ela seja mais satisfatória. A porta desse novo século já se abriu há mais de uma dezena de anos. Pode-se acreditar com otimismo que isto esteja ocorrendo?

            Seja lá quem for que lhe ofereça um emprego, de certa forma o faz por uma questão de “egoísmo”. Você deve ser mais valioso para ele do que o dinheiro que ele lhe paga. Num ambiente de trabalho, muitos são disciplinados porque não fazem jus ao que ganham. Isso não gera estabilidade. Quanto mais você for vivo, dinâmico, alerta, eficiente, mais seguro está o seu emprego.

            Muitos excelentes empregados optam por trocar o ótimo emprego onde o ambiente é insuportável, por um não tão bom, mas que permita folgas, um tempo maior para usufruir a vida, clube, praia, etc. O rejuvenescimento virá.

Pensem nisso. Até o próximo post!
   

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