No projeto “A” o
"pay-back" se dá no terceiro período enquanto que no projeto “B” se
dá entre o 4º e o 5º períodos, ou seja, quando o saldo passa a ser positivo.
Se a empresa estiver carente de
recursos financeiros, a recuperação mais rápida é no “A” mas se estiver “bem de
Caixa”, vale a penas esperar porque o excedente no “B” de $1.100.000,00 é bem
maior que no “A”, $550.000,00.
Sem dúvida o projeto “B” é mais
interessante, com uma taxa de retorno de 27,09% contra o retorno de “A” que é
de 23,63%.
Sem
dúvida o projeto “B” é mais interessante, com uma taxa de retorno de 27,09%
contra o retorno de “A” que é de 23,63%.
Esse método, também leva em consideração
o valor do dinheiro no tempo e busca demonstrar a diferença entre o valor
presente das entradas e o valor presente do investimento.
O projeto que apresentar maior diferença
é o mais vantajoso.
Digamos
que a taxa
prevista seja de
20,0%(trazendo o valor futuro para a data atual, usando uma calculadora)
O excedente de caixa de $146.236 no projeto “B” é bem
maior que o de $47.003 do projeto “A” o que torna o “B” mais atraente.
Esse método é semelhante ao VAL OU VPL,
apresentando os resultados em forma de índices. Demonstração, aproveitando o
cálculo anterior:
No projeto “A” para cada $1,00
investido, o retorno será de $1,0940 enquanto que no “B” o retorno para cada
$1,00 investido será de $1,2925, Portanto o “B” é mais vantajoso.
Leva em consideração a taxa de retorno
(Lucro após o IR), Tendo o Ativo como investimento. É semelhante ao “Pay-back”, todavia com a
utilização de dados contábeis.
O Ativo (investimento) no
projeto “A” é para 10 períodos. A expectativa de lucro é de 30% ou 0,30 e
acontecerá 10,00 vezes, ou seja: 0,30 x 10 = 3,00. 1/3,00
= 0,33 que é o índice a ser aplicado
sobre o período. 0,33 x 10 períodos = 3,3 períodos. Se o período considerado
for ano a recuperação se dará em 3 anos e 3 meses.
O Ativo (investimento) no
projeto “B” é para 7 períodos. A expectativa de lucro é de 34% ou 0,34 e
acontecerá 10,37 vezes, ou seja: 0,34 x 10,37 = 3,52. 1/3,52
= 0,28 que é o índice a ser
aplicado sobre o período. 0,28 x 7 períodos = 1,96 períodos. Se o período
considerado for ano, a recuperação se dará em 1 ano e 11 meses.
O PROJETO B É MAIS
INTERESSANTE
(RECUPERAÇÃO MAIS
RÁPIDA)
PONTO DE EQUILÍBRIO DIANTE DAS VENDAS
É o valor a partir do qual, no volume
das vendas, a empresa passa a operar com lucro. Abaixo dele, a empresa está
operando com prejuízo.
Quanto menor o percentual do Ponto de
Equilíbrio com relação às vendas, a empresa estará operando com lucro numa
maior velocidade. Fazendo uma análise mensal, considerando-se a média dos três
últimos meses, e se esse percentual estiver aumentando sistematicamente, é bom
tomar cuidado.
Dividindo-se o ponto de equilíbrio pelo
número de dias úteis de trabalho, tem-se em média o ponto de equilíbrio no dia,
ou seja, pode-se saber se em determinado dia, se a empresa trabalhou com lucro
ou com prejuízo.
DESPESAS E CUSTOS FIXOS
São despesas e/ou custos que independentemente do
ritmo da produção e/ou das vendas, elas permanecem ou não se alteram por um
razoável período de tempo. Se houver alterações, elas não chegam a ser
significativas ao ponto de modificar o conceito. Exemplo: Aluguel do Imóvel.
Produzindo e/ou vendendo-se mais ou menos, o valor do aluguel do imóvel
permanece. Mesmo que não se produza nada ou se venda nada, o valor do aluguel
deve ser pago.
DESPESAS E CUSTOS VARIÁVEIS
São despesas e/ou custos que se alteram de acordo
com o ritmo da produção. Exemplo: Matérias-primas. Aumentando-se a produção, na mesma proporção
aumenta-se a quantidade de matérias-primas.
LUCRO VARIÁVEL OU CONTRIBUIÇÃO MARGINAL
É IGUAL ÀS VENDAS MENOS CUSTOS VARIÁVEIS.
Em princípio, o mais
vantajoso é o projeto “B” que proporciona uma margem de lucro bem maior em
termos financeiros. O percentual diante das vendas difere um do outro em apenas
5%. Teoricamente
seria o escolhido.
No Projeto “A”,
eventualmente por se tratar de um
produto popular de amplo mercado, a capacidade de produção e venda é bem maior
e consequentemente maior margem de lucro, levando se em consideração os custos
fixos e variáveis com relação às vendas.
No caso, com o aumento das
vendas, a margem de lucro de 35,8% superou o “B”, que supostamente tem um
mercado limitado.
Já se tem conhecimento também sobre alavancagem
financeira, considerando que o custo do financiamento (Capital de Terceiros),
pode impulsionar ou reduzir o lucro.
O impulso no lucro do
projeto “A” (1,41) será um pouco maior
que o do projeto “B” (1,36). Todavia, o projeto “B” recebe em menor tempo (7
períodos), além do lucro final com valor bem maior.
Refere-se ao uso do equipamento sem adquiri-lo, uma
espécie de aluguel, com três opções no final do contrato: Aquisição do
equipamento por um valor residual, devolução do equipamento ou renovação do
contrato de leasing. O que deve ser comparado, com uma ou mais opções de
viabilidade. Em muitos casos, a opção é feita no ato da assinatura do contrato.
1. A empresa necessita do equipamento e consulta o ou
os fabricantes no mercado, analisando os aspectos técnicos.
2. Escolhido o equipamento, preço e condições, procura
um agente financeiro buscando uma operação de leasing. O agente financeiro, em
alguns casos é o próprio fabricante.
3. Aprovada a operação, o agente financeiro paga o
fabricante, tendo a posse do equipamento.
4. O fabricante procede a entrega do equipamento à
empresa interessada
5. O Interessado (arrendatário) paga ao agente uma
espécie de aluguel mensal durante um prazo contratual.
VEJA:
OBRIGAÇÕES DA EMPRESA INTERESSADA (ARRENDATÁRIA):
- Atender às especificações técnicas do equipamento
- Seguro
- Manutenção e reparo
- Pagamento do arrendamento mensal
DESVANTAGENS DE UMA
OPERAÇÃO DE LEASING
Não tendo a posse do equipamento, não pode
oferecê-lo como garantia.
No caso de bens altamente especializados o agente
cobra taxas muito altas para se compensar no caso de devolução.
Representa um risco em período altamente
inflacionário onde as taxas variáveis podem tornar os “aluguéis” mensais
insustentáveis.
No caso do "lease-back", a empresa em
dificuldade financeira, vende um equipamento, recupera o capital de giro e faz
uma operação de leasing do mesmo equipamento. Aqui, é o caso de se analisar sob
o ponto de vista “alavancagem financeira” para a escolha.
Os
trabalhos que seriam executados pela
empresa no caso da compra do equipamento, são executados por terceiros. Para se
analisar, a direção pode-se comparar com as opções anteriores e decidir a
escolha.
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Continua!!!
10. COMPETIÇÃO MERCADOLÓGICA COM BASE
NO PONTO DE EQUILÍBRIO
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