6 - CICLO OPERACIONAL, FINANCEIRO E DE CAIXA


CONTEÚDO DO CURSO:
01. ESTRUTURA FINANCEIRA DA EMPRESA
02. CONTABILIDADE EMPRESARIAL
03. ANÁLISE VERTICAL E HORIZONTAL
04. CAPITAL DE GIRO (FONTES E APLICAÇÃO DE RECURSOS)
05. INDICADORES FINANCEIROS INICIAIS
06. CICLO OPERACIONAL, FINANCEIRO E DE CAIXA
07.ALAVANCAGEM FINANCEIRA, OPERACIONAL E COMBINADA
08. CONCESSÃO DE CRÉDITOS
9. VIABILIDADE E CONVENIÊNCIA ECONÔMICA
10. COMPETIÇÃO MERCADOLÓGICA COM BASE
NO PONTO DE EQUILÍBRIO
11 - GRAU DE GARANTIA DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO OU GRAU DE PRESSÃO DOS CREDORES
12 - INVESTIMENTOS NA ATIVIDADE OPERACIONAL

Que distância existe entre os recebimentos e pagamentos efetuados pela empresa, em face dos financiamentos a curto prazo recebidos e/ou concedidos
A cada período, os prazos de recebimentos nas vendas a prazo, vem aumentando cada vez mais, em grande escala,com relação aos prazos da pagamentos nas compras a prazo, em detrimento do Capita de Giro.
Qual a influência dos estoques no
capital de giro da empresa e qual a capacidade deste para liquidação dos
compromissos, sem depender deles e ainda, qual o percentual deles no grupo do
Ativo Circulante?
Uma
das formas da empresa aprimorar ou recuperar o seu Capital
de Giro
é através de uma boa política de estoque. Quanto maior for o giro de estoques
sem afetar o ritmo normal da produção ou escoamento das vendas, melhores as
condições do Capital de Giro. No
caso de matérias-primas, promove um distanciamento dos compromissos junto a
fornecedores. No caso de produtos acabados, busca evitar capital parado, por se
produzir acima do ritmo das vendas ou do mercado.
Na
empresa em análise, percebe-se que o
aumento dos compromissos vem sendo muito superior ao crescimento do Ativo
Circulante, desconsiderando-se os estoques. No primeiro exercício, com um
índice de 0,93 a empresa depende só de 7% dos estoques, no segundo, essa
dependência aumentou para 28% e no último exercício 36% onde, para cada $1,00
de compromissos a curto prazo ela conta com apenas $0,64. Ao contrário do que
deveria ser feito, já que a empresas está com um Capital de Giro em declínio, e
continua aumentando seus estoques
(girando menos). No primeiro período eles representavam 26% do Ativo
Circulante, no segundo 31% e no terceiro 43%.
Considerando
a necessidade imperiosa de se girar cada vez mais os estoques, de quanto em
quanto tempo em média, a empresa vem renovando-o, levando em consideração
que a produção deve acompanhar o ritmo do mercado (vendas) e a compra
de matérias-primas deve acompanhar o ritmo da produção?
Semelhante
ao anterior, a compra de matérias-primas
estocada é quase o dobro da necessidade para a produção. Aqui também se
a diferença fosse “zero”, poderia comprometer o ritmo da produção. De qualquer forma, quanto menor for
a diferença, melhor para o capital de giro da empresa, promovendo maior
elasticidade nos pagamentos junto a fornecedores. Aqui a análise chega a ser um
pouco mais rigorosa por se tratar do que foi vendido (produção) e do que foi
consumido (matéria-prima).
Semelhante
também à análise anterior, a
compra de matérias-primas estocadas é
quase o dobro da necessidade para a produção. Aqui também se a diferença fosse
“zero”, poderia comprometer o ritmo da
produção. De qualquer forma, quanto menor for a diferença, melhor para o
capital de giro da empresa, promovendo maior elasticidade nos pagamentos junto
a fornecedores.
Aqui
a análise chega a ser um pouco mais rigorosa por se tratar do que foi vendido
(produção) e do que foi realmente consumido (matéria-prima).
Pode-se dizer que há um equilíbrio entre o mercado e a produção (não se
produz excessivamente mais do que o mercado pede, na situação atual da empresa,
uma diferença de apenas 5 dias).
Aqui
não se pode dizer a mesma coisa. Há um desequilíbrio entre as compras e as necessidades de produção principalmente
no último período. Uma diferença de 11,
9 e 20 dias.
07.ALAVANCAGEM FINANCEIRA, OPERACIONAL E COMBINADA















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